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Holafly for Business revela diferenças de velocidade dos Wi-Fi dos aeroportos

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DUBLIN, Oct. 31, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Para quem viaja a trabalho, a chegada geralmente significa voltar ao trabalho imediatamente: baixar uma apresentação ou responder a um cliente. Sem dados móveis, o Wi-Fi gratuito do aeroporto geralmente é a maneira mais fácil de se conectar com a Internet, mas isso pode ser lento e arriscado. O colaborador se conecta e fica frustrado ao ver que a barra de progresso quase não se move.

Para as empresas, isso significa que a capacidade de trabalho dos colaboradores depende do aeroporto onde estão, além de dos riscos de segurança. Os dados corporativos passam por redes desconhecidas, e os colaboradores podem ter que fornecer informações pessoais nas páginas de login do Wi-Fi.

O Índice de Estresse de Wi-Fi de Aeroportos da Holafly comparou oito business hubs internacionais para entender por que 86% dos viajantes a trabalho com menos de 55 anos ficam estressados com problemas de conexão durante as viagens. O estudo revelou que baixar um arquivo pode levar segundos ou minutos, dependendo do aeroporto da chegada.

No aeroporto JFK de Nova York (primeiro lugar no índice), a velocidade chega a 151,6 Mbps, o suficiente para baixar uma apresentação grande em meio minuto. No Aeroporto de Heathrow, em Londres, classificado em último lugar, a velocidade cai para 12 Mbps, o que significa que o mesmo arquivo leva mais de cinco minutos para ser baixado, ou até 13 minutos durante o horário de pico da manhã.

No entanto, a velocidade não é o único obstáculo para os colaboradores que trabalham entre voos, pois, em alguns aeroportos, o Wi-Fi gratuito tem limite de tempo. Em Frankfurt, as sessões expiram após 30 minutos e, em Dubai, após 60 minutos, com cada hora adicional custando cerca de US$ 5,40. Quando o acesso termina no meio de uma tarefa, eles precisam interromper o trabalho e fazer o login novamente.

Ainda assim, o Holafly’s 2026 Summer Travel & eSIM Report revelou que 53,4% dos viajantes a trabalho providenciam sua própria conexão. Isso faz com que as empresas tenham menos controle e coloca os dados da empresa em risco em redes públicas, enquanto as equipes têm dificuldade para realizar seu trabalho.

Esse cenário muda quando a empresa oferece uma solução: 81,3% dos viajantes a trabalho com um eSIM da empresa acham que a conexão irá melhorar a produtividade, em comparação com 52,4% com a sua própria conexão.

“Cada minuto que um colaborador passa esperando um arquivo carregar é um tempo pago pela empresa”, disse Davide Ilardi, Diretor de Vendas Diretas B2B da Holafly. “Além de aumentar o estresse de uma viagem que já é tão desgastante, isso também significa trabalhar em uma rede sobre a qual a empresa não tem controle. As empresas podem resolver os dois problemas providenciando a conexão das equipes antes das viagens.”

As soluções corporativas como a Holafly for Business viabilizam que as empresas atribuam eSIMs internacionais às equipes antes das viagens e gerenciem seus planos por meio do Holafly Business Center. Com dados móveis disponíveis na chegada, as equipes podem acessar com segurança as ferramentas de trabalho e continuar trabalhando fora do terminal sem atrasos ou interrupções. Elas podem utilizar ao máximo o tempo delas desde o momento da chegada.

Contato com a Mídia: press@holafly.com

Foto deste comunicado disponível em http://www.globenewswire.com/NewsRoom/AttachmentNg/5f21ff5a-650b-4dab-b9f1-0d8262e7548e

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Robin Swicord integra time de consultores do Novas Histórias

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A roteirista e diretora norte-americana Robin Swicord, de “Adoráveis Mulheres”, “Matilda” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”, é o nome que faltava para completar a lista de consultores da edição comemorativa de 30 anos do Lab Novas Histórias. Com ela, o laboratório reúne dez profissionais do Brasil e do exterior para orientar os roteiristas selecionados. O Lab acontece de 15 a 18 de dezembro, no Grande Hotel Campos do Jordão (Hotel-escola Senac), em edição dedicada ao desenvolvimento de roteiros de longa-metragem de ficção para ou sobre crianças e adolescentes.

