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Projeto Lutadoras tem prazo estendido e será lançado na próxima terça-feira (31) em Cuiabá

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Cuiabá

O Projeto Lutadoras Edição 2026 será lançado oficialmente na próxima terça-feira (31 de março), às 18h, no Palácio das Artes Marciais, em Cuiabá. As inscrições para participar da iniciativa seguem abertas até segunda-feira (30), um dia antes da solenidade.

A Prefeitura de Cuiabá prorrogou até segunda-feira (30) o prazo de inscrições para o Projeto Lutadoras Edição 2026. Com isso, as interessadas têm até um dia antes do lançamento oficial para garantir participação na iniciativa.

As inscrições são feitas exclusivamente pelo aplicativo Smart Cuiabá. Para participar, é necessário acessar a plataforma, entrar na aba da Secretaria Municipal da Mulher, selecionar a opção Lutadoras, escolher o local e o horário disponíveis e concluir o cadastro.

Também haverá oportunidade de inscrição presencial durante a 2ª Feira Cultural do Japão, realizada de quinta-feira (26) a domingo (29), das 17h às 23h, no Complexo Biocultural do Porto, espaço que abriga o Museu do Rio e o Aquário Municipal.

Com quase mil vagas disponíveis, o projeto chega ampliado em 2026, com a criação de 32 novas turmas distribuídas em 16 polos em diferentes regiões da capital. Cada polo contará com duas turmas de 30 alunas, totalizando 60 participantes por local e capacidade para atender mais de 900 mulheres.

As aulas serão realizadas em dias alternados ao longo da semana: às segundas e quartas-feiras e também às terças e quintas-feiras, sempre com turmas de 30 participantes.

Coordenado pela Secretaria Municipal da Mulher, com apoio do Núcleo da Primeira-Dama, o Projeto Lutadoras atua como uma estratégia de prevenção à violência, promovendo a segurança feminina por meio da prática de defesa pessoal, além de contribuir para a saúde física e emocional das participantes.

O público-alvo são mulheres a partir de 16 anos, com prioridade para aquelas em situação de vulnerabilidade social e econômica ou expostas à violência doméstica ou de gênero. Também terão prioridade classificatória mulheres de baixa renda, com NIS atualizado, e aquelas que estejam sob medida protetiva.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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