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Crescimento da construção civil amplia atenção sobre prazos

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O mercado imobiliário brasileiro atravessou 2025 em ritmo positivo, mesmo diante de juros elevados e maior seletividade na concessão de crédito. O setor registrou crescimento em lançamentos e vendas, reforçando a força da construção civil como uma das principais engrenagens da economia nacional. Mas, junto com a expansão, cresce também uma preocupação recorrente para quem compra imóvel na planta: a previsibilidade da entrega.

Para muitas famílias, a data de entrega de um empreendimento não é apenas uma informação contratual. Ela interfere em decisões financeiras, mudança de endereço, venda ou aluguel de outro imóvel, planejamento familiar e até na escolha da escola dos filhos. Para investidores, o prazo impacta diretamente o retorno esperado, a liquidez e a estratégia patrimonial.

Nesse cenário, cumprir cronogramas deixou de ser apenas uma obrigação operacional. Passou a ser um sinal de maturidade, gestão e respeito ao cliente.

A discussão ganha relevância em um momento em que a construção civil enfrenta desafios importantes, como pressão de custos, juros ainda elevados, escassez de mão de obra qualificada e maior complexidade na gestão de fornecedores. Mesmo com perspectivas positivas para 2026, o setor segue exigindo das empresas mais capacidade de planejamento, controle financeiro e execução técnica.

Em mercados regionais de forte expansão, como Uberlândia, esse cuidado se torna ainda mais relevante. A cidade tem se consolidado como um dos polos imobiliários mais dinâmicos do interior do país, impulsionada pelo crescimento econômico, pela chegada de novos moradores e pelo avanço de empreendimentos residenciais de diferentes padrões.

Para Vagner Pacheco, diretor da ZP Empreendimentos, a confiança do comprador começa muito antes da entrega das chaves.

“Quem compra um imóvel na planta está comprando também uma promessa. Por isso, o histórico da empresa pesa na decisão. Projeto bonito, localização e área comum são importantes, mas a pergunta principal continua sendo: essa construtora entrega o que promete?”, afirma.

Fundada em 2002, a ZP Empreendimentos atua no mercado imobiliário de Uberlândia com foco em empreendimentos residenciais de alto padrão construtivo. Segundo a empresa, um dos pilares da marca é a previsibilidade de entrega. Ao longo de sua trajetória, a incorporadora afirma manter um histórico sem atrasos de obras.

“Temos orgulho em dizer que nunca atrasamos uma obra. Para nós, isso não é apenas um dado institucional. É uma responsabilidade com cada cliente que confiou parte importante da sua vida e do seu patrimônio à nossa empresa”, reforça Vagner Pacheco.

Segundo o empresário, a pontualidade não depende de um único fator, mas de uma cultura de gestão. Entre os pontos considerados essenciais estão o planejamento financeiro conservador, o acompanhamento próximo das etapas da obra, a escolha criteriosa de fornecedores e a integração entre projeto, engenharia, suprimentos e comercial.

“Uma obra atrasada gera um efeito em cadeia. Afeta o cliente, compromete a credibilidade da marca e cria desgastes que poderiam ser evitados com planejamento. Por isso, prazo precisa ser tratado como compromisso estratégico, não como detalhe de cronograma”, destaca.

Com consumidores mais informados e investidores mais criteriosos, a tendência é que a reputação das incorporadoras seja cada vez mais avaliada por critérios objetivos. Entre eles, histórico de entrega, qualidade construtiva, transparência na comunicação e capacidade de cumprir o que foi prometido.

Nesse novo momento do mercado, a confiança passa a ser construída não apenas no discurso de venda, mas na consistência das entregas. Para quem compra, o imóvel ideal não é apenas aquele que encanta no lançamento, mas aquele que chega no prazo, com qualidade e segurança para ser vivido.



