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Mato Grosso

Polícia Civil recupera materiais avaliados em cerca de R$ 50 mil e prende suspeitos de receptação

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Mato Grosso

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, nessa sexta-feira (6.2), em Rondonópolis, um homem de 26 anos e uma mulher de 40 anos pelo crime de receptação.

As investigações da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis tiveram início após a Polícia Civil receber a denúncia de uma retirada fraudulenta de materiais de construção de uma empresa do município.

Nas últimas semanas, suspeitos utilizaram indevidamente créditos comerciais vinculados a uma empresa, realizando sucessivas retiradas de materiais de construção mediante apresentação de pedidos e notas fiscais, totalizando um prejuízo aproximado de R$ 50 mil. O golpe foi identificado após o legítimo titular do crédito relatar que não havia autorizado as retiradas.

Com base nas informações e imagens de câmeras de monitoramento, que auxiliaram na identificação dos veículos utilizados, as equipes da Derf iniciaram diligências com o objetivo de localizar os materiais e os responsáveis.

Durante as ações policiais, foi localizada grande parte dos materiais de construção levados, incluindo barras de ferro, ferramentas elétricas e outros itens.

Foi necessário o apoio da empresa vítima, que disponibilizou caminhões para o recolhimento dos materiais, os quais foram relacionados em notas fiscais específicas.

Diante dos materiais encontrados, os proprietários dos imóveis em que os materiais estavam foram presos em flagrante por receptação e conduzidos à Delegacia Especializada em Roubos e Furtos, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Idoso garante na Justiça continuidade de tratamento oftalmológico

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras Resumo:

  • Clínica oftalmológica deverá manter e custear integralmente tratamento de idoso após agravamento de problema ocular.
  • A decisão garante continuidade da assistência médica mesmo sem perícia conclusiva sobre responsabilidade.

Um idoso de 84 anos conseguiu manter decisão que obriga uma clínica oftalmológica a custear integralmente seu tratamento ocular, incluindo consultas, exames, procedimentos ambulatoriais e medicamentos prescritos, após mudança no quadro clínico que tornou inadequada a cirurgia inicialmente determinada. A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso negou recurso da empresa e confirmou a tutela de urgência.

O paciente ajuizou ação de obrigação de fazer com pedido de indenização por danos morais e materiais. Inicialmente, havia sido determinada a realização de cirurgia de vitrectomia para retirada de substância ocular. Contudo, com a evolução do quadro e a realização do procedimento, a medida perdeu o objeto. Diante disso, o juízo de origem adequou a tutela para garantir a continuidade do tratamento clínico voltado à recuperação da córnea e à preservação da visão do olho direito.

A clínica recorreu, sustentando que a nova decisão impôs obrigação ampla e contínua de custeio sem delimitação técnica ou temporal, bem como sem realização prévia de perícia médica para comprovar eventual nexo causal entre sua conduta e o atual problema. Alegou ainda que o comprometimento visual teria relação com cirurgia anterior realizada em outra unidade de saúde e que parte do atendimento vinha sendo viabilizada pelo Sistema Único de Saúde.

Ao analisar o recurso, a relatora, desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira, destacou que a decisão questionada apenas ajustou a tutela de urgência à realidade clínica superveniente, conforme autoriza o artigo 296 do Código de Processo Civil. Ressaltou que, nesta fase processual, não se discute de forma definitiva a existência de erro médico ou responsabilidade civil, matérias que dependem de instrução probatória mais aprofundada, inclusive eventual perícia.

Segundo o entendimento adotado, a ausência de laudo conclusivo não impede a adoção de providências emergenciais quando há risco de agravamento da saúde, especialmente em se tratando de paciente idoso e com quadro ocular sensível. A manutenção do tratamento foi considerada medida reversível e necessária para evitar possível piora da visão.

O colegiado também afastou o argumento de que a clínica não poderia ser obrigada a fornecer medicamentos por não possuir farmácia própria. A decisão permite, alternativamente, o depósito judicial do valor correspondente para que o paciente adquira os colírios e demais remédios prescritos.

Em relação à multa diária, foi mantida a fixação de R$ 200 por dia em caso de descumprimento, limitada inicialmente a R$ 10 mil. Para a relatora, o valor é proporcional e adequado para assegurar o cumprimento da ordem.

Processo nº 1007607-59.2026.8.11.0000

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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