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PZ Offices aposta em inovação e estrutura completa para redefinir espaços corporativos em Sinop

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Mato Grosso

As obras do PZ Offices tiveram início na terça-feira (19.01) e marcam a chegada a Sinop de um novo conceito de empreendimento corporativo, baseado na inovação, em uma estrutura completa de trabalho e na integração urbana. Implantado na Avenida Bruno Martini, em frente ao Parque Sinop e conectado ao PZ Ecomall por uma rua acalmada, o projeto foi concebido para responder às transformações do mercado, que demandam ambientes mais flexíveis, colaborativos e conectados à cidade.

Com salas que variam de 31 m² a 98 m², incluindo opções com sacada e jardim externo, o empreendimento foi planejado para favorecer a convivência, a produtividade e a qualidade do ambiente profissional. A proposta de uso misto, aliada à proximidade com áreas verdes, serviços e gastronomia, reforça um modelo de centralidade urbana mais humanizada, alinhada às novas dinâmicas de trabalho e de vida.

Além das unidades privativas, o PZ Offices contará com coworking completo, salas de reuniões equipadas, auditório e espaços destinados à realização de eventos corporativos e institucionais, uma estrutura ainda pouco presente em empreendimentos desse porte em Sinop. O projeto também prevê um jardim suspenso, pensado como área de convivência e descompressão, ampliando as possibilidades de uso do espaço ao longo do dia.

O empreendimento incorpora ainda soluções de tecnologia, eficiência energética e sustentabilidade, com foco na certificação LEED, acompanhando práticas contemporâneas de construção responsável e gestão eficiente dos edifícios corporativos.

Segundo o CEO da PZ Empreendimentos, Filipe Pitz, o início das obras representa um movimento alinhado à evolução da cidade.

“O PZ Offices nasce a partir da leitura de um novo momento de Sinop, em que as empresas buscam mais do que uma sala comercial. Buscam estrutura, inovação e integração com a cidade. Pensamos o empreendimento para estimular conexões, produtividade e qualidade de vida no ambiente de trabalho”, afirma.

Mesmo antes do avanço das obras, a maior parte das unidades já foi comercializada, reflexo do perfil inovador do projeto e da escassez de produtos corporativos com esse nível de concepção no mercado local. As poucas salas ainda disponíveis indicam um movimento consistente de amadurecimento econômico e empresarial do município.

Com o início da construção, o PZ Offices se consolida como um novo marco na paisagem urbana de Sinop, reforçando a vocação da região para concentrar negócios, serviços qualificados e espaços alinhados às transformações do mundo do trabalho.

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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