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Regispel lança marketing sensorial de cereja no Royal

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Regispel, empresa com mais de 40 anos em automação comercial e bancária, realizou, em parceria com Baly Brasil e Royal Supermercados, uma ação de marketing sensorial na inauguração da nova loja do Royal em Barra Mansa (Sul Fluminense), no dia 27 de outubro. A iniciativa utilizou a tecnologia denominada Aromomídia, que incorpora bobinas térmicas aromatizadas nas impressoras de caixa para liberar aroma de cereja ao imprimir o cupom fiscal.

A liberação do aroma está associada ao energético Baly Cereja, edição especial da campanha nacional “Vai de Baly, Vai por Elas”, que tem como objetivo incentivar o protagonismo feminino. Cada lata de Baly Cereja 250 ml contém QR Code que direciona o público a conteúdos exclusivos e destina 100% do lucro a instituições que desenvolvem projetos voltados às mulheres.

“A Aromomídia, desenvolvida pela Regispel, traz inovação ao varejo ao transformar o cupom em experiência sensorial, permitindo ao consumidor conhecer o produto pelo aroma”, afirmou Silvia Kanashiro, gerente de marketing do Royal Supermercados.

Giancarlo Pizzutto, diretor de marketing da Regispel, destacou que o marketing sensorial amplia a comunicação no ponto de venda ao envolver o olfato, estímulo menos explorado que o visual, e que a ação demonstra como um item cotidiano como o cupom fiscal pode se tornar ferramenta de comunicação diferenciada.

A campanha “Vai de Baly, Vai por Elas”, idealizada por Dayane Titon Cardoso, diretora Comercial e de Marketing da Baly Brasil, lançou um milhão de latas especiais, destinando integralmente o lucro a projetos de apoio a mulheres. Ao associar o aroma de cereja aos cupons, a ação cria um ponto de contato adicional entre consumidores e a campanha, ampliando a visibilidade da marca e evidenciando o potencial da tecnologia para gerar impacto social positivo no varejo.



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Crédito fica mais acessível, mas CFO aponta o custo oculto

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A CFO Bárbara Andrade lança em São Paulo e em Belo Horizonte o livro “A Conta do Crescimento: como escolher a fonte certa de capital sem comprometer o futuro da empresa”. A obra chega em um momento em que pequenos negócios voltaram a ter mais facilidade para conseguir crédito no Brasil e analisa o que as empresas pagam ao captar recursos além dos juros, como a perda de participação no negócio e as garantias oferecidas com o patrimônio dos sócios.

Segundo a autora, um dos erros recorrentes é buscar dinheiro antes de saber quanto a própria operação consegue pagar. Bárbara resume o argumento na conclusão: “Nenhuma empresa quebra por escolher a fonte de capital errada. Ela quebra por escolher qualquer fonte antes de saber o que a operação pode sustentar.”

O livro analisa as alternativas disponíveis hoje para empresas de porte médio, do crédito bancário ao investimento em troca de participação, passando por fundos de recebíveis, dívida estruturada e venture debt. De acordo com a obra, parte desses instrumentos era acessível apenas a grandes companhias até poucos anos atrás. No mesmo período, credores e investidores passaram a avaliar com mais rigor a governança e a capacidade de pagamento das empresas.

A autora também trata de fatores que pesam na decisão e recebem menos atenção nas análises de captação, como o medo de perder o controle do negócio e o desconforto de oferecer bens da família como garantia. Para Bárbara, “essas preocupações integram a decisão e precisam ser consideradas junto à análise financeira”.

Com mais de 15 anos de carreira em finanças, Bárbara trabalhou com controladoria e orçamento na indústria automotiva, com planejamento financeiro e tesouraria no setor de tecnologia e foi CFO e sócia de uma empresa de aviação privada. Sua experiência de liderança, aliada à formação em conselhos de administração, orienta a visão sobre captação de recursos, governança e os impactos das decisões de capital no futuro das empresas.

A personagem fictícia que guia os capítulos, uma empresária que precisa escolher entre duas propostas de financiamento, foi criada a partir de situações que se repetiram em conversas da autora com lideranças de vários setores. Com base nessa convivência, o livro defende que o histórico financeiro e o relacionamento com bancos e investidores são construídos antes de a empresa precisar de dinheiro e influenciam prazo, custo e condições das negociações futuras.

Para a autora, a decisão de captar recursos não cabe apenas ao departamento financeiro. Definir onde o dinheiro será aplicado e como ele vai voltar ao caixa exige a participação da área comercial, da área de operações e da liderança da empresa. O livro foi escrito para quem decide sobre capital, seja qual for o cargo: fundadores que nunca tiveram um CFO ao lado para interpretar contratos, diretores financeiros e conselheiros que precisam avaliar propostas de captação.

O primeiro lançamento será em São Paulo, na Livraria da Vila, e o segundo, posteriormente, em Belo Horizonte. Os convites são individuais e enviados a profissionais com trajetória reconhecida em suas áreas. O livro faz parte do catálogo de publicações certificadas pela A7Z, que seleciona seus autores pela experiência na alta liderança.

Mineira de Belo Horizonte, Bárbara Andrade mora em São Paulo e é CFO da Boca Rosa Company, uma marca brasileira de beleza e cosméticos. Atua também como palestrante e mentora, com trajetória em empresas como Iveco, Fiat, Hotmart e Flapper. Em 2021, foi reconhecida como CFO do ano pelo Global Excellence Awards. É formada em Administração pelo CEFET-MG, possui especializações em Finanças pelo Ibmec e pela London School of Business and Finance, além de formação em conselhos de administração pelo IBGC.

A obra é publicada pela A7Z, certificadora e editora especializada no posicionamento da alta liderança, que transforma trajetórias de carreira em publicações de referência. A A7Z integra a Rede Líderes, ecossistema que reúne quem decide em finanças, tecnologia, pessoas, risco e receita para, juntos, descobrirem as soluções e tecnologias de mercado capazes de responder aos desafios de suas empresas.



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