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Crédito fica mais acessível, mas CFO aponta o custo oculto

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A CFO Bárbara Andrade lança em São Paulo e em Belo Horizonte o livro “A Conta do Crescimento: como escolher a fonte certa de capital sem comprometer o futuro da empresa”. A obra chega em um momento em que pequenos negócios voltaram a ter mais facilidade para conseguir crédito no Brasil e analisa o que as empresas pagam ao captar recursos além dos juros, como a perda de participação no negócio e as garantias oferecidas com o patrimônio dos sócios.

Segundo a autora, um dos erros recorrentes é buscar dinheiro antes de saber quanto a própria operação consegue pagar. Bárbara resume o argumento na conclusão: “Nenhuma empresa quebra por escolher a fonte de capital errada. Ela quebra por escolher qualquer fonte antes de saber o que a operação pode sustentar.”

O livro analisa as alternativas disponíveis hoje para empresas de porte médio, do crédito bancário ao investimento em troca de participação, passando por fundos de recebíveis, dívida estruturada e venture debt. De acordo com a obra, parte desses instrumentos era acessível apenas a grandes companhias até poucos anos atrás. No mesmo período, credores e investidores passaram a avaliar com mais rigor a governança e a capacidade de pagamento das empresas.

A autora também trata de fatores que pesam na decisão e recebem menos atenção nas análises de captação, como o medo de perder o controle do negócio e o desconforto de oferecer bens da família como garantia. Para Bárbara, “essas preocupações integram a decisão e precisam ser consideradas junto à análise financeira”.

Com mais de 15 anos de carreira em finanças, Bárbara trabalhou com controladoria e orçamento na indústria automotiva, com planejamento financeiro e tesouraria no setor de tecnologia e foi CFO e sócia de uma empresa de aviação privada. Sua experiência de liderança, aliada à formação em conselhos de administração, orienta a visão sobre captação de recursos, governança e os impactos das decisões de capital no futuro das empresas.

A personagem fictícia que guia os capítulos, uma empresária que precisa escolher entre duas propostas de financiamento, foi criada a partir de situações que se repetiram em conversas da autora com lideranças de vários setores. Com base nessa convivência, o livro defende que o histórico financeiro e o relacionamento com bancos e investidores são construídos antes de a empresa precisar de dinheiro e influenciam prazo, custo e condições das negociações futuras.

Para a autora, a decisão de captar recursos não cabe apenas ao departamento financeiro. Definir onde o dinheiro será aplicado e como ele vai voltar ao caixa exige a participação da área comercial, da área de operações e da liderança da empresa. O livro foi escrito para quem decide sobre capital, seja qual for o cargo: fundadores que nunca tiveram um CFO ao lado para interpretar contratos, diretores financeiros e conselheiros que precisam avaliar propostas de captação.

O primeiro lançamento será em São Paulo, na Livraria da Vila, e o segundo, posteriormente, em Belo Horizonte. Os convites são individuais e enviados a profissionais com trajetória reconhecida em suas áreas. O livro faz parte do catálogo de publicações certificadas pela A7Z, que seleciona seus autores pela experiência na alta liderança.

Mineira de Belo Horizonte, Bárbara Andrade mora em São Paulo e é CFO da Boca Rosa Company, uma marca brasileira de beleza e cosméticos. Atua também como palestrante e mentora, com trajetória em empresas como Iveco, Fiat, Hotmart e Flapper. Em 2021, foi reconhecida como CFO do ano pelo Global Excellence Awards. É formada em Administração pelo CEFET-MG, possui especializações em Finanças pelo Ibmec e pela London School of Business and Finance, além de formação em conselhos de administração pelo IBGC.

A obra é publicada pela A7Z, certificadora e editora especializada no posicionamento da alta liderança, que transforma trajetórias de carreira em publicações de referência. A A7Z integra a Rede Líderes, ecossistema que reúne quem decide em finanças, tecnologia, pessoas, risco e receita para, juntos, descobrirem as soluções e tecnologias de mercado capazes de responder aos desafios de suas empresas.



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