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Desenvolve MT libera mais de R$ 30 milhões em crédito por meio de fundos de aval

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Mato Grosso

Os fundos de aval administrados pela Desenvolve MT – Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso têm se consolidado como importantes instrumentos para ampliar o acesso ao crédito e estimular o crescimento econômico em Mato Grosso. De janeiro a novembro de 2025, o MT Garante e o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe) liberaram mais de R$ 30 milhões em crédito para 396 empreendimentos mato-grossenses.

O MT Garante, criado pelo Governo de Mato Grosso, liberou mais de R$ 23 milhões e atendeu 155 empresas dos portes microempreendedor individual (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). Já o Fampe, operado em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), liberou R$ 16 milhões, contemplando 241 empresas dos mesmos portes.

A atuação dos fundos é especialmente relevante para quem enfrenta dificuldade em apresentar garantias tradicionais e desempenha papel fundamental ao complementar ou substituir garantias exigidas, permitindo que empreendedores de diferentes portes tenham acesso a financiamentos essenciais para iniciar, expandir ou modernizar seus negócios.

Os números refletem o fortalecimento das políticas de aval e demonstram o impacto direto da Desenvolve MT na ampliação do crédito e no desenvolvimento econômico de Mato Grosso. Com o aval complementar, os empreendedores conseguem acessar recursos que antes eram inacessíveis, viabilizando investimentos, ampliando a capacidade produtiva e fortalecendo a competitividade dos negócios no estado.

O diretor de Desenvolvimento e Crédito da Desenvolve MT, Hélio Tito Simões de Arruda, reforçou que a política de aval é essencial para fortalecer os pequenos negócios.

“Reconhecemos a importância de garantir a segurança financeira para quem busca crédito, especialmente aqueles que não dispõem de garantias tradicionais. Nossa atuação se destaca por oferecer linhas de crédito com condições diferenciadas, como taxas de juros reduzidas e, em alguns casos, subsidiadas. Além disso, o Fundo de Aval é um importante instrumento de apoio que atua como facilitador, permitindo que empreendedores, mesmo sem as garantias convencionais ou avalistas, tenham acesso ao crédito”, destaca o diretor.

A empreendedora Ana Maisa Hubner Braga, de Rondonópolis, é um exemplo de como o apoio pode transformar a realidade de pequenos negócios em Mato Grosso. Sem garantias suficientes para acessar crédito tradicional, ela encontrou na linha de crédito Desenvolve Empresarial uma oportunidade de financiar a melhoria que precisava em sua sorveteria. O Fampe atuou como a garantia necessária para que o financiamento fosse aprovado, permitindo que ela investisse em uma usina de energia elétrica.

“Precisávamos reduzir alguns custos da sorveteria, e sozinhos não víamos possibilidade de fazer um investimento. A solução era instalar energia solar na sorveteria, mas não tínhamos condições financeiras para isso. Foi então que nos apresentaram a Desenvolve MT. Com o apoio, conseguimos realizar esse investimento, que seria impossível sem essa ajuda”, relata Ana.

Histórias como a de Ana mostram que o Fundo de Aval não é apenas um instrumento financeiro, mas uma porta de entrada para que empreendedores possam crescer, inovar e fortalecer a economia local. Ao reduzir barreiras e democratizar o acesso ao crédito, o Fundo de Aval amplia oportunidades e impulsiona o desenvolvimento de quem mais precisa.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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