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CASACOR São Paulo tem 41% da mostra com acesso gratuito
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A CASACOR São Paulo 2026 convida o público a vivenciar a mostra de uma maneira ainda mais aberta e integrada à cidade. Em sua segunda edição no Parque da Água Branca, a mostra amplia as áreas de acesso gratuito e permite que visitantes explorem parte significativa de sua programação sem a necessidade de adquirir ingresso.
Nesta edição, 41% da área da CASACOR São Paulo poderá ser acessada gratuitamente mediante cadastro, incluindo jardins, restaurantes, cafés, lojas e a Arena do Conhecimento, desenvolvida pelo Senac São Paulo + Estudio Guto Requena. A iniciativa reforça o compromisso da CASACOR com a democratização do acesso à arquitetura, ao design, à cultura e à convivência em espaços de qualidade.
Mais do que uma mostra de arquitetura, a CASACOR reafirma seu papel como plataforma cultural e agente de transformação urbana. Ao longo de sua trajetória, o evento se consolidou também pela ocupação temporária de edifícios históricos e espaços pouco acessados da cidade, promovendo requalificação urbana, novos usos e reconexão do público com patrimônios arquitetônicos e culturais. A edição de 2026 reforça esse compromisso ao propor uma ocupação que respeita integralmente as diretrizes de preservação do Parque da Água Branca.
Galeria Muxarabi, de Favaro Arquitetos
A experiência começa antes mesmo da entrada nos ambientes expositivos. Desenvolvida por José Luiz Favaro e Yuri Matsui Ramos, a fachada de muxarabis que contorna a mostra funciona como um grande elemento cenográfico e conceitual. Sem esconder completamente o interior, mas também sem revelá-lo por inteiro, a estrutura cria um jogo de luz, sombra e movimento que convida a diminuir o ritmo e mergulhar na experiência.
Entre os destaques de acesso gratuito estão jardins, instalações e espaços que traduzem o tema “Mente e Coração” por meio do contato com a natureza, da contemplação e do bem-estar. Logo na chegada, o público encontra o Jardim Respiro, assinado por Ana Lui e Karen Marini, que reúne espécies brasileiras pouco usuais e um meliponário dedicado à criação de abelhas sem ferrão. O percurso segue pela Biobilheteria, de Viviane Telles, marcada por uma luminária de bambu e micélio e por esculturas em madeira, e passa pelo Conhecer para Preservar, ambiente de Pam Faccin Arquitetura Paisagística que apresenta a biodiversidade da Mata Atlântica por meio de uma praça-jardim educativa.
Também integram o circuito gratuito o jardim Da Terra ao Solo, de Maria Fernanda Marques Paisagismo; o pavilhão modular Cubikoo Pavilion, do designer holandês Edward van Vliet; o Jardim Ikigai, de Kawai Paisagismo; o Jardim Onde a Mente Pousa, de Bia Abreu Paisagismo; o Refúgio Fleury, criado pelo Estúdio Musgo; o jardim Entre Folhas, de Pedro Rabelais Paisagismo; Clareira na Mata, de Alexandre Galhego Paisagismo; e a instalação Pirasesá Olho de Peixe, de Hugo Ribas, que encerra o percurso da mostra com obras inéditas da artista visual indígena Auá Mendes. A visitação inclui ainda a Samádi House | Powered by Denza, de Carol Barreto, inspirada em conceitos de espiritualidade, design biofílico e bem-estar, e a Casa Ecomorada, da Volar Interiores, uma cabana modular que alia acessibilidade, aproveitamento da luz natural e economia circular por meio do uso de materiais produzidos a partir de resíduos reaproveitados.
Galeria Elo, do Panapaná Estúdio
A programação gratuita se estende aos espaços dedicados à convivência, cultura, compras e gastronomia. Entre eles estão a Galeria Elo, projetada pelo Panapaná Estúdio; a ótica Através das Lentes, de Henrique Mariani; a Sala Renovatio, assinada por Maicon Cesca Architecture; e a Loja do MASP, criada pelo Studio Garoa. Restaurantes, cafés e áreas de permanência distribuídos ao longo do percurso complementam a experiência.
Arena do Conhecimento, do Senac São Paulo + Estudio Guto Requena
O acesso livre contempla ainda a Arena do Conhecimento, que recebe debates, encontros e rodas de conversa sobre arquitetura, design, sustentabilidade, inovação e comportamento, ampliando o caráter cultural e educativo da mostra.
Com o tema “Mente e Coração”, a edição de 2026 propõe uma reflexão sobre a necessidade de desacelerar e fortalecer as conexões humanas em um mundo marcado pelo excesso de informações e pela aceleração constante da vida contemporânea. Essa proposta se materializa em um percurso que integra arquitetura, paisagismo, arte, gastronomia e natureza, criando experiências que estimulam os sentidos e promovem bem-estar.
A edição reúne 70 ambientes entre casas, espaços de debate e áreas de estar, jardins, praças, instalações artísticas, escadarias, estúdios, lofts e tiny houses, ocupando mais de 10 mil m² no coração de um parque urbano com vegetação preservada.
