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Brigadeiro de whisky ganha espaço no mercado gourmet

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O mercado brasileiro de produtos artesanais e gourmets tem registrado expansão em diferentes segmentos da alimentação e das bebidas. Estudos recentes apontam que consumidores têm demonstrado interesse crescente por produtos associados à produção artesanal, à diferenciação de ingredientes e à valorização de processos produtivos específicos. Nesse contexto, itens como brigadeiro de whiskey e licor artesanal passaram a integrar um conjunto de produtos presentes em eventos gastronômicos, empórios especializados e canais digitais de comercialização.

Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) indicam que a indústria de alimentos e bebidas registrou crescimento de 9,98% no faturamento em 2024, movimentando R$ 1,277 trilhão, refletindo fortemente na continuidade da expansão do setor no país. Paralelamente, diferentes nichos de mercado passaram a incorporar produtos artesanais e de produção limitada como forma de diversificação da oferta gastronômica, criando a experiência que o público tem procurado.

Na confeitaria, por exemplo, a combinação entre receitas tradicionais e ingredientes associados a bebidas destiladas tem sido observada em produtos desenvolvidos para consumo em ocasiões especiais. O brigadeiro elaborado com whisky figura entre as variações que passaram a compor o portfólio de produtores artesanais e estabelecimentos especializados em bebidas, expandindo seu mercado de destilados e bebidas para outras áreas, como confeitarias artesanais. O produto integra uma tendência mais ampla de experimentação gastronômica, presente também nas categorias de sobremesas, chocolates, dentre outras.

O mesmo movimento pode ser observado no segmento de licores artesanais. A produção em menor escala, associada ao desenvolvimento de receitas próprias, tem contribuído para a presença desses produtos em feiras gastronômicas, empórios e estabelecimentos voltados à comercialização de itens artesanais, promovendo uma sensação de experiência única, individual e exclusiva.

O avanço desse mercado também tem estimulado o surgimento e a expansão de empresas especializadas em produtos voltados ao público interessado em gastronomia e bebidas artesanais. A Jacobschild, empresa brasileira com origem americana, atua na produção de licor de whisky e brigadeiro de whisky, inserindo-se nesse cenário de crescimento dos produtos gourmet e de produção artesanal.

A empresa desenvolve produtos alinhados à valorização de processos produtivos diferenciados e à demanda por itens com identidade própria. Seu portfólio reúne categorias que acompanham a evolução do consumo de produtos artesanais no setor alimentício, segmento que tem ampliado sua presença em empórios, eventos gastronômicos e canais digitais de comercialização.

Especialistas e estudos de mercado apontam que a busca por produtos associados à qualidade, origem e processos artesanais continua influenciando o desenvolvimento de novos itens no setor alimentício. Além das bebidas, a tendência alcança segmentos como confeitaria, chocolates, gelatos, produtos coloniais e alimentos produzidos em pequena escala.

“Observamos um interesse crescente por produtos que unem tradição, identidade e experiências gastronômicas diferenciadas. O consumidor busca mais do que sabor; ele procura histórias e processos artesanais”, afirma Leonardo Jacobschild, advogado e responsável comercial pela Jacobschild Whiskey.

A expectativa para os próximos anos é de continuidade do crescimento dos segmentos ligados à produção artesanal de alimentos e bebidas. O movimento acompanha mudanças nos hábitos de consumo e reforça a presença desses produtos em diferentes canais de comercialização e consumo.



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Trabalho híbrido impulsiona a busca por mesas ergonômicas

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O avanço do trabalho híbrido e a crescente atenção à saúde ocupacional têm ampliado o interesse por mesas com ajuste de altura em escritórios e home offices. A consolidação desse modelo de trabalho, associada ao aumento do tempo dedicado a atividades realizadas diante de computadores, intensificou as discussões sobre ergonomia, conforto e bem-estar, impulsionando a busca por ambientes mais adaptáveis. Soluções que favorecem a alternância entre posições sentada e em pé ganham espaço como estratégia para reduzir o comportamento sedentário e promover maior conforto ao longo da jornada.

Dados da Gallup mostram que o trabalho híbrido se consolidou como o formato predominante entre profissionais cujas funções permitem execução remota. O movimento tem levado empresas e trabalhadores a repensarem seus espaços, e as mesas com ajuste de altura emergem como uma das respostas a essa transformação.

Saúde ocupacional como pano de fundo

A preocupação com ergonomia encontra respaldo em dados de saúde pública. Segundo informações do Governo Federal, as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) permanecem entre as principais causas de afastamento laboral no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, essas condições podem provocar dores persistentes, limitações funcionais e impactos relevantes na qualidade de vida dos trabalhadores.

