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Economia

Innospec lança plataforma de podcasts e reúne especialistas

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A Innospec, multinacional de especialidades químicas, apresenta a sua mais nova plataforma de conteúdo em formato podcast, voltada aos profissionais dos setores de petróleo, combustíveis e energia. Com dois podcasts em sua programação — o Innospec Cast e o A Energia Vem Delas —, a iniciativa busca promover debates sobre temas estratégicos para a indústria, além de compartilhar análises, tendências e conhecimento técnico com o mercado.

Com uma abordagem voltada a temas que impactam diretamente o setor de energia, os episódios exploram assuntos como inovação, eficiência operacional, desenvolvimento profissional, diversidade e os desafios da transição energética. A iniciativa acompanha uma tendência global de fortalecimento dos podcasts como plataforma para a disseminação de conteúdo especializado.

O “Innospec Cast” reúne especialistas e executivos em conversas sobre os principais desafios, tendências e oportunidades dos mercados de petróleo, combustíveis e especialidades químicas. O primeiro episódio traz Silas Rodrigues, da Brava Energy, para discutir desafios operacionais, tecnologias químicas e perspectivas para o segmento de oilfield. Já o segundo episódio conta com a participação de Roberta Teixeira, da Iconic, em uma conversa sobre aditivos para combustíveis, eficiência operacional, combustíveis renováveis e os desafios da transição energética.

Inspirado no evento homônimo realizado pela Innospec em 2024, “A Energia Vem Delas” ganha uma nova temporada em formato de podcast. Desenvolvido para ampliar as discussões sobre liderança feminina, diversidade e desenvolvimento profissional na indústria de energia, o projeto é realizado em parceria com o Programa Compartilha Cast e conta com o apoio da AMCHAM. Os episódios já disponíveis apresentam entrevistas com profissionais de diferentes áreas do setor, que compartilham suas trajetórias, desafios e visões sobre a evolução da indústria e a construção de um ambiente mais diverso e inclusivo.

“A forma como os profissionais consomem informação mudou significativamente nos últimos anos. Com os podcasts, buscamos criar um ambiente de troca de conhecimento que combine profundidade técnica, experiência prática e discussão sobre os temas que estão moldando o futuro da energia. Nosso objetivo é aproximar especialistas, clientes e parceiros por meio de conversas relevantes para os desafios atuais e futuros da indústria”, afirma Patrícia Albuquerque, especialista de marketing da Innospec do Brasil.

Os episódios do Innospec Cast e de A Energia Vem Delas estão disponíveis no canal oficial da Innospec do Brasil no YouTube. Ao investir em formatos que favorecem o compartilhamento de conhecimento e a troca de experiências, a Innospec reforça seu compromisso com o desenvolvimento do setor, ampliando o acesso a conteúdos qualificados e promovendo diálogos relevantes entre especialistas, profissionais e lideranças da indústria.



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Biopower, da JBS, investe R$ 140 milhões; unidade em Campo Verde (MT) será beneficiada

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A Biopower, empresa da JBS Novos Negócios que produz biodiesel, acaba de anunciar um investimento de R$140 milhões em modernização e inovação tecnológica de suas três usinas, localizadas em Lins (SP), Campo Verde (MT) e Mafra (SC). O aporte, o mais significativo desde a construção da unidade de Mafra, em 2021, prepara a empresa para um novo ciclo de crescimento e reforça seu papel estratégico na transição energética nacional.

A unidade da Biopower em Campo Verde (MT), que passou a operar sob gestão da JBS em 2014, acaba de atingir a marca histórica de mais de 1 bilhão de litros de biodiesel produzidos desde então, consolidando sua relevância para a empresa e para a região. Com uma capacidade anual de cerca de 150 milhões de litros, a planta registrou uma expansão de quase 40% em sua operação ao longo dos anos. Atualmente, a unidade movimenta cerca de 11 mil caminhões anualmente e é responsável pela geração de aproximadamente 100 empregos diretos no município.

Dentre os investimentos, está a implementação da tecnologia de esterificação enzimática, um moderno processo que substitui catalisadores químicos por enzimas de alta eficiência. Essa abordagem mais limpa e precisa permitirá um ganho de produtividade, maior flexibilidade no uso de matérias-primas diversas, como sebo bovino e óleo de cozinha usado, e a conversão de subprodutos, que antes eram comercializados separadamente, em mais biodiesel. O projeto começa a ser implementado neste ano e tem conclusão prevista para meados de 2026.

