Search
Close this search box.

Mato Grosso

O futuro do Judiciário: participe da construção do Planejamento Estratégico 2027-2032

Publicado em

Mato Grosso

O Planejamento Estratégico 2027-2032 do Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) não começa em um documento. Começa nas pessoas. Em quem vive a rotina, enfrenta os desafios, identifica oportunidades e acredita que o futuro da instituição pode (e deve) ser construído de forma coletiva. Participar desse processo é contribuir diretamente para os caminhos que o PJMT irá seguir nos próximos anos.

É nesse contexto que magistrados(as) e servidores(as) estão convidados(as) para o webinário “Construindo juntos o Planejamento Estratégico 2027-2032”, que será realizado no dia 24 de abril, às 13h30, por meio da plataforma Microsoft Teams. Para além da apresentação de etapas ou conceitos, o encontro propõe ampliar a compreensão sobre o processo e reforçar o espaço de escuta e participação de todos(as).

O novo ciclo estratégico vem sendo estruturado a partir de análises consistentes, que consideram tanto os desafios internos quanto as transformações externas, a exemplo do avanço da tecnologia, o uso da inteligência artificial e as mudanças nas demandas sociais. Mas nenhum dado substitui a vivência de quem está no dia a dia do Judiciário. É dessa combinação entre técnica e experiência que nasce um planejamento mais conectado com a realidade.

Várias fases, um só propósito

Durante as primeiras etapas, uma premissa tem se destacado: planejar não é um exercício burocrático, mas uma escolha consciente de prioridades. É o que permite reduzir improvisos, dar mais clareza às decisões e fortalecer a capacidade institucional de responder com qualidade à sociedade. E isso só se sustenta quando há participação real.

Outro avanço importante deste ciclo é a construção do Planejamento Estratégico de Gestão de Pessoas (PEGP), iniciativa inédita que reconhece o papel central das pessoas na entrega dos resultados institucionais. Ao olhar com mais atenção para desenvolvimento, competências e ambiente de trabalho, o PJMT reforça que estratégia também é, essencialmente, sobre gente.

O webinário marca mais um passo nessa jornada. Um convite para entender, refletir e, principalmente, participar. Porque o futuro do Judiciário não se define sozinho. Ele se constrói, todos os dias, com as escolhas e contribuições de quem faz parte dele.

📌 Magistrado(a), servidor(a), garanta sua participação e contribua com essa construção!

Acesse a seguir o link da inscrição: https://evento.tjmt.jus.br/inscricao-evento/07000000-0aa7-0a58-9f8a-08ddc9fd2f6e

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Mato Grosso

Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

Publicados

em

Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA