Mato Grosso
Após 34 anos de obras paradas, Governo de MT inaugura Hospital Central do Estado nesta sexta-feira (19)
Mato Grosso
O Governo de Mato Grosso inaugura, nesta sexta-feira (19.12), o Hospital Central do Estado de Mato Grosso, a partir das 17h. A entrada dos profissionais de imprensa credenciados será liberada às 14h, pelo acesso da rua do Fórum, na Avenida Desembargador Milton Figueiredo Ferreira Mendes.
A coletiva de imprensa, prevista para 15h30, contará com a presença do governador Mauro Mendes, do presidente do Einstein, Dr. Sidney Klajner, e do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo. Veja a programação do evento:
14h – Visita guiada da imprensa às instalações do Hospital Central (exclusivo para veículos credenciados)
15h30 – Coletiva de imprensa
17h – Início da solenidade de inauguração
18h – Início das visitações guiadas ao hospital, por grupos pré-estabelecidos
A construção do hospital ficou 34 anos inacabada e a unidade será entregue com tudo que existe de melhor em tecnologia em saúde para atender a população pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A unidade será administrada pelo Einstein. A estrutura foi ampliada de 9 mil m² para 32 mil m² de área construída para atender as demandas de alta complexidade.
Serviço
Entrega do Hospital Central do Estado de Mato Grosso
Entrada da imprensa: a partir das 14h pela Avenida Desembargador Milton Figueiredo Ferreira Mendes
Data e hora da inauguração: sexta-feira (19.12), às 17h
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Após articulação de Max, Estado e Prefeitura avançam em acordo para regularizar área ocupada por 1,8 mil famílias
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), destacou os avanços na busca por uma solução para a situação dos moradores dos bairros Silvanópolis, Paraisópolis e de trechos do Jardim Vitória, em Cuiabá.
Em reunião realizada nesta terça-feira (16), no Palácio Paiaguás, com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o prefeito Abilio Brunini (PL) e representantes de outros poderes, ficou definido que estado e município deverão formalizar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
O acordo será mediado pelo Ministério Público Estadual (MPE), para garantir moradia digna às famílias e, ao mesmo tempo, assegurar a proteção ambiental da região conhecida como Águas Nascentes.
O encontro foi articulado pelo deputado após a realização de uma audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa em maio deste ano para discutir o tema.
“Estou muito feliz! O problema chegou até a Assembleia Legislativa por meio da vereadora Katiuscia e o vereador Sargento Joelson, nós convocamos uma audiência pública, fizemos uma grande audiência pública. A população se fez presente, estava descrente de uma solução para esse problema. Dessa audiência pública nós conseguimos o encaminhamento com o governador para traçarmos uma solução”, declarou.
A reunião também contou com a participação do deputado Júlio Campos (União), dos vereadores Sargento Joelson e Katiuscia Mantelli, ambos do Podemos, além de representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da concessionária Águas Cuiabá.
Liminar de desapropriação – Os moradores da região enfrentam uma longa disputa envolvendo a desapropriação da área, onde vivem aproximadamente 1,8 mil famílias. O local pertence ao Estado e é destinado à proteção ambiental.
A situação ganhou novo capítulo, após uma liminar judicial, expedida em abril deste ano, notificar a prefeitura de Cuiabá e o governo do estado para que realizem estudos de desocupação e recuperação ambiental da área. A decisão é fruto de uma Ação Civil Pública Ambiental que tramita há mais de 10 anos na Justiça.
No entanto, o cumprimento da medida foi interrompido para que os entes envolvidos buscassem uma solução consensual para o caso.
Encaminhamento das soluções – Como alternativa, o TAC deverá prever a doação das áreas estaduais ao município. O governo do estado se comprometeu a garantir a infraestrutura necessária, com pavimentação, abastecimento de água e rede de esgoto.
Enquanto ao município caberá conduzir o processo de Regularização Fundiária Urbana (Reurb), com apoio técnico da Águas Cuiabá e da UFMT. O parlamento estadual também poderá contribuir financeiramente com a realização de estudos técnicos, caso seja necessário.
Apesar do acordo, parte dos moradores precisará ser remanejada por ocupar áreas consideradas de risco. Segundo estimativas, esse grupo corresponde a cerca de 30% da população local que deverá receber incentivos do governo para serem realocados em outra região.
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