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“A região de Cáceres é rica mais está longe do governo: Ajude a eleger um deputado que está aqui com vocês” diz WF

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Cáceres

Assessoria

A MT-343 encurtou a viagem entre Cáceres e Tangará da Serra. Mais do que asfalto, a estrada abriu um corredor direto entre duas cidades irmãs que compartilham desafios, lutas populares e a presença viva da Universidade do Estado de Mato Grosso. Na noite da última quarta-feira (23), esse caminho foi percorrido pelo candidato a deputado estadual Cézare Pastorello (PT), único postulante à Assembleia Legislativa presente na plenária de mobilização que reuniu a militância progressista do Médio-Norte.

O encontro serviu para alinhar a campanha do presidente Lula e demonstrar que o projeto popular não recua em Mato Grosso. Pastorello fez questão de ir em pessoa, ao lado de sua coordenadora local, Rose Medeiros, quando falou de peito aberto sobre a urgência de representação combativa para o interior.

A defesa da Unemat ganhou destaque central na manifestação de Pastorello. Para ele, universidade pública não pode viver de pires na mão nem depender da boa vontade momentânea de quem senta na cadeira de governador:

“Autonomia universitária só existe de fato com independência orçamentária. A nossa luta na Assembleia é pela garantia da vinculação constitucional de 2,5% da Receita Corrente Líquida para a Unemat. É o Conselho Universitário, são os professores, técnicos e estudantes que devem decidir onde aplicar o recurso: seja construindo Restaurante Universitário, garantindo bolsas de permanência para o filho do trabalhador não abandonar o curso, ou abrindo novas turmas no interior. Sem dinheiro carimbado por lei, a autonomia vira discurso vazio.”

Pastorello lembrou que Cáceres e Tangará da Serra vivem a mesma angústia de ver a riqueza do agronegócio saltar aos olhos enquanto a saúde pública, a cultura e a educação enfrentam cortes e descaso da atual gestão estadual. Ele pontuou o histórico recente de coragem da militância, resgatando a virada nas urnas de Cáceres, onde Lula venceu no primeiro turno em 2022 após a militância enfrentar o clima de intimidação nas ruas.

O candidato explicou que a região Oeste somou 58 mil votos no presidente Lula na última eleição nacional, mas acabou fragmentando sua força legislativa pela ausência de um nome próprio e competitivo do PT. A sua candidatura, portanto, preenche um vácuo de duas décadas e busca dar representatividade a municípios que sofrem com o esquecimento político.

Na avaliação do candidato, a eleição deste ano não permite hesitação: passa por eleger Lula para barrar retrocessos nacionais, fortalecer a bancada de sustentação no Congresso e eleger deputados estaduais que não se curvem à cartilha dos megaempresários que hoje mandam no Estado.

Ao final da atividade, entre abraços da militância tangaraense, Pastorello frisou que seu compromisso parlamentar é com quem vive do próprio trabalho:

“Tangará e Cáceres agora estão a duas horas de distância pela MT-343. Temos problemas e sonhos em comum. Vamos ocupar a Assembleia Legislativa para devolver a Unemat ao povo, salvar a saúde pública e mostrar que o interior de Mato Grosso quer dignidade, comida no prato e respeito.”

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Candidato a deputado Jerônimo Gonçalves diz que não tem dúvidas da eleição de Flávio Bolsonaro, WF ao governo de MT e sua a A.L

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A MT-343 encurtou a viagem entre Cáceres e Tangará da Serra. Mais do que asfalto, a estrada abriu um corredor direto entre duas cidades irmãs que compartilham desafios, lutas populares e a presença viva da Universidade do Estado de Mato Grosso. Na noite da última quarta-feira (23), esse caminho foi percorrido pelo candidato a deputado estadual Cézare Pastorello (PT), único postulante à Assembleia Legislativa presente na plenária de mobilização que reuniu a militância progressista do Médio-Norte.

O encontro serviu para alinhar a campanha do presidente Lula e demonstrar que o projeto popular não recua em Mato Grosso. Pastorello fez questão de ir em pessoa, ao lado de sua coordenadora local, Rose Medeiros, quando falou de peito aberto sobre a urgência de representação combativa para o interior.

A defesa da Unemat ganhou destaque central na manifestação de Pastorello. Para ele, universidade pública não pode viver de pires na mão nem depender da boa vontade momentânea de quem senta na cadeira de governador:

“Autonomia universitária só existe de fato com independência orçamentária. A nossa luta na Assembleia é pela garantia da vinculação constitucional de 2,5% da Receita Corrente Líquida para a Unemat. É o Conselho Universitário, são os professores, técnicos e estudantes que devem decidir onde aplicar o recurso: seja construindo Restaurante Universitário, garantindo bolsas de permanência para o filho do trabalhador não abandonar o curso, ou abrindo novas turmas no interior. Sem dinheiro carimbado por lei, a autonomia vira discurso vazio.”

Pastorello lembrou que Cáceres e Tangará da Serra vivem a mesma angústia de ver a riqueza do agronegócio saltar aos olhos enquanto a saúde pública, a cultura e a educação enfrentam cortes e descaso da atual gestão estadual. Ele pontuou o histórico recente de coragem da militância, resgatando a virada nas urnas de Cáceres, onde Lula venceu no primeiro turno em 2022 após a militância enfrentar o clima de intimidação nas ruas.

O candidato explicou que a região Oeste somou 58 mil votos no presidente Lula na última eleição nacional, mas acabou fragmentando sua força legislativa pela ausência de um nome próprio e competitivo do PT. A sua candidatura, portanto, preenche um vácuo de duas décadas e busca dar representatividade a municípios que sofrem com o esquecimento político.

Na avaliação do candidato, a eleição deste ano não permite hesitação: passa por eleger Lula para barrar retrocessos nacionais, fortalecer a bancada de sustentação no Congresso e eleger deputados estaduais que não se curvem à cartilha dos megaempresários que hoje mandam no Estado.

Ao final da atividade, entre abraços da militância tangaraense, Pastorello frisou que seu compromisso parlamentar é com quem vive do próprio trabalho:

“Tangará e Cáceres agora estão a duas horas de distância pela MT-343. Temos problemas e sonhos em comum. Vamos ocupar a Assembleia Legislativa para devolver a Unemat ao povo, salvar a saúde pública e mostrar que o interior de Mato Grosso quer dignidade, comida no prato e respeito.”

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