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Saúde

Sinalização viária avança e reforça segurança no trânsito durante o mês de março

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Saúde

O município intensificou, ao longo do mês de março, as ações de sinalização viária, com foco na segurança de motoristas, motociclistas e pedestres. Ao todo, foram implantados 55 novos cruzamentos sinalizados, com mais de 110 pares de placas instalados em diferentes regiões da cidade.

De acordo com o coordenador de mobilidade urbana, Cidomar Arruda, o trabalho faz parte de um planejamento contínuo para organizar o trânsito e reduzir riscos de acidentes.

“A gente vem avançando de forma estratégica. Implantamos novos cruzamentos sinalizados, reforçamos a sinalização em quebra-molas e também ampliamos a pintura de faixas de pedestres. Tudo isso contribui diretamente para mais segurança no dia a dia da população”, destacou.

Além dos cruzamentos, a equipe também realizou a sinalização de 14 quebra-molas, com instalação de placas e pintura, melhorando a visibilidade para condutores. Outro avanço foi o início da sinalização orientativa em áreas de grande circulação, como a região do fórum, a passagem da construção, o IFMT e o Parque Tecnológico.

Outro ponto de destaque foi o reforço nas travessias de pedestres. Ao todo, 25 faixas foram pintadas e sinalizadas, especialmente em áreas escolares e nos canteiros centrais — locais considerados críticos para a segurança viária.

Segundo o secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, as ações fazem parte de um plano mais amplo de melhoria da infraestrutura urbana.

“Nosso compromisso é garantir mais segurança e organização no trânsito. Esse trabalho de sinalização é essencial e segue como prioridade, chegando gradativamente a todos os bairros do município”, afirmou.

A previsão é que as ações continuem nos próximos meses, com a meta de atender cerca de 60% dos bairros, priorizando pontos estratégicos e de maior fluxo.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

Saiba como manifestar intenção de doar órgãos por meio de cartórios

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Mais de 32 mil brasileiros já utilizaram cartórios de notas para manifestar formalmente a intenção de doar órgãos, desde o lançamento da Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (Aedo), em 2024.

O assunto ganha importância durante o Setembro Verde, mês dedicado à conscientização sobre a doação de órgãos, em um país onde mais de 49 mil pessoas aguardam atualmente por um transplante.

Segundo o Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/CF), o procedimento é gratuito e realizado integralmente pela internet. O interessado acessa a plataforma da Aedo, disponível no e-Notariado, preenche seus dados e escolhe um cartório de notas para realizar o procedimento.

Na sequência, participa de uma videoconferência com o tabelião para confirmar sua identidade e sua desejo de doar órgãos. O documento é assinado eletronicamente e passa a integrar a Central Nacional de Doadores de Órgãos, que pode ser consultada pelos profissionais autorizados do Sistema Nacional de Transplantes.

A pessoa pode indicar quais órgãos, tecidos ou partes do corpo deseja doar e revogar a autorização a qualquer momento. Todo o procedimento pode ser realizado sem necessidade de comparecimento presencial ao cartório.

Oferta e demanda

Dados dos Cartórios de Notas mostram que 32.587 solicitações de Aedo já foram realizadas no país. Foram 18.659 em 2024, 8.886 em 2025 e outras 5.042 em 2026, segundo os dados mais recentes da plataforma. Essa queda por ser atribuída a menos campanhas de divulgação da iniciativa. 

São Paulo concentra o maior número de manifestações desde a criação do serviço, com 9.399 solicitações, seguido por Paraná (3.818), Rio de Janeiro (2.930), Minas Gerais (2.172) e Rio Grande do Sul (2.012). A Aedo registra solicitações em todas as unidades da Federação.

Os números se inserem em um cenário no qual a demanda por transplantes permanece elevada no país. Dados do Ministério da Saúde divulgados este mês apontam que mais de 49 mil pessoas aguardam por um transplante no Brasil, sendo cerca de 45 mil por um rim.

Somente na fila por uma córnea estão 37.719 pessoas, segundo levantamento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), número 15% maior que o registrado em dezembro de 2025.

Autorização familiar

Um dos principais desafios tem sido a autorização familiar. No Brasil, a retirada de órgãos após a morte depende da concordância da família, mesmo quando a pessoa manifestou em vida o desejo de ser doadora.

Atualmente, a taxa média de recusa familiar gira em torno de 45%, e entre os motivos apontados estão o desconhecimento sobre a vontade do potencial doador, além de dúvidas e receios relacionados ao procedimento.

É neste contexto que a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos permite que o cidadão deixe formalmente registrada sua decisão. 

“A decisão final continua sendo da família. Por isso, tão importante quanto registrar a vontade de ser doador é conversar sobre ela. A Aedo permite que essa manifestação fique formalizada e ajuda a levar esse assunto para dentro das famílias, para que elas conheçam previamente a decisão de quem deseja doar”, afirma Eduardo Calais, presidente do CNB/CF.

No próximo dia 27 de setembro, é celebrado o Dia Nacional de Doação de Órgãos, data criada para estimular a discussão sobre o tema e incentivar as pessoas a comunicarem aos familiares sua vontade de serem doadoras.

 

Fonte: EBC Saúde

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