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Nova temporada do Prosa Legal aborda acessibilidade na Justiça

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Mato Grosso

A nova temporada do Prosa Legal começa com um tema essencial: acessibilidade. A série “Justiça Acessível e Inclusiva” reúne três episódios:

Episódio 01: A Justiça precisa ser entendida por todos

Episódio 02: Dislexia e TDAH — quando ler também é uma barreira?

Episódio 03: Tecnologia: Oi, prazer, sou a Rybená!

Neste primeiro episódio, o juiz auxiliar da Vice-Presidência, Gerardo Humberto, integrante da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJMT, explica como o Tribunal tem avançado na construção de um sistema de justiça mais inclusivo, na prática.

O trabalho vai muito além de cumprir normas. A comissão atua na formulação e implementação de políticas que colocam a acessibilidade como parte da gestão institucional, com o objetivo de eliminar barreiras físicas, digitais e de comunicação.

O episódio mostra como essas ações são construídas: com planejamento, diagnóstico constante e escuta ativa de servidores, magistrados e da sociedade.

Outro ponto importante é a capacitação. O TJMT investe na formação de quem está na linha de frente do atendimento. Em abril, uma nova ação do TJMT Inclusivo, em Cuiabá, amplia o diálogo sobre autismo, envolvendo também professores da rede pública.

Na estrutura física, os avanços já são visíveis: fóruns adaptados, recursos de acessibilidade digital e ferramentas que ampliam o acesso à informação.

Tudo isso com acompanhamento contínuo e metas definidas, incluindo a expansão das ações para o interior do estado a partir de 2026.

Mais do que uma obrigação legal, a acessibilidade é tratada como um valor institucional, diretamente ligado ao direito de acesso à justiça.

O episódio 01 já está disponível.Dá o play e acompanhe.

🔜 O segundo episódio, Dislexia e TDAH — quando ler também é uma barreira?, traz a participação da psicóloga Gisele Castilho. Não perca, na próxima quinta-feira, dia 16 de abril.

Link Spotify: https://spotifycreators-web.app.link/e/m2dPq1kGc2b

Link site: https://radiotj.tjmt.jus.br/noticias/2020

Link Áudio: https://radiotj-mc.tjmt.jus.br/portalradiotj-arquivos-prod/cms/Prosa_Legal_juiz_auxiliar_da_Vice_Presidencia_Gerardo_Humberto_388e93595c.mp3

Autor: Elaine Coimbra

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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