Saúde
São Paulo chega a 26 casos de sarampo em 2026
Saúde
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou, na manhã desta quinta-feira (27), que subiu para 26 o número de casos de sarampo em 2026. Foram registradas três novas infecções na capital paulista, e as pessoas afetadas não têm histórico de vacinação.

Segundo a pasta, os pacientes são um menino e uma menina com menos de um ano de idade, além de uma mulher de 30 anos.
Entre todos os casos de sarampo no estado paulista, 23 foram registrados na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos, ambas na região metropolitana da capital.
Dezenove pessoas infectadas não haviam se vacinado ou tinham esquema vacinal incompleto.
Campanha
O governo estadual promove até o dia 1º de setembro uma campanha de vacinação da população contra o sarampo. A capital paulista, Guarulhos e São Bernardo do Campo são atendidas com a aplicação do imunizante em pessoas de 6 meses a 59 anos, independentemente do histórico vacinal.
As vacinas são ministradas gratuitamente nas unidades básicas de Saúde (UBSs).
Saúde
Plano de saúde terá que cobrir mamografia digital para todas as idades
A partir de 1º de outubro, os planos de saúde serão obrigados a cobrir exame de mamografia digital para todas as pessoas sempre que houver indicação médica, ou seja, não haverá restrição de idade. Atualmente, a cobertura desse exame é obrigatória apenas para mulheres com idade entre 40 e 69 anos.

A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no último dia 3 e anunciada nesta quinta-feira (10). A ANS é o órgão que regula a indústria de planos de saúde no país.
A mamografia digital ─ versão mais avançada do exame convencional ─ é considerada um dos principais exames para a detecção precoce do câncer de mama, permitindo identificar alterações antes mesmo de serem percebidas ao toque.
Menos tempo de exposição
A modalidade digital oferece vantagens como menor exposição à radiação, menor tempo de compressão da mama durante o exame e armazenamento das imagens em formato digital, o que facilita o acompanhamento da evolução clínica e a avaliação por diferentes especialistas.
No comunicado de fim de restrição, a ANS destaca que a cobertura obrigatória é “uma oportunidade de celebrar o Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama”.
O Instituto Nacional de Câncer (Inca), ligado ao Ministério da Saúde, estima que o país tenha cerca de 73.610 novos casos de câncer de mama por ano.
O diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamento e pode reduzir a necessidade de procedimentos mais invasivos.
Todos os gêneros
A intenção de ampliar a cobertura do exame partiu da própria ANS, após discussões realizadas na Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde).
Na Cosaúde, a maioria da comissão defendeu que “o uso da mamografia digital já está consolidado como padrão de cuidado oncológico” e que a restrição para mulheres de 40 a 69 anos, poderia “prejudicar ou atrasar o acesso oportuno” ao diagnóstico de câncer de mama.
Ao determinar cobertura obrigatória para “todas as pessoas”, a ANS inclui qualquer gênero, ou seja, o exame passa a ser garantido a pessoas que se considerem não binárias (não se identificam exclusivamente como homem ou mulher).
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