Economia
Reprovação de 80% na OAB desafia bacharéis em Direito
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Etapa obrigatória para quem se formou em Direito e quer advogar, o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tem um índice de reprovação próximo a 80%, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgados pelo Metrópoles. A dificuldade de aprovação pode acabar frustrando muitos profissionais que acabaram de terminar a faculdade.
Priscila Pinheiro, advogada e CEO do Grupo Adali, ecossistema de soluções como o Correspondente Dinâmico, explica que muitos estudantes de Direito concluem o curso esperando ingressar rapidamente no mercado, mas encontram uma nova barreira para atuar plenamente na advocacia.
Isso gera impactos emocionais, financeiros e também profissionais, principalmente porque muitos acabam se afastando da prática jurídica justamente no momento em que mais precisariam desenvolver experiência.
“Uma das principais dificuldades é a sensação de estagnação profissional. Muitos bacharéis encontram barreiras para conquistar oportunidades compatíveis com sua formação e enfrentam dificuldade para adquirir experiência prática. Também existe insegurança financeira e uma pressão muito grande em torno da aprovação no exame”, afirma ela.
Outro ponto que pesa é o fato de ser um mercado bastante concorrido: o Brasil é o país com mais advogados proporcionalmente no mundo. Há um profissional a cada 164 brasileiros, conforme reconhecido pela própria OAB.
Sem vivência prática constante, muitos profissionais acabam tendo dificuldade para se desenvolver tecnicamente na área e concorrer com advogados mais experientes, pontua Pinheiro. A CEO destaca que a correspondência jurídica é vista como uma alternativa a quem não quer se manter fora do mercado enquanto se prepara para tentar novamente o exame da OAB.
“A correspondência jurídica consiste na realização de atividades práticas ligadas à rotina forense, como protocolos, cópias processuais, diligências em fóruns e cartórios, acompanhamento processual e apoio operacional a escritórios e departamentos jurídicos”, explica Pinheiro.
Na prática, estudantes e bacharéis conseguem atuar diretamente no ambiente jurídico, adquirindo experiência e criando contato com profissionais da área mesmo antes da aprovação na OAB, tudo isso de forma legal.
“Mais do que gerar renda, a correspondência proporciona compreensão prática do funcionamento do Judiciário; networking com escritórios e advogados; desenvolvimento profissional acelerado; experiência prática valorizada pelo mercado”, detalha Pinheiro.
Nesse contexto, foram surgindo empresas e soluções voltadas à correspondência jurídica. Um exemplo é o Correspondente Dinâmico. Segundo Gian Nunes, cofundador do Grupo Adali e especialista em tecnologia, a plataforma funciona como uma ponte entre profissionais e contratantes em todo o Brasil.
“O Correspondente Dinâmico permite que estudantes, bacharéis e correspondentes encontrem demandas compatíveis com sua região e perfil de atuação, ampliando o acesso a oportunidades no mercado jurídico. Atualmente, a plataforma conecta profissionais a mais de 40 mil contratantes”, afirma Nunes.
O especialista ressalta que a tendência é que a tecnologia tenha um papel cada vez mais importante na democratização do acesso ao mercado jurídico. Isso porque plataformas digitais reduzem barreiras geográficas, aproximam profissionais de oportunidades reais e permitem que estudantes e bacharéis iniciem sua vivência prática mais cedo.
“É algo que muda a forma como muitos profissionais constroem carreira, porque o desenvolvimento deixa de depender exclusivamente de estruturas tradicionais e passa a contar também com ambientes digitais que conectam demanda, experiência e networking profissional”, avalia Nunes.
Para saber mais, basta acessar: https://correspondentedinamico.com.br/
Economia
Busca por plano de saúde internacional cresce entre médicos
A crescente internacionalização da medicina tem contribuído para uma mudança no perfil de contratação de benefícios voltados aos profissionais da área da saúde. Em 2026, um dos produtos que mais desperta interesse entre médicos é o plano de saúde internacional, modalidade que oferece cobertura em diversos países e amplia as possibilidades de atendimento fora do território brasileiro.
O movimento acompanha uma realidade cada vez mais comum na profissão. Médicos brasileiros participam regularmente de congressos internacionais, cursos de aperfeiçoamento, programas de intercâmbio, pesquisas acadêmicas e atividades profissionais em outros países. Além disso, a expansão da telemedicina e das parcerias entre instituições de saúde de diferentes regiões do mundo aumentou a necessidade de soluções que ofereçam assistência médica além das fronteiras nacionais.
