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Deputado Coronel Assis destina R$ 10 milhões para construção de viaduto em Várzea Grande

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O deputado federal Coronel Assis (União-MT) destinou R$ 10 milhões para a construção de um viaduto na Avenida Mário Andreazza, no cruzamento com a estrada da Guarita, em Várzea Grande. O recurso é proveniente de emenda de bancada da parte do parlamentar, e conta com parceria do senador Wellington Fagundes (PL-MT), para assinatura do convênio junto à Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (SUDECO).

O viaduto será implantado em um dos trechos mais estratégicos da mobilidade urbana da região metropolitana, responsável pela ligação direta entre Várzea Grande e Cuiabá. A obra tem como objetivo reduzir os constantes congestionamentos registrados, especialmente nos horários de pico, facilitando o deslocamento diário de milhares de trabalhadores e moradores que dependem do acesso ao centro das duas cidades.

Coronel Assis ressaltou que a destinação do recurso reafirma seu compromisso com a entrega de resultados concretos à população. Primeiro colocado no ranking dos políticos de Mato Grosso em 2025, o deputado destacou que o reconhecimento é reflexo de um mandato voltado à aplicação eficiente de recursos públicos e à solução de problemas históricos enfrentados pela população.

“Esse viaduto é uma resposta direta ao sofrimento diário dos várzea-grandenses que enfrentam longas filas no trânsito para acessar Cuiabá e o centro da cidade, assim como os bairros da região, que têm crescido muito nos últimos anos. Nosso trabalho é transformar emendas em obras que impactem positivamente a vida das pessoas”, afirmou.

Além do viaduto na Avenida Mário Andreazza, o deputado lembrou que os investimentos em parceria com a Prefeitura de Várzea Grande também contemplam outros projetos estruturantes, como a construção da nova rodoviária, executada pela prefeitura. A expectativa é que a assinatura do convênio seja realizada em breve e que os trâmites para o início das obras avancem, garantindo mais mobilidade, segurança e desenvolvimento para toda a região.

O senador Wellington Fagundes destacou a importância da parceria institucional para viabilizar o projeto e ressaltou o papel do deputado Coronel Assis na liderança da emenda. Segundo o senador, trata-se de uma iniciativa que fortalece a infraestrutura de Várzea Grande e demonstra a eficiência do trabalho conjunto entre o Parlamento, a Sudeco e a administração municipal. Ele também agradeceu a atuação da superintendente da Sudeco, Luciana Barros, e o empenho da prefeita Flávia Moretti na construção do projeto desde o início da gestão.

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Política

Pedro Taques afirma que denúncia à PGR deu origem à investigação da PF sobre acordo de R$ 308 milhões entre Governo de MT e Oi

Ex-governador diz que representação criminal do seu escritório originou a Operação Heritage. Mauro Mendes nega irregularidades e fala em disputa política

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Foto: Reprodução

A investigação da Polícia Federal sobre o acordo de aproximadamente *R$ 308 milhões* firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A. voltou ao centro do debate político nesta quinta-feira, (6-8)

Em coletiva de imprensa acompanhada pela equipe do *Espia News*, o pré-candidato ao Senado da República *Pedro Taques*, afirmou que a representação criminal apresentada por seu escritório à Procuradoria-Geral da República (PGR) foi o ponto de partida para a apuração que culminou na deflagração da *Operação Heritage*.

Segundo Taques, a denúncia foi construída a partir da análise de documentos que, na avaliação dele, apontam possíveis irregularidades na celebração do acordo entre o Estado e a operadora de telefonia.

*Como surgiu o caso*
O acordo investigado envolve uma disputa tributária entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A., encerrada por meio de um acordo administrativo que movimentou cerca de R$ 308 milhões.

Na coletiva, Pedro Taques afirmou que o Estado possuía decisões judiciais favoráveis e que, por isso, não haveria fundamento jurídico para a celebração do acordo da forma como ocorreu. Segundo ele, a legislação estadual que criou a Câmara de Resolução Consensual de Conflitos, a *Consenso-MT*, não autorizaria esse tipo de negociação envolvendo créditos tributários.

O ex-governador também disse que sua equipe identificou movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo fundos de investimento ligados aos valores pagos no acordo. As informações foram reunidas em uma representação encaminhada à PGR, que posteriormente resultou na abertura das investigações pela Polícia Federal.

*O que disse Pedro Taques*
Durante a coletiva, Taques fez duras críticas ao acordo firmado pelo Governo do Estado e afirmou que:
– *A investigação da PF teve origem* na representação criminal apresentada por seu escritório;
– *O acordo com a Oi foi ilegal*, em sua avaliação;
– *Houve falhas nos critérios* utilizados para definir os valores envolvidos;
– *O fluxo dos recursos públicos precisa ser esclarecido* pelas autoridades responsáveis.

O ex-governador destacou ainda que as medidas cautelares da Operação Heritage foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal após manifestação da Procuradoria-Geral da República.

*O que investiga a Polícia Federal*
A Operação Heritage apura se houve irregularidades na negociação envolvendo recursos públicos destinados ao acordo com a Oi.

Entre os crimes investigados estão: *organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada*.

Até o momento, a investigação segue em andamento e não há condenação de qualquer investigado.

*O que diz Mauro Mendes*
*Mauro Mendes nega todas as acusações.*

Em manifestações públicas, o ex-governador afirma que o acordo foi celebrado dentro da legalidade, com respaldo técnico e jurídico, e sustenta que a investigação esclarecerá a regularidade dos atos praticados durante sua gestão. Mendes também atribui as acusações ao ambiente de disputa política.

*Investigação continua*
A Polícia Federal prossegue com a coleta de provas e a análise dos documentos apreendidos durante a Operação Heritage.

A existência da investigação não representa condenação, e todos os investigados têm assegurados os direitos ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.

O *Espia News* continuará acompanhando o andamento do caso e trará novas informações à medida que houver manifestações oficiais das autoridades e das partes envolvidas.

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