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Cultura

Lei Rouanet: prazo para inscrição de projetos termina em 31 de outubro

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Cultura

Termina sexta-feira, dia 31, o prazo para apresentação de projetos na Lei Rouanet. O prazo não será prorrogado. De acordo com o Ministério da Cultura, um dos principais objetivos é assegurar o processamento dos investimentos em projetos no mês de dezembro, marcando o encerramento do exercício fiscal.

A Lei Rouanet foi criada em 1991. Ela tem o propósito de captar e canalizar dinheiro para o setor cultural, estimulando a produção, principalmente, por meio de incentivo fiscal concedido a quem patrocina projetos culturais. Somente este ano, o ministério já recebeu 16 mil propostas submetidas à Lei de incentivo à Cultura.

Os interessados em inscrever projetos na Lei Rouanet, devem acessar o Salic (Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura), e analisar se a proposta faz parte das regras estipuladas. Não deixe para fazer isso na última hora, pois o Sistema pode estar sobrecarregado, impedindo que complete os procedimentos dentro do prazo. Caso isso aconteça, nova oportunidade, só no ano que vem. 

*Sob supervisão de Leila Santos


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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