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Podcast Lucas em Debate esclarece dúvidas sobre doação de sangue com coordenador da Agência Transfusional

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Junho Vermelho é o mês dedicado à conscientização sobre a importância da doação de sangue. E o podcast Lucas em Debate recebeu o coordenador da Agência Transfusional de Lucas do Rio Verde, Gilmar Pereira, para um bate-papo esclarecedor sobre o tema. Durante a entrevista, foram abordadas dúvidas frequentes da população, mitos e verdades sobre a doação, quem pode se tornar doador e como funciona o processo no município.

Gilmar explicou que Lucas do Rio Verde não possui banco de sangue próprio. O município conta com uma Agência Transfusional, no Hospital São Lucas, responsável por receber, armazenar e disponibilizar os hemocomponentes utilizados nos atendimentos hospitalares. As campanhas de coleta são realizadas periodicamente em parceria com o Hemocentro Regional de Sorriso, responsável pelo abastecimento da região.

Durante a entrevista, o coordenador destacou que doar sangue é um procedimento seguro, rápido e capaz de fazer a diferença na vida de muitas pessoas. “Uma única doação pode beneficiar até quatro pacientes, já que os componentes do sangue são separados e utilizados conforme a necessidade de cada tratamento. O sangue é indispensável para vítimas de acidentes, pacientes em cirurgias, pessoas em tratamento contra o câncer e diversas outras situações de emergência e saúde”, frisou.

Gilmar também reforçou os principais requisitos para ser doador: ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos, estar em boas condições de saúde, estar alimentado no momento da doação e apresentar documento oficial com foto. Menores de idade precisam de autorização dos responsáveis.

Além de esclarecer dúvidas, o episódio serviu como um convite à solidariedade. O coordenador ressaltou que os estoques de sangue dependem exclusivamente da contribuição voluntária da população e que a participação dos doadores é fundamental para garantir o atendimento dos pacientes que necessitam de transfusões.

O episódio completo do Lucas em Debate está disponível na Rádio Câmara e nas plataformas digitais da Câmara Municipal de Lucas do Rio Verde. 

Ouça a Rádio Câmara
Para ouvir a Rádio Câmara Lucas do Rio Verde, acesse o site oficial da  Câmara Municipal  ou baixe o aplicativo para  iOS  e  Android . Os episódios do podcast estão disponíveis nas principais plataformas digitais.



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Política

Pedro Taques afirma que denúncia à PGR deu origem à investigação da PF sobre acordo de R$ 308 milhões entre Governo de MT e Oi

Ex-governador diz que representação criminal do seu escritório originou a Operação Heritage. Mauro Mendes nega irregularidades e fala em disputa política

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Foto: Reprodução

A investigação da Polícia Federal sobre o acordo de aproximadamente *R$ 308 milhões* firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A. voltou ao centro do debate político nesta quinta-feira, (6-8)

Em coletiva de imprensa acompanhada pela equipe do *Espia News*, o pré-candidato ao Senado da República *Pedro Taques*, afirmou que a representação criminal apresentada por seu escritório à Procuradoria-Geral da República (PGR) foi o ponto de partida para a apuração que culminou na deflagração da *Operação Heritage*.

Segundo Taques, a denúncia foi construída a partir da análise de documentos que, na avaliação dele, apontam possíveis irregularidades na celebração do acordo entre o Estado e a operadora de telefonia.

*Como surgiu o caso*
O acordo investigado envolve uma disputa tributária entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A., encerrada por meio de um acordo administrativo que movimentou cerca de R$ 308 milhões.

Na coletiva, Pedro Taques afirmou que o Estado possuía decisões judiciais favoráveis e que, por isso, não haveria fundamento jurídico para a celebração do acordo da forma como ocorreu. Segundo ele, a legislação estadual que criou a Câmara de Resolução Consensual de Conflitos, a *Consenso-MT*, não autorizaria esse tipo de negociação envolvendo créditos tributários.

O ex-governador também disse que sua equipe identificou movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo fundos de investimento ligados aos valores pagos no acordo. As informações foram reunidas em uma representação encaminhada à PGR, que posteriormente resultou na abertura das investigações pela Polícia Federal.

*O que disse Pedro Taques*
Durante a coletiva, Taques fez duras críticas ao acordo firmado pelo Governo do Estado e afirmou que:
– *A investigação da PF teve origem* na representação criminal apresentada por seu escritório;
– *O acordo com a Oi foi ilegal*, em sua avaliação;
– *Houve falhas nos critérios* utilizados para definir os valores envolvidos;
– *O fluxo dos recursos públicos precisa ser esclarecido* pelas autoridades responsáveis.

O ex-governador destacou ainda que as medidas cautelares da Operação Heritage foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal após manifestação da Procuradoria-Geral da República.

*O que investiga a Polícia Federal*
A Operação Heritage apura se houve irregularidades na negociação envolvendo recursos públicos destinados ao acordo com a Oi.

Entre os crimes investigados estão: *organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada*.

Até o momento, a investigação segue em andamento e não há condenação de qualquer investigado.

*O que diz Mauro Mendes*
*Mauro Mendes nega todas as acusações.*

Em manifestações públicas, o ex-governador afirma que o acordo foi celebrado dentro da legalidade, com respaldo técnico e jurídico, e sustenta que a investigação esclarecerá a regularidade dos atos praticados durante sua gestão. Mendes também atribui as acusações ao ambiente de disputa política.

*Investigação continua*
A Polícia Federal prossegue com a coleta de provas e a análise dos documentos apreendidos durante a Operação Heritage.

A existência da investigação não representa condenação, e todos os investigados têm assegurados os direitos ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.

O *Espia News* continuará acompanhando o andamento do caso e trará novas informações à medida que houver manifestações oficiais das autoridades e das partes envolvidas.

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