Saúde
Produtores rurais de Várzea Grande recebem insumos e suporte para ampliar produção e renda
Saúde
A agricultura familiar de Várzea Grande tem ganhado reforço com ações voltadas ao fornecimento de insumos e assistência técnica no campo. A iniciativa busca garantir melhores condições de produção, aumentar a produtividade e assegurar mais rentabilidade aos pequenos produtores.
Nesta semana, a Coordenadoria de Desenvolvimento Rural da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS) realizou o transporte de cinza de palha de arroz para o preparo de covas destinadas ao plantio de melão amarelo. A ação beneficiou o produtor Francisco Villas Boas, na região da Saída III. O insumo é utilizado na melhoria do solo, favorecendo o desenvolvimento da cultura e contribuindo para uma produção mais eficiente.
Além disso, outro atendimento foi realizado na comunidade Sadia I, onde o produtor Rômulo Everson recebeu calcário dolomítico. O material será aplicado na correção da acidez do solo, etapa fundamental para o fortalecimento das pastagens e capineiras, base da atividade pecuária.
Segundo o coordenador de Desenvolvimento Rural, Leandro Luiz da Silva, o trabalho desenvolvido vai além da logística de transporte. A proposta, conforme explicou, é oferecer suporte completo ao produtor, desde o preparo do solo até o acompanhamento da produção, garantindo mais eficiência e melhores resultados no campo.
A assistência técnica também é apontada como peça-chave nesse processo. De acordo com o extensionista da Empaer, Edson Benedito da Silva, a orientação adequada, aliada ao uso correto dos insumos, contribui para práticas mais sustentáveis e produtivas.
O secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, destacou que as ações integram uma estratégia contínua de fortalecimento da agricultura familiar. A meta, segundo ele, é ampliar a produção, gerar renda e impulsionar o desenvolvimento econômico no meio rural.
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Saúde
Goiás tem 42% dos casos de síndrome respiratória até 2 anos de idade
O estado de Goiás decretou, nesta semana, situação de emergência de saúde pública em razão do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Em dados divulgados até o início da tarde deste domingo (19), pelo menos 42% dos casos estão relacionados a bebês (até dois anos de idade).
Segundo os números do painel, nessa faixa etária são 1.139 casos do total de 2.671 registrados.
Outra faixa etária que requer atenção especial é de pessoas acima de 60 anos de idade, com 482 casos (18% do total).
Emergência
Ao todo, já foram registradas 115 mortes no estado em vista da SRAG. Quando a Secretaria de Saúde decretou emergência, na quinta-feira (16), eram 2.560 casos. A medida estadual, estipulada em 180 dias, demandou, por exemplo, a instalação de um centro de operações para o monitoramento e a gestão da situação.
Segundo o painel, 148 casos estariam relacionados à circulação do vírus da Influenza e 1.080 relacionados a outros vírus. Há alerta em relação à circulação da variante K do Influenza.
Outras ações do governo local foram a aquisição especial de insumos e materiais e contratação de serviços estritamente necessários ao atendimento da situação com dispensa de licitação.
“Nesse período, a administração pública estadual deverá providenciar o regular processo de licitação”.
O decreto ainda autoriza a contratação de pessoal por tempo determinado, com a finalidade de combate à epidemia.
“Tramitarão em regime de urgência e prioridade, em todos os órgãos e entidades da administração pública estadual, os processos referentes a assuntos vinculados ao decreto”.
Distrito Federal
Vizinho a Goiás, o Distrito Federal também monitora a situação. No entanto, a Secretaria de Saúde local informou que a variante K da Influenza já é predominante na América do Sul neste ano.
“Mas, até o momento, não há evidências de aumento da gravidade dos casos nem de perda de eficácia das vacinas disponíveis”, escreveu o secretário de Saúde Juracy Cavalcante.
De acordo com informações da vigilância epidemiológica, até agora, foram registrados 67 casos de SRAG por influenza, incluindo um óbito.
“Apesar do cenário de 2026 sugerir, até o momento, a ocorrência dentro do padrão sazonal esperado de influenza, a dinâmica reforça a importância do monitoramento contínuo diante da possibilidade de aumento de casos nas próximas semanas. Seguimos com monitoramento permanente, e a população pode permanecer tranquila, mantendo a vacinação em dia”, disse o secretário do DF.
Em alta
Nesta semana, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) havia divulgado, em boletim, que havia aumento de casos de SRAG em crianças menores de 2 anos em quatro das cinco regiões do país (Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste).
“A análise aponta que o crescimento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator de elevação dos casos nessa faixa etária”.
Esses casos que afetam bebês, segundo o boletim, aumentaram em todo o Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal), Sudeste (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo), e em estados do Norte.
Outra informação do boletim é que os casos graves por covid-19 seguem em baixa no Brasil.
Vacinação
O Ministério da Saúde mantém campanha nacional de vacinação contra a influenza em todo o Brasil, com prioridade para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes, mais suscetíveis a desenvolver quadros graves.
A vacina contra a covid-19 deve ser tomada por todos os bebês, aos 6 meses de idade.
Reforços periódicos são recomendados para idosos, gestantes, pessoas com deficiência e comorbidade ou imunosuprimidas e outros grupos vulneráveis.
No ano passado, o Ministério da Saúde passou a oferecer também a vacina contra o vírus sincicial respiratório para grávidas, com o objetivo de proteger os bebês pequenos, principais alvos do vírus, que causa a bronquiolite.
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