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Saúde

Secretário de Serviços Públicos afirma que mudanças na limpeza urbana trouxeram mais eficiência na prestação de serviços em Várzea Grande

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Saúde

O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, afirmou que as mudanças no contrato e na empresa prestadora de serviços tornaram a limpeza urbana mais eficiente, com aumento no número de trabalhadores nas ruas. As declarações foram feitas durante sessão na Câmara Municipal, nesta terça-feira (14).

Gerson respondeu aos questionamentos dos parlamentares e ouviu as demandas da sociedade. Segundo o secretário, a empresa anterior não cumpria o contrato nem as convenções coletivas da categoria, além de não prestar o serviço conforme o acordo estabelecido.

A empresa anterior contava com cerca de 90 funcionários, enquanto a atual prestadora já ultrapassa 120 trabalhadores. Diante disso, a Prefeitura rescindiu o contrato e realizou uma contratação emergencial, garantindo o princípio da continuidade do serviço público.

“A antiga empresa recebia por hora trabalhada; hoje, a nova contratada recebe por metro quadrado, ou seja, por produção. Com isso, passamos a pagar efetivamente pelo serviço prestado e pela eficiência da empresa. Mesmo com as dificuldades e com o período chuvoso, que aumenta a demanda por limpeza, melhoramos a eficiência na prestação do serviço”, afirmou Scarton.

“Melhoramos muito. Infelizmente, ficamos um período contando apenas com os trabalhadores próprios da Prefeitura, pois a empresa estava em fase de contratação de funcionários, o que acabou acumulando serviços. Em breve, estaremos com tudo regularizado. Sabemos que ainda não está perfeito, por isso conto com a colaboração dos munícipes, vereadores e de todos para fiscalizar os serviços da Secretaria. As reclamações ainda existem, mas houve melhora, e estamos tendo um saldo positivo”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

Goiás tem 42% dos casos de síndrome respiratória até 2 anos de idade

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O estado de Goiás decretou, nesta semana, situação de emergência de saúde pública em razão do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Em dados divulgados até o início da tarde deste domingo (19), pelo menos 42% dos casos estão relacionados a bebês (até dois anos de idade)

Segundo os números do painel, nessa faixa etária são 1.139 casos do total de 2.671 registrados.

Outra faixa etária que requer atenção especial é de pessoas acima de 60 anos de idade, com 482 casos (18% do total).

Emergência

Ao todo, já foram registradas 115 mortes no estado em vista da SRAG. Quando a Secretaria de Saúde decretou emergência, na quinta-feira (16), eram 2.560 casos. A medida estadual, estipulada em 180 dias, demandou, por exemplo, a instalação de um centro de operações para o monitoramento e a gestão da situação. 

Segundo o painel, 148 casos estariam relacionados à circulação do vírus da Influenza e 1.080 relacionados a outros vírus. Há alerta em relação à circulação da variante K do Influenza.

Outras ações do governo local foram a aquisição especial de insumos e materiais e contratação de serviços estritamente necessários ao atendimento da situação com dispensa de licitação.

“Nesse período, a administração pública estadual deverá providenciar o regular processo de licitação”.

O decreto ainda autoriza a contratação de pessoal por tempo determinado, com a finalidade de combate à epidemia.

“Tramitarão em regime de urgência e prioridade, em todos os órgãos e entidades da administração pública estadual, os processos referentes a assuntos vinculados ao decreto”.

Distrito Federal

Vizinho a Goiás, o Distrito Federal também monitora a situação. No entanto, a Secretaria de Saúde local informou que a variante K da Influenza já é predominante na América do Sul neste ano.

“Mas, até o momento, não há evidências de aumento da gravidade dos casos nem de perda de eficácia das vacinas disponíveis”, escreveu o secretário de Saúde Juracy Cavalcante.  

De acordo com informações da vigilância epidemiológica, até agora, foram registrados 67 casos de SRAG por influenza, incluindo um óbito.

“Apesar do cenário de 2026 sugerir, até o momento, a ocorrência dentro do padrão sazonal esperado de influenza, a dinâmica reforça a importância do monitoramento contínuo diante da possibilidade de aumento de casos nas próximas semanas. Seguimos com monitoramento permanente, e a população pode permanecer tranquila, mantendo a vacinação em dia”, disse o secretário do DF.

Em alta 

Nesta semana, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) havia divulgado, em boletim, que havia aumento de casos de SRAG em crianças menores de 2 anos em quatro das cinco regiões do país (Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste).

“A análise aponta que o crescimento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator de elevação dos casos nessa faixa etária”.

Esses casos que afetam bebês, segundo o boletim, aumentaram em todo o Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal), Sudeste (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo), e em estados do Norte.

Outra informação do boletim é que os casos graves por covid-19 seguem em baixa no Brasil.

Vacinação 

O Ministério da Saúde mantém campanha nacional de vacinação contra a influenza em todo o Brasil, com prioridade para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes, mais suscetíveis a desenvolver quadros graves. 

A vacina contra a covid-19 deve ser tomada por todos os bebês, aos 6 meses de idade.

Reforços periódicos são recomendados para idosos, gestantes, pessoas com deficiência e comorbidade ou imunosuprimidas e outros grupos vulneráveis. 

No ano passado, o Ministério da Saúde passou a oferecer também a vacina contra o vírus sincicial respiratório para grávidas, com o objetivo de proteger os bebês pequenos, principais alvos do vírus, que causa a bronquiolite.

Fonte: EBC Saúde

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