De acordo com informações apresentadas no conteúdo “Plano de Saúde Internacional para Médicos 2026: Como Funciona“, os planos internacionais podem oferecer cobertura para consultas, exames, internações, cirurgias, tratamentos especializados e atendimentos de emergência em uma ampla rede de hospitais e clínicas espalhados por diferentes países.
A principal diferença em relação aos planos convencionais está justamente na abrangência geográfica. Enquanto a maioria dos planos nacionais possui cobertura limitada ao Brasil, os planos internacionais permitem que o beneficiário tenha acesso a atendimento médico em centros de excelência localizados na América do Norte, Europa, Ásia, Oceania e outras regiões, dependendo das condições previstas em contrato.
O crescimento da procura também está relacionado à busca por mais previsibilidade financeira durante viagens e estadias no exterior. Em muitos países, os custos médicos podem alcançar valores elevados, especialmente em situações que envolvem internações ou procedimentos de alta complexidade. Dessa forma, a contratação de uma cobertura internacional surge como alternativa para reduzir riscos financeiros e facilitar o acesso à assistência médica em momentos de necessidade.
Outro aspecto que tem influenciado a decisão dos profissionais é a busca por soluções específicas para a categoria médica. O mercado disponibiliza atualmente modalidades desenvolvidas para atender às necessidades desse público, considerando fatores como renda, perfil profissional, rotina de deslocamentos e exigências relacionadas à qualidade da rede assistencial.
Esse cenário pode ser observado também no conteúdo “Plano de Saúde para Médicos em 2026“, que destaca a importância de avaliar critérios como abrangência de cobertura, qualidade dos hospitais credenciados, opções de reembolso, acomodação hospitalar e benefícios adicionais antes da contratação de um plano de saúde.
A análise das alternativas disponíveis tornou-se ainda mais relevante diante da evolução do setor de saúde suplementar. O aumento da concorrência entre operadoras e seguradoras tem levado ao desenvolvimento de produtos mais personalizados, com diferentes níveis de cobertura e acesso a redes premium de atendimento.
Segundo informações reunidas no guia “Plano de Saúde para Médicos em 2026: Como Escolher o Melhor“, fatores como perfil de utilização, local de residência, frequência de viagens e necessidades familiares devem ser considerados durante o processo de escolha, permitindo uma contratação mais alinhada às demandas individuais de cada profissional.
Além da preocupação com o acesso à assistência médica, cresce também o interesse por mecanismos de proteção financeira. Isso ocorre porque muitos médicos atuam por meio de pessoa jurídica, clínicas próprias ou contratos de prestação de serviços, o que pode resultar em menor previsibilidade de renda diante de afastamentos temporários ou situações inesperadas.
Nesse contexto, o planejamento financeiro tem ganhado espaço dentro da rotina da categoria. Conforme abordado no conteúdo “Seguro de Vida para Médicos em 2026: Como Funciona“, soluções de proteção patrimonial e cobertura para eventos imprevistos passaram a ser consideradas por profissionais que buscam maior estabilidade financeira ao longo da carreira.
A busca por informações também tem levado médicos a pesquisarem opções oferecidas por operadoras tradicionais do mercado. Entre os conteúdos mais acessados pelos profissionais está o material “Plano de Saúde Unimed para Médicos“, que reúne informações sobre características, benefícios e possibilidades de contratação voltadas à categoria.
O crescimento dos planos de saúde internacionais deverá continuar nos próximos anos, acompanhando a evolução da carreira médica e o fortalecimento das conexões globais entre profissionais, instituições de ensino, hospitais e centros de pesquisa. A expectativa é que a busca por cobertura internacional deixe de ser uma necessidade restrita a um pequeno grupo de profissionais e passe a integrar o planejamento de um número cada vez maior de médicos brasileiros.
Com a medicina cada vez mais conectada globalmente, o acesso a soluções que combinam assistência médica internacional, proteção financeira e flexibilidade de utilização tende a ganhar relevância. Nesse cenário, a escolha de um plano de saúde deixa de representar apenas uma decisão relacionada ao atendimento médico e passa a fazer parte de uma estratégia mais ampla de segurança, mobilidade profissional e planejamento de longo prazo.
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