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Temperatta investe R$ 6 milhões em expansão operacional

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A Temperatta anuncia investimentos que podem chegar a R$ 6 milhões em expansão de estrutura e capacidade produtiva, visando multiplicar por duas a três vezes a produção em todas as linhas. O aporte fortalece não apenas a fabricação, mas também os serviços integrados — de venda e logística a merchandising e promoção —, cobrindo 100% do território onde atua comercialmente.

A empresa possui operação 100% própria: enquanto grandes redes lidam com até 400 fornecedores terceirizados (dos quais apenas um terço gerencia integralmente), a Temperatta controla toda a cadeia com cerca de 180 profissionais dedicados à operação mensal.

“O mais barato que temos hoje é o produto. Mas o diferencial está no serviço de extrema qualidade que entregamos ao supermercadista, abrangendo 100% do nosso território comercial — com venda, logística e merchandising. Só assim conseguimos atender à expansão de qualquer grande player, alinhados ao seu projeto de crescimento”, afirma Fernando Seabra, CEO da Temperatta.

O foco reflete o cenário favorável em Minas Gerais, onde empresas supermercadistas crescem, ao contrário da desaceleração em outros estados. A equipe de gestão da Temperatta realiza o monitoramento dessa expansão, ajustando operações em tempo real.

Em seus 11 anos, a companhia já demonstrou capacidade de superação, crescendo 27,5% em 2025. “Esses investimentos garantem agilidade, qualidade e escalabilidade para acompanhar a expansão de qualquer empresa, posicionando a Temperatta para liderar o mercado de temperos, apoiando o varejo em um período de transformação digital e expansão física”, explica Seabra.



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Reprovação de 80% na OAB desafia bacharéis em Direito

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Etapa obrigatória para quem se formou em Direito e quer advogar, o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tem um índice de reprovação próximo a 80%, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgados pelo Metrópoles. A dificuldade de aprovação pode acabar frustrando muitos profissionais que acabaram de terminar a faculdade.

Priscila Pinheiro, advogada e CEO do Grupo Adali, ecossistema de soluções como o Correspondente Dinâmico, explica que muitos estudantes de Direito concluem o curso esperando ingressar rapidamente no mercado, mas encontram uma nova barreira para atuar plenamente na advocacia.

Isso gera impactos emocionais, financeiros e também profissionais, principalmente porque muitos acabam se afastando da prática jurídica justamente no momento em que mais precisariam desenvolver experiência.

“Uma das principais dificuldades é a sensação de estagnação profissional. Muitos bacharéis encontram barreiras para conquistar oportunidades compatíveis com sua formação e enfrentam dificuldade para adquirir experiência prática. Também existe insegurança financeira e uma pressão muito grande em torno da aprovação no exame”, afirma ela.

Outro ponto que pesa é o fato de ser um mercado bastante concorrido: o Brasil é o país com mais advogados proporcionalmente no mundo. Há um profissional a cada 164 brasileiros, conforme reconhecido pela própria OAB.

Sem vivência prática constante, muitos profissionais acabam tendo dificuldade para se desenvolver tecnicamente na área e concorrer com advogados mais experientes, pontua Pinheiro. A CEO destaca que a correspondência jurídica é vista como uma alternativa a quem não quer se manter fora do mercado enquanto se prepara para tentar novamente o exame da OAB.

“A correspondência jurídica consiste na realização de atividades práticas ligadas à rotina forense, como protocolos, cópias processuais, diligências em fóruns e cartórios, acompanhamento processual e apoio operacional a escritórios e departamentos jurídicos”, explica Pinheiro.

Na prática, estudantes e bacharéis conseguem atuar diretamente no ambiente jurídico, adquirindo experiência e criando contato com profissionais da área mesmo antes da aprovação na OAB, tudo isso de forma legal.

“Mais do que gerar renda, a correspondência proporciona compreensão prática do funcionamento do Judiciário; networking com escritórios e advogados; desenvolvimento profissional acelerado; experiência prática valorizada pelo mercado”, detalha Pinheiro.

Nesse contexto, foram surgindo empresas e soluções voltadas à correspondência jurídica. Um exemplo é o Correspondente Dinâmico. Segundo Gian Nunes, cofundador do Grupo Adali e especialista em tecnologia, a plataforma funciona como uma ponte entre profissionais e contratantes em todo o Brasil.

“O Correspondente Dinâmico permite que estudantes, bacharéis e correspondentes encontrem demandas compatíveis com sua região e perfil de atuação, ampliando o acesso a oportunidades no mercado jurídico. Atualmente, a plataforma conecta profissionais a mais de 40 mil contratantes”, afirma Nunes.

O especialista ressalta que a tendência é que a tecnologia tenha um papel cada vez mais importante na democratização do acesso ao mercado jurídico. Isso porque plataformas digitais reduzem barreiras geográficas, aproximam profissionais de oportunidades reais e permitem que estudantes e bacharéis iniciem sua vivência prática mais cedo.

“É algo que muda a forma como muitos profissionais constroem carreira, porque o desenvolvimento deixa de depender exclusivamente de estruturas tradicionais e passa a contar também com ambientes digitais que conectam demanda, experiência e networking profissional”, avalia Nunes.

Para saber mais, basta acessar: https://correspondentedinamico.com.br/



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