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Elenco de Mesopotâmia é anunciado no BAM 2026

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A Druzina Content participa do Bogotá Audiovisual Market (BAM) 2026, um dos principais mercados audiovisuais da América Latina, com o longa-metragem de ficção Mesopotâmia. Selecionado para a categoria Fiction Films, o projeto será apresentado em um pitching oficial no dia 8 de julho e integra a programação do mercado, que reúne produtores, distribuidores, investidores e outros profissionais da indústria audiovisual internacional, ampliando oportunidades de coprodução, financiamento e circulação.

Mesopotâmia é uma coprodução entre Brasil e Portugal realizada pela Druzina Content, Plano B Filmes e Zaragata Cinema, no Brasil, e pela produtora portuguesa Persona Non Grata Pictures. O projeto conta ainda com a Pandora Filmes como parceira de distribuição no Brasil e está atualmente em fase de captação de recursos, buscando novos parceiros internacionais para viabilizar sua produção.

Durante o Bogotá Audiovisual Market 2026, os produtores anunciaram o elenco de Mesopotâmia: Márcio Vito (A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, Malu, Deslembro e Regra 34), Bárbara Colen (Cinco Tipos de Medo, Bacurau, Aquarius e Fogaréu) e Maeve Jinkings (Ainda Estou Aqui, Aquarius, Carvão e Boi Neon). Com trajetórias marcantes no cinema brasileiro contemporâneo e participações em produções exibidas e premiadas em importantes festivais internacionais, os artistas reforçam a proposta artística de Mesopotâmia e ampliam seu potencial de circulação no circuito internacional.

A participação no BAM é resultado de uma trajetória de desenvolvimento e reconhecimento iniciada em 2025. O projeto foi desenvolvido com apoio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/BRDE/Ancine), que viabilizou consultorias de roteiro com os especialistas Miguel Machalski e José Carvalho. Ao longo desse percurso, foi selecionado para o CineMundi – Encontro Internacional de Coprodução, foi selecionado para os pitchings abertos do ambiente de mercado do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e foi apresentado no Match Me!, mercado de coprodução do Festival de Locarno.

Como parte da seleção para o Festival de Brasília, a equipe participou de uma mentoria especializada voltada ao aprimoramento do projeto e da apresentação. Ao final da programação, Mesopotâmia recebeu o Prêmio Paradiso de Melhor Projeto de Ficção, concedido pelo Projeto Paradiso. O reconhecimento garantiu o apoio para a participação no BAM 2026, fortalecendo a estratégia de internacionalização do longa-metragem e ampliando suas oportunidades de coprodução e financiamento.

“Estar no BAM com Mesopotâmia é muito especial, porque este é o quarto ano da Druzina Content no mercado, que se consolidou como uma plataforma estratégica para a nossa internacionalização e para a construção de parcerias com a América Latina e o mundo. Como produtora, acredito que a circulação internacional de uma obra começa muito antes do lançamento: ela se constrói no desenvolvimento, nas alianças certas, na escuta do mercado e na capacidade de preservar a identidade do projeto enquanto ampliamos suas possibilidades de financiamento, coprodução e distribuição. Nesse percurso, o apoio do Projeto Paradiso foi fundamental para que Mesopotâmia chegasse a Bogotá com ainda mais força. O filme representa o tipo de cinema que buscamos produzir: profundamente brasileiro, artisticamente potente e capaz de dialogar com públicos de diferentes países. Levar esse projeto ao BAM é também valorizar o trabalho dos nossos parceiros, fortalecer pontes internacionais e contribuir para que o audiovisual brasileiro ocupe cada vez mais espaço em mercados estratégicos”, afirma Luciana Druzina, CEO da Druzina Content.