Em 46 anos de carreira como roteirista, Swicord assinou também “Da Magia à Sedução” e “Memórias de uma Gueixa”, dirigiu “O Clube de Leitura de Jane Austen” e “Wakefield” e escreveu, ao lado de Ava DuVernay, a minissérie “Olhos que Condenam”. Consultora de longa data do Sundance Screenwriting Lab, ela é professora honorária da HFF, escola de cinema e televisão de Munique, na Alemanha, onde conduz todos os anos um workshop para roteiristas mulheres. Também atua como mentora no programa internacional do Film Independent e no Women’s Writing Lab, em Nova York, e foi por sete anos governadora do ramo de roteiristas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Atualmente, adapta para o cinema os livros de memórias da ecóloga florestal Suzanne Simard, em projeto da Jigsaw Productions com a atriz Amy Adams.

Ela se junta aos também norte-americanos Ira Sachs, de “Passagens” e “O Amor É Estranho”, e Lisa Cholodenko, de “Minhas Mães e Meu Pai”, indicado a quatro Oscars, e ao brasileiro Carlos Saldanha, radicado nos Estados Unidos, diretor das animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”. Completam o time a roteirista holandesa Mieke de Jong e os brasileiros Alice Gomes, Ana Luiza Azevedo, André Araújo, Marton Olympio e Rosane Svartman.

Os consultores internacionais chegam ao Lab com obras que dialogam diretamente com o tema da edição. Swicord levou ao cinema “Matilda”, clássico infantil de Roald Dahl, e “Adoráveis Mulheres”, sobre o amadurecimento das irmãs March. Sachs retratou a amizade de dois garotos de 13 anos no Brooklyn em “Homenzinhos”. Cholodenko construiu em “Minhas Mães e Meu Pai” um retrato de família a partir do olhar de dois adolescentes, enquanto Saldanha assina alguns dos maiores sucessos da animação para toda a família das últimas duas décadas. A edição recebeu 244 projetos de sete países, dos quais 10 foram selecionados para a imersão de desenvolvimento.

Criado em 1996 pela Esmeralda Produções em parceria com o Sundance Institute, o Lab Novas Histórias completa 30 anos em 2026. A edição comemorativa tem o Alana como parceiro e correalizador, ao lado do Sundance Institute, do Senac São Paulo, parceiro educacional da iniciativa há mais de 15 anos, e do Projeto Paradiso, iniciativa filantrópica do Instituto Olga Rabinovich.

Sobre o Alana

O Alana é um ecossistema de organizações de impacto socioambiental que promove e inspira um mundo melhor para as crianças. Um mundo sustentável, justo, inclusivo, igualitário e plural. Um mundo que celebra e protege a democracia, a justiça social, os direitos humanos e das crianças com prioridade absoluta. Um mundo que cuida dos seus povos, de suas florestas, dos seus mares, do seu ar. O Alana é um ecossistema de organizações interligadas, interdependentes, de atuação convergente, orientadas pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). O encontro de um Instituto, uma Fundação e um Núcleo de Negócios de Entretenimento de Impacto. Um combinado único de educação, ciência, entretenimento e advocacy que mistura sonho e realidade, pesquisa e cultura pop, justiça e desenvolvimento, articulação e diálogo, incidência política e histórias bem contadas.

Sobre o Lab Novas Histórias

Desde a primeira edição, realizada em 1996 em parceria com o Sundance Institute, os laboratórios de roteiro promovidos pela Esmeralda Produções consolidaram-se como ponto de encontro daqueles que se dedicam à arte de escrever histórias para o cinema. Em 30 anos de realização, o Lab Novas Histórias contribui para o fortalecimento e a formação de novas gerações de roteiristas no Brasil, pavimentando o caminho para que cada vez mais histórias brasileiras cheguem às telas de cinema no Brasil e no mundo.



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