“Investimos para aprimorar ainda mais um produto que já tem reconhecimento de excelência no mercado e para nos mantermos na vanguarda de um setor em plena expansão”, afirma Alexandre Pereira, diretor da Biopower. “Essa modernização nos dará mais eficiência e elasticidade produtiva, garantindo nossa competitividade para atender a uma demanda por biodiesel que, certamente, continuará crescendo”, completa. O anúncio ocorre em um momento especial para a operação, já que a unidade de Mafra alcançou recentemente a marca de 1 bilhão de litros de biodiesel produzidos.

O aumento na demanda por biodiesel, impulsionado pela legislação vigente que prevê a elevação da mistura para 20% (B20) até 2030, acontece em um momento de crescimento histórico dos biocombustíveis no Brasil. Atualmente, a mistura está em 15%. É nesse cenário de expansão que o investimento da Biopower se posiciona, preparando a companhia para capturar as novas oportunidades e contribuir para a meta do país de se consolidar cada vez mais como uma potência em energia limpa. Em 18 anos de atuação, a empresa já produziu mais de 4 bilhões de litros de biodiesel, evitando a emissão de cerca de 9 milhões de toneladas de CO₂.

A Biopower também avança em novas frentes que contribuem para a descarbonização do transporte marítimo. A definição de metas globais da Organização Marítima Internacional (IMO), que busca atingir emissões líquidas zero no setor até 2050, abre espaço para combustíveis sustentáveis, e a empresa está preparada para atender essa demanda. O biodiesel se apresenta como uma alternativa viável e imediata ao diesel naval tradicional, podendo ser utilizado sem a necessidade de adaptação nas embarcações e com o mesmo desempenho e custo competitivo em relação a outras tecnologias.

Além disso, a Biopower conta com certificação e rastreabilidade internacional, como o selo ISCC (International Sustainability and Carbon Certification), requisito para o mercado europeu, e a Certificação EPA (Environmental Protection Agency), dos Estados Unidos. “À medida que o mundo acelera a transição para uma matriz energética mais limpa, queremos ser referência em soluções reais e acessíveis. Além do aumento da mistura para B20 nos próximos anos, o mercado de descarbonização naval surge como uma frente estratégica, que nos inspira a continuar inovando e ampliando nosso papel na construção de um futuro mais sustentável”, afirma Pereira.

A Biopower é exemplo do modelo econômico circular aplicado pela JBS em seus negócios: extrair valor do que era considerado descarte. Hoje, cerca de 99% de cada bovino processado pela companhia é aproveitado. Em aves e suínos, esse percentual é de quase 95%. Isso alimenta um ciclo virtuoso que combina reaproveitamento de matéria-prima, criação de empregos e redução de impactos logísticos e ambientais. A atuação também fortalece a economia regional, com operações 24 horas por dia, e cerca de 300 colaboradores diretos nas três unidades da empresa.

Para o diretor da Biopower, a tecnologia é essencial, mas ganha ainda mais força quando aliada ao talento e à dedicação das pessoas que fazem a empresa acontecer. “A tecnologia é uma ferramenta, mas a inovação nasce das pessoas. Temos um time que não somente opera, mas que cria, melhora e supera desafios. Foi essa expertise que nos permitiu, por exemplo, ser pioneiros no uso de diferentes tipos de matéria-prima. É esse conhecimento que representa nosso ativo mais valioso e que nos diferencia da concorrência”.

Biopower em números
3 usinas: Lins (SP), Campo Verde (MT) e Mafra (SC)
5ª maior capacidade produtiva do Brasil: mais de 900 milhões de litros
Projeção de produção recorde em 2025: mais de 650 milhões de litros
Presença nacional: entregas em mais de 22 estados

Presença da JBS em MT
A JBS está presente em 13 municípios mato-grossenses: Água Boa, Alta Floresta, Araputanga, Barra do Garças, Campo Verde, Colíder, Confresa, Diamantino, Juara, Pedra Preta, Pontes e Lacerda e Tangará da Serra, e é responsável pela geração de mais de 11 mil empregos diretos no estado. Com atuação destacada nas indústrias de bovinos, aves e suínos, a companhia também opera em áreas como produção de couros, transporte e agregação de valor.

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