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Violinista do Pará brilha no Festival Internacional Sesc de Música

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Oi, oi gente amiga desse nosso programa  que nesta edição é  um convite à escuta de uma jovem de 25 anos, a violinista amazônida  Agatha Nascimento, moradora de Barcarena, (PA)

Reconhecidamente,  ela é  um talento no campo da música de concerto brasileira  que, orgulhosamente  apresenta a força criativa do Pará   no 14º Festival Internacional Sesc de Música, que está acontecendo desde o dia  19  de janeiro, em Pelotas (RS),. 

A trajetória de Ágatha mostra como a música é capaz de transformar vidas e abrir caminhos. Integrante da Orquestra Jovem Sesc Pará desde 2025, ela ocupa a posição de Spalla – a primeira violinista do naipe, responsável por liderar os demais violinistas nas arcadas da orquestra.

Na música, Ágatha sempre buscou aliar o talento a uma sólida base acadêmica. Ela é formada em violino pela Universidade Estadual do Pará (UEPA) e pela Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA), onde ingressou simultaneamente nos cursos técnico e de licenciatura em 2021. 

Incentivada pela avó, Ágatha tocou os primeiros acordes há 10 anos, dentro da igreja da sua comunidade. Rapidamente se destacou e, com dedicação, ganhou notoriedade. Agora, é professora de violino em Barcarena, aluna do renomado professor chileno Yerko Tabila e continua a brilhar na orquestra da sua igreja. Viva Maria comemora  com  entusiasmo o fato dela estar sendo chamada a  integrar a Orquestra Jovem Sesc Brasil , onde se apresenta amanhã  à noite , no Theatro Guarany, no Festival de Pelotas.


Fonte: EBC Cultura

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Dia de São Jorge é comemorado no Rio de Janeiro

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“23 de abril, dia do santo guerreiro. São Jorge e Ogum, como o santo é cultuado no sincretismo religioso, reúnem uma legião de devotos que celebram a data com festa em todo o estado do Rio de Janeiro.

Desde a madrugada, uma multidão de fiéis se concentra na Igreja Matriz de São Jorge, em Quintino, na zona norte da capital, para festejar o soldado romano, padroeiro do estado, famoso pela lenda de ter matado um dragão.

A programação especial já teve louvor, momentos de oração e espetáculo com 300 drones antes da tradicional missa da alvorada. Durante a manhã e a tarde, estão agendadas outras missas, inclusive com a presença do cardeal arcebispo Dom Orani João Tempesta, além de outras autoridades.

A partir das 16h, os fiéis saem em procissão até a noite, quando as missas retornam. A última será às 19h30

No centro do Rio, em palco montado na Avenida Presidente Vargas, próximo à Igreja de São Jorge na Praça da República, as missas começaram também na madrugada e desde as sete da manhã ocorrem de hora em hora até as 16h.

Às 18h, a celebração de encerramento será presidida pelo cardeal Dom Orani. O padre Celso Copetti lembra que São Jorge dialoga com todas as realidades da vida do povo do Rio de Janeiro:

‘São Jorge é considerado aquele que vence o dragão e o dragão significa o mal, significa as injustiças, as lutas cotidianas. E tem uma matriz africana, sim, porque todos se sentem às vezes excluídos e como nós sabemos que ao longo da história e da cultura carioca também houve momentos difíceis de discriminação. E São Jorge faz parte de toda a vida das comunidades, não importa de que religião, de que igreja, de que cultura nós somos.’


Rio de Janeiro (RJ), 23/04/2025 – O babalorixá Luiz Alberto de Oxóssi, do candomblé, oferta bençãos a devotos durante as celebrações ao Dia de São Jorge, no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O babalorixá Luiz Alberto de Oxóssi, do Candomblé, oferta bençãos a devotos durante as celebrações ao Dia de São Jorge, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

Além dos eventos católicos, terreiros de Umbanda e Candomblé abrem suas portas para o toque em homenagem a Ogum, orixá da mitologia iorubá. É ele o senhor da tecnologia e da agricultura, aquele que forja as ferramentas, enfrenta as guerras e protege os trabalhadores.

Diversas feijoadas e rodas de samba em homenagem a São Jorge também estão na agenda da cidade neste 23 de abril. Este é o primeiro ano em que as celebrações ocorrem após o reconhecimento da festa no calendário oficial da capital fluminense.

Fonte: EBC Cultura

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