Economia
A Fórmula na Consulfarma 2026: foco no mercado magistral
Economia
A Fórmula Farmácia de Manipulação, uma das redes mais tradicionais do mercado magistral brasileiro, marca presença na Consulfarma 2026, considerada a maior feira e congresso de farmácias de manipulação do mundo, realizada entre os dias 2 e 4 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo.
O evento reúne farmacêuticos, empresários, investidores e profissionais da saúde de todo o país para apresentar tendências, inovação, tecnologia e oportunidades de negócios em um setor que movimenta mais de R$ 7 bilhões por ano no Brasil.
Durante a feira, A Fórmula apresenta seu modelo de expansão e convida empreendedores interessados em ingressar ou ampliar sua atuação no segmento de manipulação. A rede oferece condições comerciais especiais aos participantes da Consulfarma e disponibiliza uma equipe especializada para orientar investidores durante todo o processo de implantação da unidade.
Com 37 anos de mercado e mais de 120 unidades em operação, a empresa desenvolveu um modelo de gestão voltado para alta rentabilidade, suporte operacional e fidelização de clientes.
Segundo a empresa, uma unidade da rede pode alcançar faturamento médio anual de R$ 4 milhões, com lucratividade entre 25% e 35%, além de atuar em um mercado com demanda constante e consumidores altamente fidelizados.
“O mercado magistral oferece uma excelente oportunidade para quem busca investir em um negócio sólido, resiliente e com grande potencial de crescimento. Nosso diferencial está na experiência acumulada ao longo de quase quatro décadas e no suporte completo oferecido aos franqueados”, destaca Juliano Ribeiro, head de expansão da A Fórmula.
Além da manipulação de medicamentos, a rede atua nos segmentos de saúde humana e manipulação veterinária (pet), ampliando seu potencial de atendimento e geração de receita.
Por que investir na A Fórmula
- 37 anos de tradição no mercado;
- Mais de 120 unidades ativas;
- Faturamento médio anual de R$ 4 milhões por unidade;
- Lucratividade média entre 25% e 35%;
- Modelo de negócio consolidado;
- Suporte completo em marketing, gestão e operação;
- Atendimento para saúde humana e pet;
- Equipe especializada em expansão e implantação.
A Fórmula em números
- Royalties: 5%
- FPM (Fundo de Propaganda): 2%
- Área mínima da unidade: 150 m²
- Rentabilidade média: 25% a 30%
- Prazo estimado de retorno do investimento: 24 a 36 meses
- Investimento inicial: a partir de R$ 550 mil
Durante a Consulfarma, a empresa oferece condições especiais para novos investidores interessados em fazer parte da rede.
Serviço
Consulfarma 2026
Data: 2 a 4 de julho de 2026
Local: Distrito Anhembi – São Paulo (SP)
Instagram: @aformulafarmacia
Informações para a imprensa
Carla Bianchi Comunicação
E-mail: carlabianchicomunica@gmail.com
WhatsApp: (11) 99264-3577
Economia
Balança comercial tem superávit de US$ 9,8 bilhões em junho
Com a ajuda do petróleo, da soja, da carne e do ferro, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 9,8 bilhões em junho, resultado 66,6% superior ao do mesmo mês de 2025.
O desempenho foi impulsionado pelo crescimento das exportações, que avançaram quase 25% no período, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (3) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).
A corrente de comércio, soma de exportações e importações, alcançou US$ 62,8 bilhões, o maior valor já registrado para um mês na série histórica.
Principais números
• Superávit: US$ 9,8 bilhões (+66,6% ante junho de 2025);
• Exportações: US$ 36,3 bilhões (+24,9%);
• Importações: US$ 26,5 bilhões (+14,4%);
• Corrente de comércio: US$ 62,8 bilhões (+20,3%).
O resultado foi o terceiro melhor para o mês, só perdendo para junho de 2021 (US$ 10,414 bilhões) e de 2023 (US$ 10,077 bilhões).
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Exportações crescem
O aumento das vendas externas foi liderado pela indústria extrativa, seguida pela indústria de transformação e pelo agronegócio.
Exportações por setor:
• Indústria extrativa: US$ 9,9 bilhões (+58,4% ante junho de 2025);
• Indústria de transformação: US$ 18 bilhões (+14,7%);
• Agropecuária: US$ 8,1 bilhões (+18%).
Segundo o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Mdic, Herlon Brandão, ainda é cedo para medir os efeitos do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia sobre as exportações brasileiras, embora já existam relatos de maior interesse de importadores europeus.
Produtos em destaque:
• Indústria extrativa: petróleo bruto (+78,9% ante junho do ano passado), minério de ferro (+20%);
• Indústria de transformação: combustíveis (+88,8%), carnes de aves (+62,4%) e carne bovina (+39,2%);
• Agropecuária: soja (+17,3%), animais vivos (+208,8%), algodão bruto (+64,1%).
Destinos das vendas
As exportações cresceram para a maior parte dos principais mercados do Brasil, incluindo os Estados Unidos, apesar das tensões comerciais entre os dois países.
Exportações por região:
• Ásia: US$ 17,4 bilhões (+29,9%)
• Europa: US$ 6,4 bilhões (+43,9%)
• América do Norte: US$ 4,9 bilhões (+8,5%)
• América do Sul: US$ 3,9 bilhões (+7%)
As vendas para os Estados Unidos avançaram 3,7% entre maio e junho, mesmo em meio às negociações para evitar a aplicação de novas tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.
Importações avançam
As compras brasileiras no exterior também cresceram em junho, principalmente de bens de consumo e bens intermediários.
Importações por categoria:
• Bens intermediários: US$ 15,1 bilhões (+10,9%)
• Bens de consumo: US$ 5,7 bilhões (+34%)
• Bens de capital: US$ 3,5 bilhões (+5,7%)
• Combustíveis: US$ 2,2 bilhões (+11,6%)
Primeiro semestre
No acumulado de janeiro a junho, a balança comercial registrou superávit de US$ 42,4 bilhões.
No período:
• Exportações: US$ 184,8 bilhões (+11,5%)
• Importações: US$ 142,4 bilhões (+5,1%)
• Saldo comercial: US$ 42,4 bilhões (+40,3%)
Projeções
Diante do desempenho do comércio exterior no primeiro semestre, o MDIC revisou para cima sua projeção para 2026. A estimativa de superávit da balança comercial passou de US$ 72,1 bilhões para US$ 90 bilhões.
A previsão de exportações foi elevada de US$ 364,2 bilhões para US$ 394,4 bilhões. A projeção para as importações passou de US$ 292,1 bilhões para US$ 304,4 bilhões.
As estimativas estão mais otimistas que a das instituições financeiras. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado projetam superávit comercial de US$ 76,2 bilhões para este ano.
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