Polícia
Polícia Civil cumpre mandados contra grupo suspeito de tráfico de drogas em Rosário Oeste
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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta quinta-feira (15.10), 14 mandados judiciais em Rosário Oeste, durante a Operação Legatum, que tem como objetivo desarticular um grupo criminoso suspeito de atuar no tráfico de drogas na região.
Foram cumpridas cinco ordens de prisão temporária e nove ordens de busca e apreensão domiciliar, expedidas pela Justiça com base nas apurações realizadas pela Delegacia de Polícia de Rosário Oeste.
As investigações apontam o envolvimento dos suspeitos com os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa.
Os mandados foram cumpridos em residências de Rosário Oeste. Entre os alvos estão duas mulheres e três homens, que tiveram a prisão temporária decretada.
Após serem detidos, os cinco foram encaminhados à delegacia e ficaram à disposição da Justiça.
A Operação Legatum contou com o apoio das equipes de policiais civis das delegacias de Cuiabá, Várzea Grande e da Delegacia de Polícia de Nobres, reforçando a integração entre as unidades policiais no enfrentamento ao tráfico de drogas.
A operação faz parte das investigações da Polícia Civil para identificar os envolvidos e apurar a atuação do grupo no tráfico de drogas em Rosário Oeste.
Polícia
Polícia Civil deflagra 2ª fase de operação contra rede de aliciamento de menores em Comodoro
A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (22.10), a segunda fase da Operação Scutum Innocentia, para cumprir cinco mandados de busca e apreensão contra investigados por integrar uma rede de aliciamento e abuso sexual de menores de 14 anos em Comodoro.
As diligências foram cumpridas por equipes da Delegacia de Comodo na zona rural do município, com o objetivo de apreender aparelhos celulares, computadores e demais dispositivos eletrônicos que possam comprovar o envolvimento dos investigados nos crimes apurados.
As medidas foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cáceres, que também autorizou a extração integral dos dados dos aparelhos apreendidos.
A investigação teve início em agosto de 2025, após a Polícia Civil tomar conhecimento de que menores de 14 anos estavam sendo vítimas de abuso sexual. A análise de dados de aparelhos celulares revelou milhares de mensagens trocadas por meio de redes sociais, com conteúdo de aliciamento, pedidos de fotografias íntimas e convites para encontros de natureza sexual.
Os investigados, todos homens adultos, se aproximavam das vítimas por meio de perfis em redes sociais e mantinham contato frequente, que evoluía para conversas de cunho sexual explícito, pedidos de fotografias íntimas e de áudios, envio de imagens impróprias e convites para encontros, inclusive com mais de uma pessoa.
A apuração identificou o uso de perfis alternativos e de linhas telefônicas e contas de e-mail registradas em nome de terceiros, além de mensagens apagadas após o contato com as vítimas, o que, para a investigação, indica tentativa de dificultar a identificação dos autores e de eliminar provas.
Um dos perfis usados nas conversas teve a titularidade atribuída a pessoas diferentes ao longo das oitivas, e a identificação do seu verdadeiro usuário é um dos objetivos desta fase.
Operação Scutum Innocentia
Na primeira fase da operação, realizada em outubro de 2025, foram cumpridos mandados de busca contra cinco investigados, que admitiram, em diferentes graus, ter mantido conversas com as adolescentes pelas redes sociais.
Parte deles reconheceu ter solicitado fotografias íntimas ou áudios das vítimas, e um deles admitiu ter enviado imagem própria com partes do corpo expostas.
O aprofundamento das apurações permitiu identificar novos suspeitos, alvos desta segunda etapa. Até o momento, ao menos 10 pessoas foram identificadas como envolvidas na rede, e as diligências desta fase também buscam identificar outros possíveis participantes.
Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de estupro de vulnerável e aliciamento de criança ou adolescente por meio de comunicação para a prática de ato libidinoso, sem prejuízo de outros delitos previstos no ECA que venham a ser constatados com a perícia dos aparelhos.
“Eu quero reforçar o compromisso permanente da Polícia Civil com a proteção de crianças e adolescentes e orientar pais e responsáveis a acompanharem o uso de celulares e redes sociais pelos filhos, evitando a aproximação de criminosos sexuais”, disse o delegado titular de Comodoro Mateus Almeida Oliveira Reiners.
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