Dirigido por Andy Malafaia e roteirizado pelo cineasta em parceria com Maria Clara Escobar, Mesopotâmia é um longa-metragem de ficção ambientado durante a ditadura militar brasileira. “A obra propõe um olhar ainda pouco explorado pelo cinema nacional ao abordar os impactos do regime sobre comunidades rurais atingidas por grandes projetos de infraestrutura. Em vez de privilegiar a resistência política nos centros urbanos, o filme investiga como a violência de Estado se manifesta por meio da expropriação de terras, do deslocamento forçado de populações e da transformação da paisagem em nome de um projeto de desenvolvimento. Ao deslocar esse debate para o ambiente rural, amplia a compreensão sobre os efeitos da ditadura e suas marcas sobre o território, a memória e os modos de vida de comunidades inteiras. E toda essa trajetória é acompanhada pelo ponto de vista íntimo de três personagens, cujas vivências revelam, em escala humana, os impactos desse processo sobre suas relações, memórias e formas de existir”, diz Andy Malafaia, diretor do longa.

Para Bárbara Colen, o projeto se destaca pela capacidade de abordar grandes transformações históricas a partir das experiências íntimas de seus personagens. “Mesopotâmia é um daqueles projetos que me lembram por que faço cinema: um filme capaz de traduzir grandes transformações históricas por meio da intimidade, da fragilidade e da humanidade de seus personagens. É uma alegria fazer parte dessa equipe”, afirma a atriz.

Márcio Vito também destaca a parceria com o diretor Andy Malafaia e a força dramática do roteiro. “Tive com Andy a experiência de um processo de invenção e descoberta tão rico em um filme anterior que receber esse convite para estar em seu longa foi, antes ainda do contato com o roteiro, uma felicidade para mim. Porque é uma esperança de bom caminho na abordagem das complexidades das relações humanas com profunda delicadeza e honestidade. E ler o roteiro me emocionou em um lugar que dialoga com a fé no cinema, na arte de contar histórias. Mesopotâmia é recorte familiar que nos dá pistas de como algo que é anterior aos afetos, uma liderança política insensível ao simples e que parece ser exterior e até quase invisível ao cotidiano de três pessoas, que determina uma impossibilidade de vida leve e pacífica”, afirma o ator.



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Orquestra Chinesa de Shanghai apresenta “Cores da China”

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Parte integrante da programação cultural oficial do Ano Cultural Brasil–China 2026, a Orquestra Chinesa de Shanghai chega em julho ao Brasil para suas primeiras apresentações no país. Fundada em 1952, é uma das primeiras orquestras modernas dedicadas à música tradicional chinesa do país.

A turnê passará pelo Rio de Janeiro (30 de julho, Sala Cecília Meirelles), São Paulo (1º de agosto, Teatro B32), Brasília (4 de agosto, Teatro Planalto), Belo Horizonte (6 de agosto, Palácio das Artes), Curitiba (9 de agosto, Capela Santa Maria Espaço Cultural) e Porto Alegre (11 de agosto, Teatro Simões Lopes Neto).

Apresentada por GWM com patrocínio da SPIC Brasil, a turnê é uma realização da Interlúdio, Ministério da Cultura – Governo do Brasil – Do lado do povo Brasileiro, com produção da DELLARTE. Os ingressos já estão à venda em DELLARTE.

O intercâmbio cultural ocorre em um momento de fortalecimento das relações entre Brasil e China, maior parceiro comercial do Brasil desde 2009. Em 2026, a GWM celebra três anos de operação no país, com destaque para a produção local de veículos em Iracemápolis e para a vice-liderança nas vendas de veículos eletrificados no mercado brasileiro.

“A GWM tem orgulho de apoiar iniciativas que aproximam culturas e criam conexões significativas com a sociedade. Receber no Brasil a Orquestra Chinesa de Shanghai, em um momento tão simbólico das relações entre os dois países, reforça nosso compromisso de contribuir para intercâmbios que gerem impacto positivo por meio da cultura”, afirma Thiago Sugahara, Gerente de ESG e Relacionamento com Stakeholders da GWM Brasil.

Cores da China

Cocriado pela Orquestra Chinesa de Shanghai e pelo Tencent Music Entertainment Group, “Cores da China” é um concerto que integra a música tradicional com um olhar contemporâneo sobre a herança cultural do país. O programa estreou no 39º Festival Internacional de Música Primavera de Shanghai, em 2024, abrindo um novo caminho no campo da música tradicional.

