Mato Grosso
Bombeiros socorrem vítima de explosão causada por vazamento de gás de cozinha canalizado
Mato Grosso
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, na tarde desta sexta-feira (12.12), uma mulher que ficou ferida após uma explosão provocada por vazamento de gás de cozinha canalizado, em uma residência localizada no bairro Jardim Belo Horizonte, no município de Sinop (a 520 km de Cuiabá).
A equipe do 4º Batalhão Bombeiro Militar (4º BBM) foi acionada por volta das 12h40 e se deslocou ao local da ocorrência. Ao chegar, os bombeiros constataram que a explosão ocorreu após o vazamento de gás de cozinha canalizado, deixando uma mulher com queimaduras de primeiro e segundo graus pelo corpo.
Os militares realizaram o fechamento do registro de gás, eliminando maiores riscos, e procederam às orientações cabíveis à responsável pelo local.
A vítima foi avaliada pela equipe do 4º BBM, recebeu os primeiros atendimentos no local e, em seguida, foi transportada até o Hospital Regional para atendimento médico especializado.
Em caso de vazamento, o que fazer?
Em caso de vazamento de gás, a orientação é fechar imediatamente o registro, seja em sistemas de gás canalizado ou diretamente no botijão. Também é fundamental abrir portas e janelas para ventilar o ambiente e não acionar nenhum aparelho elétrico.
É preciso evitar remover equipamentos da tomada, desligar o padrão ou a chave geral da residência.
Também não é seguro acionar luzes, usar o celular ou qualquer aparelho eletrônico nesse momento. Qualquer faísca, até mesmo de um interruptor ou celular, pode servir como fonte de ignição e causar explosão em ambiente com gás acumulado.
Caso o cheiro de gás no local seja muito forte, exista risco de ignição ou se alguma pessoa estiver passando mal, é fundamental evacuar o local imediatamente. Na sequência, quando a pessoa já estiver do lado de fora da residência ou em uma área ventilada e segura, deve-se acionar o Corpo de Bombeiros Militar, pelo número de emergência 193.
Quando o CBMMT deve ser acionado?
Os bombeiros militares devem ser acionados nas seguintes situações:
- Quando houver vazamento forte, com risco de explosão;
- Se alguém estiver passando mal;
- Se houver fogo ou fumaça perto do botijão de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP);
- Se o morador não conseguir controlar o vazamento.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação
Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.
A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.
Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.
O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Paralisação
No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.
Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.
Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.
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