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Mato Grosso

Polícia Civil deflagra operação para desarticular facção envolvida com tráfico de drogas em Araputanga

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Mato Grosso

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (26.2), a Operação Delivery para cumprimento de ordens judiciais com foco na desarticulação de facções criminosas envolvidas com tráfico de drogas no município de Araputanga e região.

As ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão e quebras de sigilo telemáticos, foram expedidas pela Vara Única de Araputanga. A ação resultou na prisão de um faccionado conhecido pela atuação com o comércio de drogas na região oeste de Mato Grosso, além da apreensão de entorpecentes e apetrechos relacionados ao tráfico de drogas.

A operação foi deflagrada após investigação conduzida pela Delegacia de Araputanga, que se estendeu por cerca de cinco meses e identificou alvos que mantinham relação direta com uma facção criminosa e utilizavam imóveis no município como pontos de depósito, distribuição e venda de entorpecentes, além de locais de apoio e refúgio para outros integrantes do grupo.

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Buscas e flagrante

Durante cumprimento das ordens judiciais, os policiais civis localizaram, em um dos endereços investigados, considerável quantidade de entorpecentes, composta por diversos tipos de droga, além de uma balança de precisão, instrumento comumente utilizado para fracionar e preparar porções para comercialização.

Todo o material foi apreendido e encaminhado para perícia oficial, reforçando as demais provas cumpridas ao longo da investigação. O faccionado, de 24 anos, já conhecido no meio policial, foi conduzido à delegacia, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Segundo o delegado de Araputanga, Cleber Emanuel Neves, o investigado possui ao menos cinco passagens anteriores por tráfico de drogas, além de relação ativa com a facção criminosa que atua na região.

“As investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar outros envolvidos, aprofundar o mapeamento da estrutura da facção criminosa na região Oeste e coibir o uso de residências como pontos de venda e depósito de drogas”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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