Inspirado pela filosofia da civilização chinesa, o concerto extrai a essência das cores tradicionais a partir de poemas chineses antigos de diferentes dinastias, tudo apresentado sob uma ótica que une a história à modernidade.

Na tradição estética chinesa, as cores carregam significados simbólicos ligados à natureza, espiritualidade, equilíbrio e passagem do tempo, conceitos que servem como eixo poético para o concerto.

“Cores da China” apresenta nove obras originais com distintas concepções artísticas, cada uma inspirada em uma cor tradicional chinesa e interpretada por instrumentos tradicionais que traduzem a beleza das cores por meio da poesia e da música:

A Cor da Primeira Aurora (Sheng) – Inspirada na Ode ao Penhasco Vermelho, de Su Shi, da Dinastia Song do Norte (960–1127)

Amarelo Brilhante (Novo Dizi & Konghou) – Inspirada nos Cinco Sonetos dedicados a Yin Mingzuo após um feliz reencontro, de Li Bai, da Dinastia Tang (608–907)

Vermelho Sensual (Zheng) – Inspirada em Primavera na Torre de Jade, de Yan Jidao, da Dinastia Song (960–1127)

A Cor do Lótus (Ruans) – Inspirada em Yuan Hou, de Long Fu, da Dinastia Yuan (1271–1368)

Roxo Claro (Erhu) – Inspirada em Azaleias, de Liu Chang, da Dinastia Song do Norte (960–1127)

Azul Suave (Pipa) – Inspirada em poemas de Yelü Chucai, da Dinastia Yuan (1271–1368)

Crepúsculo Misterioso (Tambores Chineses) – Inspirada em Celebrando a Longevidade pelos Nobres no Festival Qingming, de Wang Yucheng, da Dinastia Song do Norte (960–1127)

Cor do Chá (Suona) – Inspirada em Despedida do Mestre Liangyu em seu retorno à Montanha Kunlun, de Mei Yaochen, da Dinastia Song do Norte (960–1127)

Cores Elegantes (Conjunto Instrumental) – Inspirada em Contemplando ao Longe, de Zhang Yunlong, da Dinastia Qing (1644–1912)

Turnê Oficial da Programação do Ano Cultural Brasil-China 2026

Apresenta: Ministério da Cultura e GWM
Patrocínio: SPIC
Produção: Dellarte
Realização: Interlúdio, Ministério da Cultura – Governo do Brasil – Do lado do povo brasileiro
Programa: “Cores da China”
Duração: 70 minutos, sem intervalo
Classificação indicativa: 10 anos
Vendas: DELLARTE

Rio de Janeiro
Local: Sala Cecília Meireles – Rua da Lapa, 47 – Lapa
Data: 30/07/2026 – 19h (quinta-feira)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00

São Paulo
Local: Teatro B32 – R. Lício Nogueira, 92 – Itaim Bibi
Data: 01/08/2026 – 20h (sábado)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00

Brasília
Local: Sala Martins Pena – Teatro Planalto: Via N2 Eixo Monumental – Setor Cultural Norte
Data: 04/08/2026 – 20h (terça-feira)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00

Belo Horizonte
Local: Palácio das Artes – Av. Afonso Pena, 1537 – Centro
Data: 06/08/2026 – 20h (quinta-feira)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00

Curitiba
Local: Capela Santa Maria Espaço Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro
Data: 09/08/2026 – 19h (domingo)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00

Porto Alegre
Local: Teatro Simões Lopes Neto – Rua Riachuelo, 1089 – Centro Histórico
Data: 11/08/2026 – horário a confirmar (terça-feira)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00

Sobre a DELLARTE

Uma das maiores produtoras de soluções e eventos culturais do país, atuando na área da música clássica, jazz e artes performáticas há mais de 40 anos, a Dellarte já realizou mais de 1.500 apresentações para mais de 3 milhões de pessoas, trazendo para o Brasil atrações do cenário cultural ao redor do mundo.



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