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Seleção Feminina dá show, goleia Portugal por 5 a 0 e encerra o ano com atuação de gala

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A Seleção Brasileira Feminina goleou Portugal por 5 a 0 nesta terça-feira (2), em sua última partida no ano. O amistoso, no Estádio Municipal de Aveiro, na cidade de Aveiro, em Portugal, diante de pouco mais de 15 mil torcedores, foi o terceiro confronto entre as duas equipes, agora, com três vitórias da Amarelinha.

Gabi Zanotti, com 1 minuto de jogo, abriu o placar, após cruzamento de Dudinha da direita. Aos 16, Ludmila ampliou, em lance que começou com um contra-ataque veloz, em que ela arrancou desde o meio-campo, entrou na área e chutou rasteiro, enganando a goleira portuguesa. Aos 30, Dudinha fez 3 a 0 depois de uma assistência de Ludmila.

Com o resultado, a Seleção se recuperou de tropeço contra a Noruega, três dias antes, em jogo realizado na Espanha e no qual perdeu por 3 a 1.

Fê Palermo, outra boa atuação pela Seleção Brasileira

Mais do que vitória em si, sobre Portugal, valeu bastante o ritmo imposto pelo Brasil, que atuou com bastante intensidade e organização tática, envolvendo completamente a seleção europeia.

O panorama da partida não se alterou no segundo tempo, com a seleção comandada por Arthur Elias pressionando a saída de bola das portuguesas, criando oportunidades e não deixando brechas na defesa.

Aos 28 minutos, na primeira vez que tocou na bola, Isabela, que acabara de entrar na vaga de Yasmim, marcou o quarto gol, o primeiro dela com a camisa da Seleção Brasileira. Foi de cabeça, aproveitando cobrança de escanteio.

Ainda havia tempo para mais um gol. Aos 43, Bruninha sofreu pênalti. Bia Zaneratto cobrou com categoria e fechou o placar: 5 a 0.

Brasil – Lelê, Thais, Fê Palermo, Tarciane, Yasmim (Isabela), Duda Sampaio (Ary Borges), Brena (Vitória Yaya), Tainá Maranhão (Luany), Dudinha, Gabi Zanotti (Bia Zaneratto) e Ludmila (Bruninha).

Fonte: Esportes

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Governo quer criar Universidade Federal do Esporte em 2027

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O governo federal pretende implementar já no início de 2027 a Universidade Federal do Esporte (UFEsporte), instituição que terá, como objetivo, promover ensino, pesquisa, extensão e inovação na área da ciência do esporte.

O projeto que cria essa instituição formadora de profissionais voltados ao esporte foi aprovado na terça-feira (16) pelo Senado e, agora, aguarda a sanção presidencial para se tornar lei.

Segundo o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, a Universidade Federal do Esporte poderá começar a ser implementada já no início do próximo ano [2027], caso as etapas de regulamentação avancem como previsto.

“A gente busca colocar a universidade de pé o mais breve possível. Se conseguirmos no início do próximo ano, será o ideal. Precisamos, ainda, trabalhar para formatar como ela vai funcionar”, disse Cordeiro nesta quarta-feira (17) durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) .

UFEsporte

Fruto de uma parceria entre os ministérios do Esporte e da Educação, a UFEsporte atuará em diversas áreas, visando a formação de gestores, árbitros e técnicos, bem como professores, pesquisadores e especialistas nas diversas iniciativas voltadas ao esporte.

Para tanto, oferecerá cursos de graduação, pós-graduação e tecnológicos. “O importante é que ela [a UFEsporte] está criada”, acrescentou.

De acordo com o ministro, a criação da nova universidade faz o Brasil seguir exemplos de outros países bem-sucedidos no âmbito esportivo, que já trabalham nesse sentido, “com estruturas acadêmicas voltadas especificamente ao esporte”.

A UFEsporte precisará, ainda, ser regulamentada, o que, segundo o ministro, será feito “o mais breve possível”.

Ele lembrou que já existem, no Brasil, diversas faculdades e centros que formam profissionais de educação física.

“O que precisamos agora é avançar para cuidar da governança do esporte de forma mais aprimorada”.

O texto aprovado pelo Senado prevê que a instituição atuará também na qualificação de profissionais para a gestão de políticas públicas esportivas, no treinamento de atletas e no desenvolvimento de atividades científicas voltadas ao setor.

Além disso, a proposta estabelece que a universidade poderá contribuir para a inclusão social, com ações voltadas ao paradesporto e à promoção da equidade de gênero e étnico-racial, além do enfrentamento à discriminação no ambiente esportivo.



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