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Mato Grosso

Sedec e Prefeitura de Paranaíta firmam convênio para instalar fábrica municipal de ração para peixes

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Mato Grosso

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Prefeitura de Paranaíta firmaram um convênio para implantar uma fábrica municipal de ração voltada à piscicultura local. A iniciativa tem como objetivo reduzir a dependência dos produtores de insumos industriais, diminuir os custos de produção e fortalecer a economia regional por meio de uma produção mais autônoma e sustentável.

O investimento total é de R$ 1,331 milhão, sendo R$ 1,215 milhão repassado pela Sedec e R$ 116,8 mil de contrapartida da prefeitura. O recurso será destinado à aquisição de equipamentos para a implantação da unidade produtiva de ração. Com essa fábrica, os piscicultores de Paranaíta poderão produzir alimentos balanceados, ajustados às necessidades nutricionais dos peixes, o que favorece um melhor controle nutricional, contribuindo para a redução de doenças nos plantéis e elevando a eficiência produtiva.

Ao garantir autonomia na produção de ração, o projeto busca reduzir significativamente os custos para os piscicultores locais, aumentar a produtividade e, consequentemente, a renda das famílias rurais envolvidas na cadeia produtiva. Além disso, a produção própria de ração pode tornar a piscicultura municipal mais competitiva e gerar empregos diretos e indiretos, impulsionando a economia de Paranaíta e de municípios vizinhos.

A gestão operacional da fábrica ficará a cargo da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Aquicultura, que conduzirá o projeto com suporte técnico para assegurar boas práticas de fabricação e sustentabilidade ambiental. A prioridade será atender os produtores de peixe do município, consolidando um ciclo produtivo mais local e resistente.

Paranaíta ocupa posição relevante na piscicultura estadual: é o 14º maior produtor de peixes em Mato Grosso, tendo produzido 928,95 toneladas em 2024, com destaque para espécies como o tambacu e a tambatinga.

Para a superintendente de Agronegócio e Energia da Sedec, Camila Bez Batti, o convênio firmado com Paranaíta reflete uma estratégia de fortalecimento do setor aquícola em Mato Grosso, com foco na autonomia e no desenvolvimento regional.

“Investir em uma fábrica municipal de ração é garantir mais autonomia, eficiência e competitividade aos piscicultores de Paranaíta. Essa estrutura permite reduzir custos, melhorar a qualidade do alimento fornecido aos peixes e fortalecer toda a cadeia produtiva, gerando emprego, renda e desenvolvimento para o município e para a região”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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