Política
Alan Porto destaca atuação de Virginia Mendes como referência transformadora em Mato Grosso
Política
O secretário de Estado de Educação de Mato Grosso, Alan Porto, elogiou o trabalho desenvolvido pela primeira-dama Virginia Mendes na noite desta quarta-feira (18.12), durante a cerimônia de formatura das Escolas Estaduais Militares Dom Pedro II.
O evento foi realizado na Arena Pantanal, em Cuiabá, e reuniu autoridades, familiares e estudantes, marcando mais um momento simbólico da atuação da primeira-dama como madrinha e patronesse das unidades.
Ao se dirigir ao público, Alan ressaltou que a atuação de Virginia Mendes na área social vai muito além do papel institucional, refletindo uma condução responsável, comprometida e integrada às políticas públicas do Estado, especialmente nas áreas da educação, da proteção às mulheres e do atendimento aos povos indígenas.
Segundo o secretário, diversas ações educacionais têm sido fortalecidas por meio de parcerias com a primeira-dama, dentro do programa SER Família, que se consolidou como uma das maiores políticas de inclusão social do país, com reflexos diretos no ambiente escolar e na vida das famílias mato-grossenses.
Ao destacar a integração entre educação e políticas sociais, Alan Porto enfatizou a importância do programa como instrumento de transformação social em Mato Grosso.
“Ser Família é cuidar das pessoas por inteiro. É através da causa da mulher, da atenção às comunidades indígenas e, principalmente, da educação.”
Na sequência, o secretário reforçou o reconhecimento ao trabalho conduzido pela primeira-dama e à forma como ela exerce seu papel à frente das ações sociais do Estado.
“São vários projetos que temos desenvolvido em parceria com a senhora. Parabéns pela sua dedicação, pelo seu trabalho e pela forma firme e responsável como a senhora conduz o papel de Primeira-Dama. Eu tenho muito orgulho e tenho certeza de que esse orgulho é compartilhado por cada mulher, cada mãe de família e cada pai que está aqui nesta noite, por tudo o que a senhora vem realizando ao lado do nosso governador Mauro Mendes. Parabéns”, afirmou.
O secretário destacou ainda que os resultados das ações lideradas por Virginia Mendes são percebidos tanto nos indicadores sociais quanto no cotidiano das famílias atendidas, fortalecendo o vínculo entre políticas educacionais e sociais em todas as regiões do Estado.
O trabalho de Virginia Mendes também é reconhecido nacionalmente. A primeira-dama recebeu, no Senado Federal, o Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz pelo trabalho social, uma das mais importantes honrarias do país. Além disso, foi reconhecida, em cerimônia realizada no Copacabana Palace, como a primeira-dama mais influente na área social do Brasil, título concedido pela Associação Brasileira de Influência Digital, a ABRID.
Como madrinha e patronesse das Escolas Estaduais Militares Dom Pedro II, Virginia Mendes tem acompanhado de perto a formação dos estudantes, defendendo uma educação pautada em valores, disciplina e oportunidades reais de transformação social, fortalecendo o papel da escola como base para um futuro mais justo e inclusivo em Mato Grosso.
Política
Comissão pode votar PEC que reduz jornada de trabalho
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados reúne-se nesta quarta-feira (22) para analisar Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que reduzem a carga horária de trabalho no Brasil. A CCJ analisa a admissibilidade de dois textos.
O relator dos projetos na comissão, Paulo Azi (União-BA), apresentou parecer indicando que não há impedimento constitucional para a tramitação das propostas, mas a votação foi adiada por um pedido de vista.
A reunião está agendada para as 14h30, no plenário 1.
A PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê a adoção de uma carga semanal de quatro dias de trabalho e três de descanso. O texto acaba com a escala 6×1 (seis dias de trabalho e um de descanso) e limita a duração do trabalho normal a 36 horas semanais.
A PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), prevê a redução da carga horária semanal para 36 horas ao longo de dez anos.
Se forem aprovadas nessa fase, seguem para uma comissão especial para análise do mérito, e depois para o Plenário.
Hoje, a Constituição não prevê uma escala de trabalho específica, apenas define como limite máximo a jornada de 44 horas semanais e oito horas diárias.
Em seu parecer, ele lembrou que, durante audiências públicas realizadas pela CCJ, representantes do governo, das centrais sindicais e do setor produtivo apresentaram posições divergentes sobre eventuais impactos da mudança.
Entre os argumentos favoráveis, foram citados ganhos de saúde, qualidade de vida e produtividade. Já os empresários alertaram para aumento de custos, pressão sobre preços e risco de demissões, sobretudo em pequenos negócios.
Da Redação – RL
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