Search
Close this search box.

Mato Grosso

Ação conjunta amplia oportunidades de reinserção social em Mirassol D’Oeste

Publicado em

Mato Grosso

O juiz da 3ª Vara Criminal, Anderson Vieira, representando o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), realizou no dia 26 de fevereiro uma visita institucional ao Escritório Social da Comarca de Mirassol D’Oeste para alinhar estratégias de reinserção social de pessoas que estão deixando o sistema prisional. A iniciativa demonstra a atuação direta do Poder Judiciário na construção de oportunidades de retorno ao convívio social e ao mercado de trabalho a pessoas que estão reconquistando a liberdade.

Durante o encontro, foram apresentadas as ações desenvolvidas pelo Escritório Social com pessoas privadas de liberdade, egressas e pré-egressas da Cadeia Pública do município, que atualmente abriga cerca de 215 homens. O espaço realiza atendimentos a todos aqueles que estão próximos de deixar a unidade prisional, além de acompanhar egressos e familiares conforme a demanda.

Entre as iniciativas está a preparação para a saída do cárcere, iniciada aproximadamente dois anos antes da progressão de regime. O trabalho inclui atendimentos com assistente social e psicóloga, voltados ao planejamento da reintegração social e à orientação sobre as condições impostas pela Justiça após a liberdade, como o comparecimento periódico em juízo ou recolhimento noturno.

“O objetivo da reunião foi tratar de estratégias voltadas à reinserção de pré-egressos e egressos no mercado de trabalho, além da própria preparação para a saída do estabelecimento prisional”, destacou o magistrado Anderson Vieira.

Após a visita institucional, Anderson Vieira promoveu reuniões com empresários locais para ampliar oportunidades de emprego destinadas a pessoas que deixam o sistema prisional. A iniciativa busca reduzir o estigma enfrentado pelos egressos e estimular a participação da sociedade no processo de ressocialização.

“Se a pessoa não tiver oportunidade de trabalho, há uma grande chance de voltar ao mundo do crime. Por isso, é essencial conscientizar a sociedade sobre o papel de todos na reinserção social”, afirmou.

Reinserção social

A atuação integrada entre o Poder Judiciário, o Escritório Social e parceiros da rede municipal busca promover dignidade, ampliar oportunidades e contribuir para a reconstrução de trajetórias após o cumprimento de pena.

O Escritório Social também auxilia na explicação das regras estabelecidas nas decisões judiciais de progressão de regime, evitando que o beneficiado descumpra condições por desconhecimento. Após deixar o sistema prisional, os egressos podem frequentar o espaço para receber orientações e participar de atividades que favoreçam a retomada da vida em sociedade.

Outra ação relevante é o desenvolvimento de atividades de artesanato dentro da unidade prisional. Os produtos confeccionados são encaminhados ao Escritório Social, onde familiares realizam a retirada para revenda. A iniciativa contribui para a geração de renda e para a remição de pena, prevista na legislação.

O trabalho inclui ainda grupos reflexivos com pessoas privadas de liberdade, especialmente autores de crimes de violência doméstica, além de atendimentos psicológicos com apoio de estagiários da área, em parceria com instituição de ensino superior da região.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Mato Grosso

Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

Publicados

em

Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA