Saúde
Várzea Grande recebe R$ 1,5 milhão em emendas para ampliar investimentos na saúde
Saúde
A saúde pública de Várzea Grande recebe mais um importante reforço. A prefeita Flávia Moretti recebeu, nesta segunda-feira (1º), em seu gabinete, o deputado estadual Juca do Guaraná, que anunciou a destinação de R$ 1,5 milhão em emendas parlamentares para o município.
Do total, R$ 1 milhão será aplicado na reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Água Vermelha. Outros R$ 500 mil serão destinados à aquisição de equipamentos para a Policlínica do Cristo Rei, fortalecendo a estrutura de atendimento à população.
A prefeita Flávia Moretti destacou que os investimentos são resultado da credibilidade que a gestão vem conquistando junto aos representantes políticos e reforçou o compromisso da administração com a aplicação responsável dos recursos públicos.
“Quando começamos a entregar, fazer reformas, a classe política volta a acreditar em Várzea Grande. Aplicamos o dinheiro público diretamente ao cidadão. Isso faz a diferença. Quando trabalhamos da forma certa, todos passam a acreditar na gestão”, afirmou.
Juca do Guaraná reforçou a importância de fortalecer a rede pública de saúde e afirmou que o município vem superando as expectativas no pouco tempo de gestão da prefeita. Além disso, anunciou que o Governo do Estado já estuda atentamente uma série de novos investimentos para a cidade.
“Estamos acreditando na gestão da prefeita Flávia. Nada resiste ao trabalho. Quero parabenizar essa gestão. Já conversei rapidamente com o governador Pivetta, que está proativo e também quer colocar Várzea Grande no radar dos investimentos. Meses atrás tive uma conversa com a prefeita e ela me mostrou uma unidade entregue no Capão Grande. É isso que queremos: entregar para a população uma saúde com estrutura e qualidade. Esse será um presente para a sociedade”, declarou.
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Saúde
SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele
Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.
Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).
O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.
A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde.
“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.
O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.
“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
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