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Cultura

Jetski, Panamera e Vampirinha: as músicas do Carnaval de Salvador

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A cada verão, novos lançamentos musicais passam a embalar ensaios, pré-carnavais, até fazer os circuitos estremecerem. Em Salvador (BA), o ritmo que vai dominar os trios é sempre motivo de curiosidade, expectativa e até disputa entre artistas e foliões.

Nas ruas da cidade, muita gente arrisca o o palpite sobre qual música vai marcar a folia neste ano.

“Eu acho que é música de Tony Salles, Panamera

Vampirinha, de Ivete Sangalo”

A de Léo Santana, ‘passa o olhinho aqui no meu corpinho, amor. Ai!”

“A de Bell Marques.

“Então, eu tô achando que Jetski, de Pedro Sampaio e Melody vai bombar, viu?”

“Vampirinha é claro, né, meu amor? Vampirinha, com certeza, vai ser a música do Carnaval.”

Músicas antigas em alta

Ainda é cedo para cravar qual música vai bombar neste ano, mas o levantamento do Ecad aponta as músicas mais tocadas no Carnaval de Salvador em 2025. No topo do ranking aparece “O Verão Bateu em Minha Porta”, seguida de “Faraó, Divindade do Egito” e do clássico “Eva”, mostrando que músicas mais antigas continuam na moda.

Entre os artistas mais executados:

  • Ivete Sangalo,
  • Léo Santana, e
  • Durval Lellis.

Além de ditar tendências e revisitar canções que fizeram história, o Carnaval também move a economia das músicas. Segundo o Ecad, a Bahia foi o segundo estado do país que mais arrecadou direitos autorais durante o Carnaval do ano passado, responsável por 17% do total nacional.

Os dados reforçam a importância do pagamento dos direitos autorais, da valorização dos compositores e do reconhecimento de quem cria a trilha sonora da maior festa de rua do planeta.


Fonte: EBC Cultura

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Cultura

Artesanato alagoano ganha destaque na 64ª Semana de Design de Milão

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Até o próximo dia 26, a Itália sedia mais uma Semana de Design de Milão, ou Semana do Móvel, como também é conhecido o principal evento mundial de mobiliário e design. O Brasil chega a esta edição, a de número 64, como o maior produtor de mobiliários da América Latina e o 6º do mundo.

A feira reúne mais de 1,9 mil expositores de 32 países, distribuídos em quase 170 mil metros quadrados de área. Um dos destaques é o Salone Satellite, que reúne 700 jovens designers de diferentes nacionalidades. O segmento coloca em cena uma das grandes questões do design contemporâneo: a relação entre tradição manual e avanços tecnológicos. 

Um dos destaques do Brasil, no que diz respeito à identidade e diversidade, é a exposição “Alagoas Plural”, que integra o Fuorisalone, circuito externo com instalações e mostras espalhadas pela cidade italiana. A ideia é refletir sobre o papel da criação humana em um contexto de rápidas transformações tecnológicas e expansão da inteligência artificial.

Nesse cenário, a exposição alagoana apresenta peças que resultam de processos criativos profundamente ligados à experiência humana, à tradição e à identidade cultural.

São mais de 100 peças de mestres e artesãos do estado, que apresentam ao público um panorama da produção local, marcada pela tradição, pertencimento e ancestralidade, tendo como base três pilares do artesanato: cerâmica, entalhe em madeira e bordado.

As obras foram produzidas por 46 criadores, com destaque para a comunidade da Ilha do Ferro, além de 20 bordadeiras do município de Capela. Todos, apesar do conhecimento autodidata da maioria, se aglutinam sob o guarda-chuva da sensibilidade estética, rigor técnico e respeito ao meio ambiente.


Fonte: EBC Cultura

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