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Governo de MT avança na educação infantil e alcança R$ 80,9 milhões em investimentos para creches

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Mato Grosso

O Governo de Mato Grosso alcançou a marca de R$ 80,9 milhões liberados para a educação infantil, ao autorizar mais um repasse de R$ 2,8 milhões para a construção de uma creche em Primavera do Leste.

O investimento integra o maior pacote já executado pelo Estado para a ampliação de vagas na educação infantil. A iniciativa prevê a construção de 23 novas creches e a retomada de sete obras que estavam paralisadas, com impacto direto no atendimento a mais de 10 mil crianças em todas as regiões do Estado.

A liberação do recurso foi autorizada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), em 19 de dezembro, e será destinada à construção de uma nova unidade de educação infantil que atenderá 150 crianças de 0 a 3 anos. A creche funcionará junto à EMEI Poncho Verde, na área urbana de Primavera do Leste, ampliando a capacidade de atendimento e fortalecendo a rede municipal.

O novo aporte se soma aos repasses já formalizados pelo Estado em novembro e consolida o montante de R$ 80,9 milhões, provenientes do Fundo Estadual de Apoio à Melhoria das Condições de Oferta da Educação Infantil e do Ensino Fundamental (FMTE). A estratégia do governo estadual é enfrentar o déficit histórico de vagas e garantir estruturas modernas, acessíveis e seguras desde os primeiros anos de vida.

Segundo o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, a liberação ocorrida no dia 19 de dezembro tem caráter estratégico. “Quando o Estado entra com investimento direto na educação infantil, ele está garantindo que a criança tenha acesso a um ambiente adequado desde os primeiros anos, e isso muda o ciclo de aprendizagem lá na frente. Creche é base, é equidade e é oportunidade real para as famílias”, afirmou.

O secretário destacou ainda que a política de expansão de creches combina planejamento, critérios técnicos e colaboração com os municípios. “O FMTE é um instrumento que combina planejamento e parceria. A Seduc garante o recurso e apoia a execução, e o município transforma esse investimento em estrutura e atendimento”, explicou.

Para Alan Porto, cada liberação representa um avanço concreto na política educacional do Estado. “Cada nova creche que sai do papel representa mais vagas, mais dignidade e um passo firme para fortalecer a alfabetização e todo o percurso escolar”, completou.

Com o novo repasse para Primavera do Leste, o Governo de Mato Grosso reafirma o foco na primeira infância como eixo estruturante da educação. A ampliação da oferta por meio do FMTE prioriza crianças que aguardam vagas e busca acelerar resultados, garantindo um início de trajetória escolar com mais proteção, desenvolvimento e oportunidades.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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