Saúde
Secretário de Serviços Públicos afirma que mudanças na limpeza urbana trouxeram mais eficiência na prestação de serviços em Várzea Grande
Saúde
O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, afirmou que as mudanças no contrato e na empresa prestadora de serviços tornaram a limpeza urbana mais eficiente, com aumento no número de trabalhadores nas ruas. As declarações foram feitas durante sessão na Câmara Municipal, nesta terça-feira (14).
Gerson respondeu aos questionamentos dos parlamentares e ouviu as demandas da sociedade. Segundo o secretário, a empresa anterior não cumpria o contrato nem as convenções coletivas da categoria, além de não prestar o serviço conforme o acordo estabelecido.
A empresa anterior contava com cerca de 90 funcionários, enquanto a atual prestadora já ultrapassa 120 trabalhadores. Diante disso, a Prefeitura rescindiu o contrato e realizou uma contratação emergencial, garantindo o princípio da continuidade do serviço público.
“A antiga empresa recebia por hora trabalhada; hoje, a nova contratada recebe por metro quadrado, ou seja, por produção. Com isso, passamos a pagar efetivamente pelo serviço prestado e pela eficiência da empresa. Mesmo com as dificuldades e com o período chuvoso, que aumenta a demanda por limpeza, melhoramos a eficiência na prestação do serviço”, afirmou Scarton.
“Melhoramos muito. Infelizmente, ficamos um período contando apenas com os trabalhadores próprios da Prefeitura, pois a empresa estava em fase de contratação de funcionários, o que acabou acumulando serviços. Em breve, estaremos com tudo regularizado. Sabemos que ainda não está perfeito, por isso conto com a colaboração dos munícipes, vereadores e de todos para fiscalizar os serviços da Secretaria. As reclamações ainda existem, mas houve melhora, e estamos tendo um saldo positivo”, completou.
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Saúde
Ministério da Saúde vai comprar até 20 mil doses da vacina contra mpox
O Ministério da Saúde vai adquirir até 20 mil doses da vacina contra a mpox para reforçar o estoque do imunizante no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a pasta, a compra tem caráter preventivo e estratégico.

A mpox é uma doença viral zoonótica anteriormente conhecida como varíola dos macacos. Os sintomas costumam durar de duas a quatro semanas e incluem erupções cutâneas, febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e fraqueza.
As erupções na pele começam como manchas, viram bolhas e formam crostas, frequentemente no rosto, mãos, pés, boca e região genital.
Segundo o Ministério da Saúde, a maioria dos casos apresenta evolução leve a moderada.
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Cenário epidemiológico
Em 2026, o Brasil confirmou 665 casos de mpox, número 94% inferior ao registrado em 2022, quando houve mais de 10 mil ocorrências.
Mesmo com essa redução, o número de casos mantém a necessidade de vigilância e de disponibilidade de imunizantes para atender às demandas identificadas nos estados.
A estratégia nacional de vacinação prioriza pessoas vivendo com HIV/aids com contagem de linfócitos CD4 inferior a 100 células/mm³, grupo com maior risco de desenvolver formas graves da doença.
A orientação é que essas pessoas procurem os centros de referência onde já realizam acompanhamento para cadastro e posterior agendamento da vacinação.
Também podem receber doses remanescentes pessoas vivendo com HIV/aids com CD4 inferior a 200 células/mm³, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) e profissionais de laboratório que manipulam amostras de mpox.
O esquema vacinal é de duas doses, com intervalo de 28 dias.
Transmissão
O vírus causador da doença pode ser transmitido principalmente por contato direto com:
- Lesões ou erupções na pele de pessoa infectada;
- Secreções corporais (pus, sangue das lesões, saliva);
- Objetos contaminados (roupas, toalhas, lençóis, utensílios).
Também é possível contrair a mpox por meio do contato próximo e prolongado com secreções respiratórias de uma pessoa infectada.
Vigilância
O monitoramento epidemiológico é realizado em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde.
As medidas incluem identificação e notificação de casos suspeitos, investigação epidemiológica, diagnóstico laboratorial, isolamento das pessoas infectadas e identificação e orientação de contatos.
Pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como lesões ou erupções na pele, devem procurar um serviço de saúde para avaliação.
Durante o atendimento, os profissionais investigam possíveis exposições, orientam sobre os cuidados necessários e, quando indicado, realizam a coleta de amostras para diagnóstico laboratorial.
Quem teve contato próximo com pessoas com suspeita ou confirmação da doença também deve procurar um serviço de saúde para avaliação do risco de exposição.
É recomendada vacinação pós-exposição preferencialmente nos primeiros quatro dias após o contato, mas a aplicação também pode ser realizada em até 14 dias. Nesse intervalo, a efetividade para evitar a infecção é menor, mas a imunização pode contribuir para reduzir o risco de evolução para formas graves.
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