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Redes sociais impulsionam mercado de locação por temporada
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Em um cenário de transformação tecnológica acelerada e crescimento do uso da internet, o marketing digital tornou-se um pilar estratégico para empresas que buscam visibilidade, vínculos duradouros com o público e fortalecimento de vendas, conforme indica um estudo publicado na Revista FT.
A relevância dessas plataformas é confirmada por dados divulgados pelo portal Meio e Mensagem, os quais mostram que 85% dos entrevistados apontam as redes sociais como a ferramenta de marketing mais explorada em suas empresas.
O artigo sobre marketing digital destaca, ainda, que recursos como redes sociais assumem um papel de protagonismo na geração de valor simbólico para as marcas. Ao fomentar uma comunicação bidirecional, essas ferramentas transformam o consumidor em um participante ativo da construção da reputação corporativa, com um perfil mais informado e exigente, que responde positivamente a ações que priorizam geração de valor percebido, interação e personalização.
Nicolas Trevizzo Sevi, CEO da empresa de gestão de imóveis para locação de curto e médio prazo TrevizZo, observa que, no setor de locação por temporada, as redes sociais se tornaram fundamentais porque permitem que as empresas mostrem seus diferenciais, construam relacionamento com o público e transmitam segurança para quem está planejando uma viagem ou uma estadia de curta duração.
“A decisão de hospedagem é extremamente visual e baseada em confiança. Antes de reservar, o consumidor quer conhecer o imóvel, entender a experiência oferecida e verificar a credibilidade da empresa. No entanto, elas não contribuem apenas para aumentar reservas, mas também para atrair investidores, parceiros e proprietários interessados em entregar seus imóveis para gestão profissional”, declara o empresário.
O empresário identifica um comportamento do consumidor moderno em relação à decisão de compra a partir do que vê nas redes sociais. Segundo ele, o hóspede busca validação e analisa avaliações, comentários, vídeos, fotos reais e a reputação da empresa nas redes sociais antes de decidir. “Muitas vezes, o primeiro contato com a marca ocorre por meio de um conteúdo publicado em plataformas digitais. As redes sociais são, além de um canal de divulgação, uma ferramenta para influenciar diretamente a decisão de compra”, conta.
Segundo a análise da Revista FT, a eficácia das estratégias de marketing digital depende da coerência da comunicação e do alinhamento entre a proposta de valor da marca e as expectativas do público-alvo, promovendo ressignificação da jornada de compra do consumidor, desde a descoberta do produto até o pós-venda. Essa transformação exige das empresas um acompanhamento constante das interações com o público, pautado pela empatia, confiança e transparência, como um pilar fundamental para a construção de relacionamentos duradouros.
“Muitas empresas ainda enxergam as redes sociais apenas como vitrine, mas elas são muito mais do que isso. São uma ferramenta de verdadeiro impacto no aumento das vendas e no crescimento do negócio, por meio da construção de autoridade, relacionamento e da geração de negócios. Quando utilizadas de forma estratégica, ajudam a reduzir objeções, fortalecer a marca e criar conexão com o público”, afirma o executivo.
Mercado de locação por temporada
O mercado de short stay — locação por poucos dias ou até três meses — registrou cerca de 30 milhões de hóspedes em 2023, impulsionado pela praticidade e adequação a diversos perfis, desde turistas a profissionais em viagem, conforme divulgado pela Gazeta de Pinheiros. O setor registrou um salto de 69,4% na oferta de imóveis para aluguel de curta duração até 2022, evidenciando uma mudança de comportamento que redefine o setor de hospedagem.
Para Nicolas Trevizzo, uma empresa do setor precisa de uma estratégia digital que contemple três pilares principais — autenticidade, frequência e autoridade — para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo e conectado. “Mostrar a operação real, compartilhar resultados, apresentar cases de sucesso e produzir conteúdo educativo sobre o mercado de hospedagem são estratégias essenciais”, salienta.
O CEO da TrevizZo conta que a presença digital foi um dos principais fatores para o crescimento da empresa, contribuindo para aumentar a confiança dos clientes e fortalecer o reconhecimento da marca no mercado. De acordo com ele, hoje muitas reservas e parcerias surgem a partir da imagem construída no ambiente digital.
“Quando um cliente vê que existe uma empresa estruturada por trás da hospedagem, com equipe própria, atendimento e processos definidos, a confiança pode aumentar significativamente. Na TrevizZo, as redes sociais são usadas para mostrar os imóveis, os bastidores da operação, a experiência dos hóspedes e os serviços oferecidos. Isso gerou transparência e proximidade com o público”, comenta o executivo.
Um levantamento publicado pelo Infomoney revela que o aluguel por temporada já representa 7% das moradias em Florianópolis, 6,3% em Curitiba, 5,6% em Porto Alegre, 3,7% em São Paulo e 2,8% em Recife. O cenário reflete uma mudança de hábito impulsionada pelas plataformas digitais, que reconfiguraram o setor globalmente.
“O consumidor busca empresas que transmitam confiança, propósito e profissionalismo. Nesse contexto, as marcas que conseguirem construir comunidade, compartilhar conhecimento e mostrar de forma transparente a qualidade de sua operação terão uma vantagem competitiva significativa. Logo, o futuro do setor de hospedagem flexível no Brasil reserva às redes sociais um papel cada vez mais estratégico, como um canal para gerar relacionamento, fortalecer reputação e consolidar autoridade no mercado”, conclui o empresário.
Para ter acesso à disponibilidade de hospedagem da TrevizZo, basta acessar: https://www.trevizzo.com/
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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs
A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.
O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.
Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.
Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.
A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.
Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.
A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.
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