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Saúde

Termina nesta quarta, dia 8, prazo para inscrições aos jogos estudantis

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Integram os jogos estudantis as seguintes modalidades esportivas: basquetebol, futsal, handebol e voleibol e vôlei de praia, atletismo, atletismo adaptado, natação, badminton, xadrez, tênis de mesa, artes marciais e ciclismo

A Superintendência de Esportes e Lazer informa que nesta quarta-feira, dia 8, é o último dia de inscrição dos Jogos Estudantis 2026. A etapa municipal tem como objetivo a seleção dos estudantes que irão representar Várzea Grande nos Jogos Escolares estadual, regional e nacional.

Integram os jogos estudantis as seguintes modalidades esportivas: basquetebol, futsal, handebol e voleibol e vôlei de praia, atletismo, atletismo adaptado, natação, badminton, xadrez, tênis de mesa, artes marciais e ciclismo.

Para participar, a equipe deve enviar o ofício de confirmação à Superintendência, localizada no Ginásio Fiotão. Posteriormente o responsável pela equipe receberá o login e a senha de acesso ao sistema para cadastrar os alunos que participarão.

Conforme a responsável por projetos e eventos da Superintendência de Esportes e Lazer, Elaine Arruda, essa é uma das principais competições no calendário esportivo do Município. “Já participei dos jogos estudantis e sei do compromisso de preparação dos alunos, dos professores. Então, estamos trabalhando com muito carinho para realizar o melhor evento para eles, como também para quem gosta de acompanhar”, disse Elaine.

Segundo o calendário esportivo, a solenidade de abertura ocorrerá no dia 13 de abril, sendo que do dia 14 ao dia 30 de abril ocorrerão as competições das modalidades coletivas. Já do dia 1º ao dia 3 de maio, ocorrerão as disputas individuais.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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