Cultura
Festival de Inverno de Campina Grande vai até o dia 30 de agosto
Cultura
A edição de número 51 do Festival de Inverno de Campina Grande vai até o dia 30 de agosto, com o tema “Território das Artes”, e tem música, dança, teatro e cinema. O evento movimentará vários espaços da Rainha da Borborema, como o Teatro Municipal Severino Cabral, a Feira Central da cidade e o Parque Evaldo Cruz.

Na mostra de cinema, o festival destacará o protagonismo feminino no audiovisual brasileiro e homenageará a diretora Tizuka Yamasaki. A programação teatral reúne nomes e produções de diferentes regiões do país. Entre os destaques estão “Somos”, do Núcleo Teatral da Paraíba; e “Não me entrego, não”, protagonizado pelo ator baiano Othon Bastos.
Na mostra de dança, o público poderá conferir espetáculos como “The Jacksons Funk”, com a The Jacksons Funk, de São Paulo e do Rio de Janeiro; e “Surto”, da Geda Companhia de Dança, do Rio Grande do Sul. Além das coreografias “Xaxado”, do Grupo Cabroar; e “Reisado”, do Grupo de Cultura Nativa Tropeiros da Borborema; valorizando manifestações tradicionais da cultura nordestina.
Os shows musicais terão apresentações diárias, entre elas dos cantores Diogo Nogueira, Capilé e Augusto Arruda. Haverá ainda um coletivo reunindo quase dez bandas, que irão celebrar as várias vertentes do gênero rock, como thrash metal, gótico e pop nacional.
Os links de inscrição para as oficinas de cinema, música, teatro e dança estão disponíveis na bio do Instagram oficial do evento: @festivalinvernocg. Na mesma rede social também é possível consultar a programação dia a dia.
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Fonte: EBC Cultura
Cultura
Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos
Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.
Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.
Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.
A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.
A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.
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