A Norma Regulamentadora nº 17 (NR-17), principal referência brasileira sobre ergonomia ocupacional, estabelece que os ambientes devem ser adaptados às características dos trabalhadores e prevê condições que favoreçam a alternância postural sempre que possível.

Segundo a ergonomista Dra. Camila Alves Silva do Amaral, fisioterapeuta e doutora em Ciências da Saúde, esse princípio parte da ideia de que o mobiliário deve se adaptar às características de quem trabalha, e não o contrário. “Não existe uma cadeira ideal universal. Existe a cadeira que se ajusta ao corpo e ao trabalho da pessoa”, afirma.

Ergonomia vai além da cadeira

A ergonomista observa que a busca por uma postura ideal muitas vezes desvia a atenção do principal fator de risco: a permanência prolongada em uma mesma posição. “O corpo humano não foi feito para permanecer imóvel, foi feito para se movimentar. A ergonomia não busca apenas uma postura perfeita, mas sim variabilidade postural ao longo do dia. Pequenas mudanças de posição, pausas e ajustes no ambiente de trabalho fazem muito mais diferença do que tentar sustentar uma única postura considerada ideal”, explica.

Em entrevista à Euronews Health, Kévin Desbrosses, pesquisador do Instituto Nacional Francês de Pesquisa e Segurança (INRS), afirmou que “o que é importante não é apenas a quantidade total diária de tempo passado sedentário, mas também a duração de cada período passado numa postura sentada”. A observação reforça uma das principais diretrizes da ergonomia contemporânea: incorporar movimento à rotina de trabalho.

A literatura científica também aponta que a permanência prolongada na posição sentada pode sobrecarregar estruturas musculoesqueléticas e favorecer o surgimento de sintomas como dor, desconforto e fadiga. Uma revisão integrativa publicada na Revista Brasileira de Medicina do Trabalho destaca que a postura sentada, quando mantida por longos períodos, pode comprometer o equilíbrio mecânico do corpo e contribuir para o desenvolvimento de queixas, reforçando a importância de ambientes de trabalho que permitam variações posturais e intervenções ergonômicas adequadas.

O papel das mesas ajustáveis

As mesas com ajuste de altura surgem como uma das respostas mais diretas a essa demanda por ambientes de trabalho mais adaptáveis. Sua principal característica é permitir que a superfície de trabalho seja utilizada tanto na posição sentada quanto em pé, oferecendo maior flexibilidade para que cada pessoa organize sua rotina de acordo com suas preferências e necessidades ao longo do dia.

Além de acompanhar diferentes formas de utilização do espaço, esse tipo de mobiliário facilita ajustes na configuração do posto de trabalho sem a necessidade de mudanças estruturais no ambiente. A possibilidade de adaptar a altura da mesa também contribui para acomodar diferentes biotipos, estilos de trabalho e composições de equipamentos, tornando o espaço mais versátil para atividades que exigem concentração, reuniões virtuais, tarefas criativas ou rotinas administrativas.

Em um contexto em que escritórios e home offices precisam atender a perfis cada vez mais diversos, as mesas ajustáveis passaram a integrar projetos que priorizam personalização, praticidade e flexibilidade. Mais do que uma característica técnica, a regulagem de altura representa uma alternativa para quem busca um ambiente capaz de acompanhar as diferentes dinâmicas da jornada de trabalho contemporânea.

Como avaliar as opções disponíveis

A escolha de uma mesa de escritório envolve fatores que vão além da estética. O espaço disponível é um dos primeiros aspectos a considerar: ambientes compactos tendem a se beneficiar de modelos menores, enquanto espaços mais amplos podem acomodar estruturas voltadas para múltiplos monitores e equipamentos profissionais.

Além dos mecanismos tradicionais, fabricantes têm incorporado recursos como memórias programáveis de altura, painéis digitais e sistemas voltados à criação de hábitos de movimentação. A DT3 atua nesse segmento com uma linha de mesas ajustáveis para diferentes perfis de uso, incluindo modelos com regulagem pneumática e estruturas elétricas que permitem personalização das posições de trabalho, alinhando-se às tendências observadas em pesquisas recentes sobre ergonomia e comportamento sedentário.

Uma transformação mais ampla

A expansão das mesas com ajuste de altura reflete uma mudança mais abrangente na relação entre trabalho, saúde e experiência dos profissionais. À medida que o modelo híbrido se consolida e a ergonomia ganha peso nas decisões sobre ambientes de trabalho, cresce a procura por soluções capazes de acompanhar diferentes rotinas e necessidades.

Uma tendência de mobiliário, a busca por espaços adaptáveis demonstra como bem-estar, flexibilidade e produtividade passaram a ocupar papel central na evolução dos ambientes.



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