Mato Grosso
“Provamos que é possível fazer hospital ‘de rico’ para atender a população”, afirma governador
Mato Grosso
O governador Mauro Mendes afirmou que a entrega do Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, nesta sexta-feira (19.12), prova que é possível construir um hospital “de rico” para atender a população com excelência.
A unidade, cujas obras ficaram paradas por 34 anos, será gerida pelo Einstein Hospital Israelita, que é o melhor hospital do país e referência mundial em qualidade. Tudo 100% público.
“É possível ter rodovia duplicada de país rico oferecida para todo cidadão. É possível ter um hospital de rico oferecido de graça para todo cidadão. Essa obra é a prova de que é possível fazer equipamentos públicos de saúde com padrão de excelência para a população”, reforçou.
De acordo com Mauro, esse tipo de entrega só se tornou realidade porque o Estado rompeu com práticas que impediram Mato Grosso de avançar por décadas, impondo um ajuste fiscal sério e medidas corretas que permitiram investimentos recordes em todas as áreas.
“Essa qualidade não está apenas nesta obra. Está em todas as obras que temos feito no estado, desde estradas, escolas ou unidades de saúde. Mais do que entregar uma obra, estamos criando uma nova referência em qualidade de saúde no estado”, pontuou.
O governador fez questão de destacar que esses resultados são fruto de um trabalho coletivo.
“Quero reconhecer e agradecer o secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, e toda a sua equipe pela condução dessa obra. Eu cobrei que tivesse o mesmo padrão dos hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês e eles entregaram uma unidade no mesmo nível”, ressaltou.
O hospital
A construção do Hospital Central ficou 34 anos inacabada e foi completamente remodelada pela atual gestão.
A estrutura passou de 9 mil para 32 mil metros quadrados de área construída, com 287 leitos, sendo 99 pediátricos e 188 para adultos, além de 96 leitos de terapia intensiva.
A unidade contará com 10 salas cirúrgicas, sala híbrida com hemodinâmica, equipamentos de alta tecnologia e estrutura voltada para procedimentos de alta complexidade
Quando estiver em plena operação, a previsão é de realizar 31 mil consultas, 52 mil exames, 5,4 mil cirurgias e 8,4 mil internações por ano.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação
Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.
A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.
Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.
O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Paralisação
No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.
Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.
Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.
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