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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs
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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.
O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.
Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.
Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.
A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.
Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.
A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.
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Diálogo Global de Prefeitos confirma o compromisso da China com a abertura

Porto de Ningbo-Zhoushan. /CMG
PEQUIM, Nov. 05, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — O principal evento do Diálogo Global de Prefeitos de 2026 teve início na cidade portuária de Ningbo na terça-feira, com representantes de 15 países e 20 cidades internacionais. Com o tema “Abertura e Conectividade para Oportunidades Compartilhadas”, o evento resultou em 14 acordos de cooperação e no Consenso de Ningbo sobre Desenvolvimento Cooperativo, destacando o papel das cidades como impulsionadoras do comércio aberto e do benefício mútuo.
Os projetos firmados abrangem intercâmbios entre cidades-irmãs, comércio e investimentos, ciência e educação, e cultura e turismo. “A abertura da cidade não é uma simples expansão e sim uma integração bidirecional das cadeias globais de indústria e inovação”, afirmou o Prefeito de Ningbo, Shen Mingquan.
Uma das primeiras cidades costeiras da China a abrir as portas para o mundo, Ningbo mantém laços econômicos e comerciais com mais de 220 países e regiões em todo o mundo.
Essa integração global tem trazido resultados significativos. Em 2024, uma delegação de Ningbo se reuniu com as autoridades do Canal de Suez no Egito. Como resultado, a Dashun Fur de Ningbo investiu US$ 40 milhões na Zona Econômica do Canal de Suez, expandindo sua cooperação dos têxteis tradicionais para a logística moderna. Produtos como o leite em pó da Nova Zelândia e as tâmaras marroquinas são populares entre os moradores de Ningbo, e as Maldivas são um dos 10 principais destinos turísticos para viagens internacionais.
A China continua sendo a maior potência comercial de mercadorias e a segunda maior importadora do mundo, além de ser um importante parceiro comercial de mais de 150 países e regiões. Os dados alfandegários mostram que o comércio de mercadorias da China atingiu 45,47 trilhões de yuans (US$ 6,51 trilhões) em 2025, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior, com exportações de 26,99 trilhões de yuans (US$ 4,06 trilhões) e importações de 18,48 trilhões de yuans (US$ 2,78 trilhões).
O comércio com os parceiros da Iniciativa Cinturão e Rota representou 51,9% do comércio exterior total da China. Esses números evidenciam uma realidade fundamental: A China precisa do mundo para crescer, e o mundo precisa da China para a prosperidade global.
O diálogo em Ningbo abordou repetidamente a escolha entre “construir muros” e “construir pontes”. No evento de terça-feira, o Prefeito de Auckland, Wayne Brown, relatou como uma porta de entrada no Pacífico Sul transformou a distância em abertura. Karimi Said, Prefeito da cidade marroquina de Errachidia, citou a agricultura de oásis e as tâmaras como elos com os mercados globais.
Os intercâmbios culturais durante o evento – incluindo um documento gravado em placa de cobre do Atol de Laamu, nas Maldivas, um escaravelho de Suez e doces normandos de Saint-Étienne, na França – foram colocados em pé de igualdade com os contratos comerciais, refletindo a ênfase do Consenso nos laços pessoais.
O Consenso de Ningbo compromete os participantes com uma colaboração industrial mais profunda, um comércio aberto e o intercâmbio entre as pessoas. Ele se alinha ao espírito de uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade, defendendo um mundo no qual as cidades apoiem umas às outras por meio da confiança mútua e de uma cooperação em que todos saem ganhando.
Ao conectar portos, cadeias de suprimentos e pessoas – tanto presencialmente quanto por meio de plataformas digitais – as 20 cidades enviaram uma mensagem clara: A abertura e a conectividade, e não o isolamento, continuam sendo o caminho mais seguro para oportunidades compartilhadas.
Foto deste comunicado disponível em https://www.globenewswire.com/NewsRoom/AttachmentNg/a9b55509-b530-40f7-a369-86eb58be1196

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 9871043)
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