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SAE debate ISTs e gravidez na adolescência em escolas

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Em Sorriso, as ações de conscientização em relação às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), e gravidez na adolescência, serão realizadas durante esta sexta-feira, dia 13 de outubro. Para orientar os adolescentes, a coordenadora do Serviço de Atendimento Especializado (SAE), Michelle Saldanha, conduz o debate nas escolas estaduais 13 de Maio e Mário Spinelli.

Por lá, o bate-papo com os jovens e adolescentes aborda a Síndrome da Imunodeficiência Humana Adquirida, AIDS; hepatites e sífilis, além da gravidez na adolescência. “Trabalhamos com conscientização e alerta”, frisa a enfermeira.

Para Michelle, combater o preconceito – que sim, ainda existe quando envolve ISTs e o uso de preservativos, também é fundamental. “Nos deparamos com muitos pacientes com vergonha, com medo da reação dos outros, é preciso ficar claro que no combate às ISTs e na informação para evitar a gravidez na adolescência, o preconceito é totalmente fora de moda”, defende.

Vale reforçar que diariamente os exames tanto para HIV, hepatites B ou C e sífilis, são ofertados pela saúde pública de Sorriso diretamente no SAE. Estes, inclusive são exames que devem ser inclusos aos hábitos de rotina. Basta procurar o Serviço no horário das 7 às 11 horas pela manhã e das 13 às 17 horas à tarde. O SAE fica na Avenida Imigrantes, n.º 2495, Centro Norte.

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Capacitação reforça uso de biodigestores nas escolas e fortalece educação ambiental em Sorriso

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Gestores das unidades escolares da rede municipal participaram, na tarde desta quarta-feira (10), de uma capacitação voltada ao funcionamento e à utilização dos biodigestores instalados nas escolas. O encontro, realizado na Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, integra as ações do programa Cidade Inteligente, Humana e Sustentável e também faz parte das iniciativas desenvolvidas pelo Eco Sorriso, consolidando o Município como referência na adoção de tecnologias sustentáveis no ambiente escolar, na inovação, sustentabilidade e educação ambiental.

Ao todo, 18 escolas municipais contam com a tecnologia, que transforma resíduos orgânicos em biogás e biofertilizantes, contribuindo para a gestão adequada dos resíduos produzidos diariamente nas cozinhas escolares. Além de promover a reciclagem de matéria orgânica e reduzir custos com energia, o sistema também diminui o envio de lixo aos aterros sanitários e incentiva práticas mais sustentáveis dentro do ambiente escolar.

Segundo o coordenador do Eco Sorriso e diretor de Saneamento Básico, Diogo Martins, a formação teve como principal objetivo atualizar os gestores que já acompanham o funcionamento dos biodigestores e capacitar os novos diretores que assumiram recentemente algumas unidades, além de envolver a equipe de nutricionistas da Central de Alimentação Escolar (CAE), fortalecendo o trabalho conjunto para manter os sistemas em pleno funcionamento e reativar aqueles que eventualmente estejam inativos.

“Durante o encontro, foram abordados aspectos técnicos do funcionamento da tecnologia israelense implantada no município, seus benefícios ambientais e econômicos. Os biodigestores representam uma oportunidade de transformar a educação ambiental em uma experiência prática dentro das escolas. Estamos formando gestores e equipes para que essa tecnologia seja utilizada em todo o seu potencial, aliando inovação, energias renováveis, sustentabilidade e aprendizagem.

Após a capacitação, os participantes realizaram uma visita técnica ao biodigestor da Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, referência no funcionamento do sistema. A unidade produz biogás e biofertilizante utilizado na manutenção dos jardins e do paisagismo da própria escola, tornando-se um exemplo prático dos benefícios proporcionados pela iniciativa.

“O biodigestor já faz parte da nossa rotina e mostra, na prática, que sustentabilidade também se aprende fazendo. Além dos benefícios ambientais, ele desperta a curiosidade dos alunos e amplia as possibilidades de trabalhar temas relacionados à preservação do meio ambiente, responsabilidade social e cuidado com os recursos naturais. Sem dúvida, é uma ferramenta que agrega muito valor ao processo educativo”, declarou a diretora da escola, Edena Cristina.

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