Serviço
A 39ª edição da CASACOR São Paulo será realizada até 09 de agosto, com funcionamento de terça a domingo, incluindo feriados, sempre das 11h às 22h. A entrada no Parque da Água Branca (Rua Dona Ana Pimentel, 37) é permitida até as 20h, enquanto a bilheteria presencial e o acesso à mostra funcionam até as 20h15. Em dias de jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, os horários poderão sofrer alterações.
Os ingressos poderão ser adquiridos pela bilheteira online, pelo aplicativo oficial da CASACOR, disponível para Android e iOS, ou presencialmente na mostra. Crianças de até 10 anos não pagam, mediante apresentação de documento comprobatório. Menores de 14 anos devem estar acompanhados por um responsável. Estudantes, idosos, professores e pessoas com deficiência têm direito à meia-entrada, mediante comprovação.
Para mais informações, basta acessar o site CASACOR
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Diálogo Global de Prefeitos confirma o compromisso da China com a abertura

Porto de Ningbo-Zhoushan. /CMG
PEQUIM, Nov. 05, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — O principal evento do Diálogo Global de Prefeitos de 2026 teve início na cidade portuária de Ningbo na terça-feira, com representantes de 15 países e 20 cidades internacionais. Com o tema “Abertura e Conectividade para Oportunidades Compartilhadas”, o evento resultou em 14 acordos de cooperação e no Consenso de Ningbo sobre Desenvolvimento Cooperativo, destacando o papel das cidades como impulsionadoras do comércio aberto e do benefício mútuo.
Os projetos firmados abrangem intercâmbios entre cidades-irmãs, comércio e investimentos, ciência e educação, e cultura e turismo. “A abertura da cidade não é uma simples expansão e sim uma integração bidirecional das cadeias globais de indústria e inovação”, afirmou o Prefeito de Ningbo, Shen Mingquan.
Uma das primeiras cidades costeiras da China a abrir as portas para o mundo, Ningbo mantém laços econômicos e comerciais com mais de 220 países e regiões em todo o mundo.
Essa integração global tem trazido resultados significativos. Em 2024, uma delegação de Ningbo se reuniu com as autoridades do Canal de Suez no Egito. Como resultado, a Dashun Fur de Ningbo investiu US$ 40 milhões na Zona Econômica do Canal de Suez, expandindo sua cooperação dos têxteis tradicionais para a logística moderna. Produtos como o leite em pó da Nova Zelândia e as tâmaras marroquinas são populares entre os moradores de Ningbo, e as Maldivas são um dos 10 principais destinos turísticos para viagens internacionais.
A China continua sendo a maior potência comercial de mercadorias e a segunda maior importadora do mundo, além de ser um importante parceiro comercial de mais de 150 países e regiões. Os dados alfandegários mostram que o comércio de mercadorias da China atingiu 45,47 trilhões de yuans (US$ 6,51 trilhões) em 2025, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior, com exportações de 26,99 trilhões de yuans (US$ 4,06 trilhões) e importações de 18,48 trilhões de yuans (US$ 2,78 trilhões).
O comércio com os parceiros da Iniciativa Cinturão e Rota representou 51,9% do comércio exterior total da China. Esses números evidenciam uma realidade fundamental: A China precisa do mundo para crescer, e o mundo precisa da China para a prosperidade global.
O diálogo em Ningbo abordou repetidamente a escolha entre “construir muros” e “construir pontes”. No evento de terça-feira, o Prefeito de Auckland, Wayne Brown, relatou como uma porta de entrada no Pacífico Sul transformou a distância em abertura. Karimi Said, Prefeito da cidade marroquina de Errachidia, citou a agricultura de oásis e as tâmaras como elos com os mercados globais.
Os intercâmbios culturais durante o evento – incluindo um documento gravado em placa de cobre do Atol de Laamu, nas Maldivas, um escaravelho de Suez e doces normandos de Saint-Étienne, na França – foram colocados em pé de igualdade com os contratos comerciais, refletindo a ênfase do Consenso nos laços pessoais.
O Consenso de Ningbo compromete os participantes com uma colaboração industrial mais profunda, um comércio aberto e o intercâmbio entre as pessoas. Ele se alinha ao espírito de uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade, defendendo um mundo no qual as cidades apoiem umas às outras por meio da confiança mútua e de uma cooperação em que todos saem ganhando.
Ao conectar portos, cadeias de suprimentos e pessoas – tanto presencialmente quanto por meio de plataformas digitais – as 20 cidades enviaram uma mensagem clara: A abertura e a conectividade, e não o isolamento, continuam sendo o caminho mais seguro para oportunidades compartilhadas.
Foto deste comunicado disponível em https://www.globenewswire.com/NewsRoom/AttachmentNg/a9b55509-b530-40f7-a369-86eb58be1196

GLOBENEWSWIRE (Distribution ID 9871043)
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