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Saúde

Várzea Grande moderniza controle interno ao aderir a programa nacional da CGU

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Saúde

A Prefeitura de Várzea Grande segue avançando na transparência da gestão pública. Com o intuito de fortalecer as atividades da prefeitura, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, incluiu o município no Programa de Fortalecimento de Corregedorias (PROCOR), da Corregedoria-Geral da União (CGU). O termo de adesão foi formalizado no dia 22 de abril e publicado no Diário Oficial do Município.

O programa tem como objetivo fortalecer a atuação das corregedorias, com a realização de ações conjuntas voltadas à capacitação, seminários, cursos e treinamentos. Além disso, a adesão permite que a gestão debata temas de interesse da área e participar de reuniões periódicas, além de fomentar a criação de redes de corregedorias com órgãos sob sua jurisdição. Com o novo termo de cooperação, Várzea Grande ainda utilizará sistemas informatizados disponibilizados pela CGU, ampliando a tecnologia dentro da Controladoria-Geral do Munícipio.

Para a prefeita, a adesão ao PROCOR representa um avanço estratégico e ampliação ações de controle interno, uma troca de experiências com outros órgãos. “Com grande responsabilidade e compromisso com a transparência, demos um passo importante ao incluir Várzea Grande no Programa de Fortalecimento de Corregedorias, da CGU. Ao participar ativamente desse programa, estaremos fortalecendo a integridade da gestão pública, ampliando o diálogo com outras instituições e garantindo que nossa administração atue cada vez mais com eficiência, ética e respeito à população.”

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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