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Orçamento de Sorriso para 2026 é estimado em R$ 1,05 bilhão

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A Prefeitura de Sorriso apresentou à população, nesta sexta-feira (24), o Projeto de Lei para subsidiar a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 em uma audiência pública realizada no Centro de Eventos Ari José Riedi. O orçamento global para o próximo ano foi estimado em R$ 1.059.384.000, com destinações específicas para diferentes órgãos e áreas prioritárias.

De acordo com o documento, a Câmara de Vereadores será responsável pela gestão de R$ 30 milhões, enquanto a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados (AGER) terá um orçamento de R$ 1.384.000. Para o Fundo Municipal de Previdência dos Servidores de Sorriso (Previso), serão destinados R$ 108.000.000.

Para 2026, a administração destinou 47,7% do orçamento para as áreas prioritárias de educação e saúde, superando o limite legal de 40%. Segundo o secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia, Cláudio Oliveira, o planejamento inclui 27,43% do orçamento para a Educação, em vez dos 25% obrigatórios, e 19,64% para a Saúde, acima do limite legal de 15%.

O restante do orçamento será utilizado para a continuidade dos serviços prestados pelas demais secretarias municipais. Todo o processo de elaboração da LOA foi participativo, com envolvimento da comunidade nas audiências públicas, tanto para a definição das diretrizes orçamentárias quanto na apresentação do esboço final da lei.

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Capacitação reforça uso de biodigestores nas escolas e fortalece educação ambiental em Sorriso

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Gestores das unidades escolares da rede municipal participaram, na tarde desta quarta-feira (10), de uma capacitação voltada ao funcionamento e à utilização dos biodigestores instalados nas escolas. O encontro, realizado na Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, integra as ações do programa Cidade Inteligente, Humana e Sustentável e também faz parte das iniciativas desenvolvidas pelo Eco Sorriso, consolidando o Município como referência na adoção de tecnologias sustentáveis no ambiente escolar, na inovação, sustentabilidade e educação ambiental.

Ao todo, 18 escolas municipais contam com a tecnologia, que transforma resíduos orgânicos em biogás e biofertilizantes, contribuindo para a gestão adequada dos resíduos produzidos diariamente nas cozinhas escolares. Além de promover a reciclagem de matéria orgânica e reduzir custos com energia, o sistema também diminui o envio de lixo aos aterros sanitários e incentiva práticas mais sustentáveis dentro do ambiente escolar.

Segundo o coordenador do Eco Sorriso e diretor de Saneamento Básico, Diogo Martins, a formação teve como principal objetivo atualizar os gestores que já acompanham o funcionamento dos biodigestores e capacitar os novos diretores que assumiram recentemente algumas unidades, além de envolver a equipe de nutricionistas da Central de Alimentação Escolar (CAE), fortalecendo o trabalho conjunto para manter os sistemas em pleno funcionamento e reativar aqueles que eventualmente estejam inativos.

“Durante o encontro, foram abordados aspectos técnicos do funcionamento da tecnologia israelense implantada no município, seus benefícios ambientais e econômicos. Os biodigestores representam uma oportunidade de transformar a educação ambiental em uma experiência prática dentro das escolas. Estamos formando gestores e equipes para que essa tecnologia seja utilizada em todo o seu potencial, aliando inovação, energias renováveis, sustentabilidade e aprendizagem.

Após a capacitação, os participantes realizaram uma visita técnica ao biodigestor da Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, referência no funcionamento do sistema. A unidade produz biogás e biofertilizante utilizado na manutenção dos jardins e do paisagismo da própria escola, tornando-se um exemplo prático dos benefícios proporcionados pela iniciativa.

“O biodigestor já faz parte da nossa rotina e mostra, na prática, que sustentabilidade também se aprende fazendo. Além dos benefícios ambientais, ele desperta a curiosidade dos alunos e amplia as possibilidades de trabalhar temas relacionados à preservação do meio ambiente, responsabilidade social e cuidado com os recursos naturais. Sem dúvida, é uma ferramenta que agrega muito valor ao processo educativo”, declarou a diretora da escola, Edena Cristina.

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