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Saúde

Termina nesta quarta, dia 8, prazo para inscrições aos jogos estudantis

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Integram os jogos estudantis as seguintes modalidades esportivas: basquetebol, futsal, handebol e voleibol e vôlei de praia, atletismo, atletismo adaptado, natação, badminton, xadrez, tênis de mesa, artes marciais e ciclismo

A Superintendência de Esportes e Lazer informa que nesta quarta-feira, dia 8, é o último dia de inscrição dos Jogos Estudantis 2026. A etapa municipal tem como objetivo a seleção dos estudantes que irão representar Várzea Grande nos Jogos Escolares estadual, regional e nacional.

Integram os jogos estudantis as seguintes modalidades esportivas: basquetebol, futsal, handebol e voleibol e vôlei de praia, atletismo, atletismo adaptado, natação, badminton, xadrez, tênis de mesa, artes marciais e ciclismo.

Para participar, a equipe deve enviar o ofício de confirmação à Superintendência, localizada no Ginásio Fiotão. Posteriormente o responsável pela equipe receberá o login e a senha de acesso ao sistema para cadastrar os alunos que participarão.

Conforme a responsável por projetos e eventos da Superintendência de Esportes e Lazer, Elaine Arruda, essa é uma das principais competições no calendário esportivo do Município. “Já participei dos jogos estudantis e sei do compromisso de preparação dos alunos, dos professores. Então, estamos trabalhando com muito carinho para realizar o melhor evento para eles, como também para quem gosta de acompanhar”, disse Elaine.

Segundo o calendário esportivo, a solenidade de abertura ocorrerá no dia 13 de abril, sendo que do dia 14 ao dia 30 de abril ocorrerão as competições das modalidades coletivas. Já do dia 1º ao dia 3 de maio, ocorrerão as disputas individuais.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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São Paulo tem três novos casos de sarampo confirmados em bebês

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O estado de São Paulo confirmou mais três casos de sarampo nesta sexta-feira (26), envolvendo crianças com idades entre 6 meses e 1 ano. Duas não possuíam histórico de vacinação. Os infectados são dois meninos e uma menina, sem registro de viagens recentes. Todos evoluíram para a cura.

Com essas confirmações, o estado soma cinco casos de sarampo em 2026. Os dois primeiros eram importados: um bebê de 6 meses e um homem de 42 anos, registrados em março e abril, respectivamente. Ambos não possuíam histórico de vacinação e também foram curados.

Diante desse cenário epidemiológico, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) recomendou a aplicação da dose zero da vacina tríplice viral para bebês de 6 a 11 meses e 29 dias na capital paulista e em Guarulhos. Pelo calendário regular, as crianças só recebem a primeira dose ao completar 1 ano. 

A dose zero é uma estratégia adicional de proteção e não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação. Portanto, mesmo que a criança receba a dose zero entre 6 meses e 11 meses, deverá manter o esquema de rotina, com a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral, aos 15 meses.

Segundo a Secretaria, além da dose zero para a faixa etária indicada, outras medidas já foram adotadas pelo Centro de Vigilância Epidemiológica para impedir a circulação do vírus. Entre elas, a vacinação de bloqueio, usada para imunizar rapidamente pessoas que tiveram contato com infectados, além de ações de intensificação da vacinação em áreas de grande circulação, como aeroportos, terminais de ônibus e estações de metrô e trens. A ideia é interromper cadeias de transmissão e reduzir o risco de reintrodução do vírus no estado.

“O risco de reintrodução do sarampo no Brasil, associado à ocorrência de casos nas Américas e ao fluxo internacional de viajantes, reforça a necessidade de manter a vacinação em dia. São Paulo atua de forma preventiva, com intensificação da vigilância e ampliação das ações de vacinação para proteger a população”, disse a diretora do CVE-SP, Tatiana Lang.

A SES-SP monitora continuamente o cenário epidemiológico do sarampo e reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção contra a doença. Atualmente, a cobertura vacinal contra o sarampo no estado é de 85,32% para a primeira dose e de 72,06% para a segunda dose.

Sarampo

Apesar dos casos esporádicos registrados, o Brasil mantém o status de país livre da doença, reconquistado em 2024. 

O sarampo é uma doença viral infecciosa aguda altamente contagiosa e potencialmente grave. Sua transmissão acontece principalmente por via aérea ou gotículas respiratórias ao tossir, espirrar, falar ou respirar. O vírus causador da infecção pode se disseminar rapidamente em ambientes com grande concentração de pessoas.

Entre os sintomas figuram febre, tosse, coriza, perda de apetite e conjuntivite, com olhos vermelhos, lacrimejantes e fotofobia. 

Há também manchas vermelhas na pele. Erupções começam no rosto, na região atrás da orelha, e se espalham pelo corpo. A pessoa também pode sentir dor de garganta.

A pele pode descamar, como se fosse queimadura. O sarampo pode causar condições graves como cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro).

Vacinação

A principal forma de prevenção contra a doença é a vacinação, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e que faz parte do calendário básico de vacinação infantil.

A primeira dose deve ser tomada aos 12 meses de idade, com o imunizante tríplice viral, que protege também contra a caxumba e a rubéola. A segunda dose é aplicada aos 15 meses.

Qualquer pessoa com até 59 anos que não tenha comprovante de imunização ou não tenha completado o esquema vacinal deve atualizar a carteira de vacinação. 

Fonte: EBC Saúde

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