Search
Close this search box.

Saúde

Secretaria de Serviços Públicos realiza limpeza e revitalização na praça do Residencial Cabo Michel

Publicado em

Saúde

Ação da Secretaria de Serviços Públicos mobilizou trabalhadores para devolver à população um espaço mais limpo, seguro e adequado ao lazer

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, realizou nesta segunda-feira (04.05) uma ampla ação de limpeza na praça do Residencial Cabo Michel, atendendo uma demanda antiga dos moradores da região.

Devido ao período chuvoso, o mato na praça havia crescido de forma acelerada, dificultando o uso do espaço público e gerando preocupação entre os moradores. Para resolver a situação, a secretaria mobilizou cerca de 15 trabalhadores, que atuaram com serviços de roçagem, capinação, retirada de entulhos e limpeza geral.

O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, destacou a importância da ação para a qualidade de vida da população. “Essa é uma região importante da cidade, com uma comunidade ativa e participativa. Após o período de chuvas, intensificamos os trabalhos para garantir que os espaços públicos estejam limpos, seguros e adequados para o convívio das famílias”, afirmou.

A iniciativa faz parte do cronograma contínuo de manutenção urbana do Município, que atende diferentes bairros ao longo da semana. No Cabo Michel, além de melhorar o aspecto visual da praça, a ação também contribui para a prevenção de doenças e para o fortalecimento do uso coletivo do espaço.

Localizado próximo à Avenida Júlio Campos e ao bairro Jardim dos Estados, o Residencial Cabo Michel — antigo Cohab Cabo Michel — é uma comunidade tradicional e consolidada, com cerca de mil moradores. A área, que passou por regularização fundiária nos últimos anos, integra a região do grande Mapim e mantém características de bairro residencial, com comércio local voltado às necessidades do dia a dia.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

Publicados

em

Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA