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Saúde

Obras de escolas avançam e serão entregues no aniversário de Várzea Grande

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Saúde

A poucos dias das comemorações pelos 159 anos de Várzea Grande, celebrado em 15 de maio, a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, realizou uma série de visitas técnicas às unidades educacionais que estão em fase final de obras e devem ser entregues à população dentro da programação festiva do município.

A agenda foi acompanhada pela equipe técnica da pasta e incluiu a reinauguração do Centro Municipal de Atendimento e Apoio à Inclusão João Ribeiro Filho, a inauguração do CMEI Gervásio Bueno Dias, no bairro Santa Izabel, que ofertará 220 vagas de creche, além da nova Escola Municipal de Educação Básica (EMEB), no bairro Chapéu do Sol.

A equipe também esteve na EMEB Emanuel Benedito, que passa por reforma e ampliação e tem previsão de entrega para o segundo semestre de 2026.

O objetivo das visitas é acompanhar de perto o andamento das obras, garantindo qualidade na execução e celeridade na conclusão dos serviços, evitando atrasos e assegurando que as unidades estejam prontas para atender à comunidade.

Sobre a EMEB Emanuel Benedito, a secretária ressaltou que, apesar de não integrar o pacote imediato de entregas, a obra representa um importante avanço na ampliação da rede municipal.

“Essa é uma obra maior, que segue em andamento e tem previsão de conclusão até o segundo semestre de 2026. Hoje, a unidade atende cerca de 600 alunos e, com a ampliação, vamos ofertar mais 400 novas vagas, ampliando significativamente a capacidade de atendimento”, pontuou.

Maria Fernanda reforçou ainda que os investimentos fazem parte de um planejamento estratégico para fortalecer a educação no município, garantindo mais acesso, melhores condições de ensino e valorização da comunidade escolar.

As entregas integram a programação especial em comemoração ao aniversário da cidade, com foco em investimentos estruturantes que impactam diretamente a qualidade de vida da população.

Com as novas unidades e melhorias, a Prefeitura de Várzea Grande avança na ampliação da rede educacional, reafirmando o compromisso com o desenvolvimento do município e com o futuro das crianças várzea-grandenses.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

Obesidade se torna principal fator de risco à saúde no Brasil

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A obesidade se tornou o maior fator de risco para a saúde no Brasil, superando a hipertensão, que foi o elemento de maior preocupação por décadas. 
Agora, a pressão alta está em segundo lugar, seguida do quesito glicemia elevada.

Esse é um dos destaques da análise nacional do Estudo Global sobre Carga de Doenças, feito por milhares de pesquisadores de todo o mundo, cobrindo mais de 200 países. 

O diagnóstico brasileiro foi publicado na edição de maio da revista científica The Lancet Regional Health – AmericasO levantamento enfatiza que a população passou por grandes mudanças no estilo de vida nas últimas décadas, como aumento da urbanização.

Esse cenário contribuiu para reduzir os níveis de atividade física, adotar dietas hipercalóricas, ricas em sal e com excesso de alimentos ultraprocessados.

O endocrinologista Alexandre Hohl, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, também destaca essas mudanças.

Segundo ele, esses comportamentos contribuem para que os brasileiros vivam em um “ambiente obesogênico”. Para ele, a obesidade é um dos maiores desafios de saúde pública que o país precisa enfrentar.

“A obesidade não é apenas excesso de peso, mas uma doença crônica inflamatória e metabólica que aumenta simultaneamente o risco de diabetes tipo 2, hipertensão, infarto, AVC e vários tipos de câncer.”

Números

Essas alterações no estilo de vida e suas consequências ficam evidentes na comparação com os dados mais antigos apresentados, de 1990. Naquele ano, os três maiores fatores de risco eram a hipertensão, seguida pelo tabagismo e a poluição por materiais particulados no ar. 

O Índice de Massa Corporal (IMC) elevado, o principal indicador da obesidade, figurava em sétimo lugar e a glicemia elevada, em sexto. Em 2023, a obesidade passa a ocupar a primeira posição, após crescimento constante no risco atribuído, que acumulou 15,3% desde 1990.

A comparação entre 1990 e 2023 traz boas e más notícias: por um lado, o risco de morte ou de perda de qualidade de vida causado pela poluição particulada do ar caiu 69,5%. 

Por outro, a queda também foi expressiva, de aproximadamente 60%, nos casos do tabagismo, prematuridade e baixo peso ao nascer e alto índice de colesterol LDL.

Porém, de 2021 a 2023, o risco por tabagismo apresentou um ligeiro aumento de 0,2%, após muitos anos de queda sustentada. 

Chama atenção ainda o risco atribuído à violência sexual durante a infância, que aumentou quase 24%. Este fator aparecia na 25ª posição em 1990 e saltou para o 10º em 2023. 

Veja a lista atual de maiores fatores de risco à mortalidade ou perda da qualidade de vida:

  1. Índice de massa corporal elevado;
  2. Hipertensão;
  3. Glicemia elevada;
  4. Tabagismo;
  5. Prematuridade ou baixo peso ao nascer;
  6. Abuso de álcool;
  7. Poluição particulada do ar;
  8. Mau funcionamento dos rins;
  9. Colesterol alto;
  10. Violência sexual na infância.

Fonte: EBC Saúde

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