Cultura
Viva Maria celebra os 82 anos da cirandeira Lia de Itamaracá
Cultura
Nesta segunda-feira, dia 12, o programa Viva Maria entra na roda da ciranda para homenagear uma das maiores mestras da cultura popular brasileira: Lia de Itamaracá, que completa 82 anos de vida dedicados à música, à tradição e à resistência cultural.

Nascida na Ilha de Itamaracá, em Pernambuco, Maria Madalena Correia do Nascimento, a Lia, transformou o canto aprendido nas praias, nas festas e nas rodas populares em um patrimônio vivo do Brasil. Sua trajetória se confunde com a própria história da ciranda nordestina, reconhecida em 2021 como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan.
O programa traz momentos marcantes de sua carreira, músicas que atravessaram gerações e uma entrevista especial concedida ao Viva Maria, em que Lia fala sobre o significado desse reconhecimento e sobre a força da cultura que nasce do povo e permanece viva na memória coletiva.
Mais do que celebrar uma artista, esta edição do Viva Maria celebra uma mulher que fez da própria vida uma ciranda, reunindo tradição, ancestralidade e futuro em cada verso.
Cultura
Artesanato alagoano ganha destaque na 64ª Semana de Design de Milão
Até o próximo dia 26, a Itália sedia mais uma Semana de Design de Milão, ou Semana do Móvel, como também é conhecido o principal evento mundial de mobiliário e design. O Brasil chega a esta edição, a de número 64, como o maior produtor de mobiliários da América Latina e o 6º do mundo.

A feira reúne mais de 1,9 mil expositores de 32 países, distribuídos em quase 170 mil metros quadrados de área. Um dos destaques é o Salone Satellite, que reúne 700 jovens designers de diferentes nacionalidades. O segmento coloca em cena uma das grandes questões do design contemporâneo: a relação entre tradição manual e avanços tecnológicos.
Um dos destaques do Brasil, no que diz respeito à identidade e diversidade, é a exposição “Alagoas Plural”, que integra o Fuorisalone, circuito externo com instalações e mostras espalhadas pela cidade italiana. A ideia é refletir sobre o papel da criação humana em um contexto de rápidas transformações tecnológicas e expansão da inteligência artificial.
Nesse cenário, a exposição alagoana apresenta peças que resultam de processos criativos profundamente ligados à experiência humana, à tradição e à identidade cultural.
São mais de 100 peças de mestres e artesãos do estado, que apresentam ao público um panorama da produção local, marcada pela tradição, pertencimento e ancestralidade, tendo como base três pilares do artesanato: cerâmica, entalhe em madeira e bordado.
As obras foram produzidas por 46 criadores, com destaque para a comunidade da Ilha do Ferro, além de 20 bordadeiras do município de Capela. Todos, apesar do conhecimento autodidata da maioria, se aglutinam sob o guarda-chuva da sensibilidade estética, rigor técnico e respeito ao meio ambiente.
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