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HCJ investe mais de R$ 6 milhões em modernização

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O Hospital de Clínicas de Jacarepaguá (HCJ), da Rede Total Care, braço hospitalar do Grupo Amil, concluiu mais uma etapa de seu processo de modernização. Com investimento superior a R$ 6 milhões, o projeto contemplou melhorias estruturais, renovação tecnológica e ampliação da capacidade assistencial, reforçando especialmente as áreas cirúrgicas e de internação.

A reestruturação foi apresentada durante uma cerimônia no dia 18 de junho, reunindo colaboradores e lideranças da Rede Total Care. Entre as entregas está a criação de um novo espaço de convivência ao ar livre para pacientes, visitantes e colaboradores. O ambiente foi implantado em uma área anteriormente sem utilização, proporcionando mais conforto e acolhimento para quem circula diariamente pelo hospital.

Outra intervenção recente foi a revitalização da fachada da unidade, que passou a contar com uma identidade visual mais moderna e alinhada ao atual momento de renovação do hospital.

O projeto também incluiu a modernização de equipamentos e a otimização dos espaços assistenciais, ampliando a capacidade de atendimento e fortalecendo a infraestrutura voltada aos procedimentos cirúrgicos e à internação de pacientes.

As iniciativas fazem parte da estratégia da Rede Total Care de investir continuamente na qualificação de suas unidades, promovendo mais segurança, eficiência operacional e bem-estar para pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde.

“Os investimentos ampliam a capacidade assistencial da unidade e aprimoram a experiência de pacientes e colaboradores. Essas melhorias refletem nosso compromisso permanente com a excelência do cuidado e com a oferta de uma infraestrutura cada vez mais moderna e resolutiva”, destaca o diretor regional da Rede Total Care, Francisco Souto.



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Entrar na universidade ficou mais fácil. E permanecer?

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O retorno às aulas nas universidades brasileiras reacende um debate que vem ganhando espaço na agenda da educação: garantir o acesso ao Ensino Superior já não é suficiente. Com a ampliação das políticas de inclusão e das ações afirmativas, mais jovens de baixa renda passaram a ocupar as universidades. Agora, o desafio é criar condições para que eles consigam permanecer até a conclusão da graduação.

Na prática, milhares de estudantes enfrentam uma rotina marcada por longos deslocamentos, necessidade de conciliar trabalho e estudo, insegurança alimentar, dificuldades financeiras e questões relacionadas à saúde mental. Em muitos casos, essas barreiras acabam levando à evasão, mesmo após a conquista da vaga.Os dados mostram a dimensão desse cenário. Pesquisa realizada pela Plano CDE para o Instituto Sol revela que, entre jovens de baixa renda da Região Metropolitana de São Paulo com perfil semelhante ao dos bolsistas atendidos pela instituição, apenas 17,7% conseguem ingressar no Ensino Superior. Entre aqueles que entram, somente 4% concluem a graduação sem algum tipo de apoio estruturado.

“Ampliar o acesso foi um avanço importante, mas a inclusão só se concretiza quando os estudantes conseguem permanecer na universidade e concluir sua formação. Políticas de permanência, como apoio para transporte, alimentação, moradia e assistência estudantil, são fundamentais para transformar o ingresso no Ensino Superior em oportunidades reais de desenvolvimento e mobilidade social”, afirma.

Além dos desafios financeiros, a pesquisa aponta que fatores como o sentimento de não pertencimento, lacunas na formação básica e barreiras culturais também impactam a trajetória acadêmica desses estudantes, reduzindo as chances de conclusão da graduação. O levantamento ainda mostra o potencial transformador do diploma universitário. Jovens que concluem o Ensino Superior podem alcançar um aumento acumulado de renda de até R$ 2,6 milhões ao longo da vida, em comparação com aqueles que não obtêm a graduação.

Para Júlia Borges Lima, fortalecer políticas de permanência é o próximo passo para que a expansão do acesso às universidades resulte, de fato, em mais mobilidade social e redução das desigualdades.



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