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Saúde

Prefeita acompanha megaoperação tapa-buraco em Várzea Grande

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Saúde

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, acompanhou neste sábado (11) a execução dos serviços de manutenção na malha viária em ruas e avenidas do município. Com o fim do pico do período chuvoso, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Viação, Obras e Urbanismo, deu início a uma grande operação tapa-buracos, dividida por regiões, com a meta de atender toda a cidade em poucos meses.

A operação, lançada oficialmente no dia 2 de abril, ganhou ritmo e produtividade com a redução das chuvas, permitindo que as equipes atuem de forma mais eficiente. O objetivo é devolver a trafegabilidade e garantir segurança para motoristas e pedestres, especialmente em pontos de grande fluxo.

“Estamos nas ruas acompanhando de perto porque sabemos que o cidadão precisa de resposta rápida. A malha viária sofreu muito com as chuvas e agora estamos aproveitando as condições climáticas para acelerar os trabalhos. Nosso objetivo é recuperar ruas e avenidas em todas as regiões, devolvendo dignidade para quem transita diariamente por Várzea Grande”, destacou a prefeita Flávia Moretti.

Somente nos dias 30 e 31 de março, as equipes da operação atenderam oito localidades. Foram contempladas as avenidas A e Frei Coimbra, no Capão Grande; a rua Coronel José Augusto Gomes, no Construmat; a Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes; a Rua do Independente e a rua Vereador Abelardo Azevedo, no bairro Ponte Nova. Também receberam manutenção as ruas Oito e Das Flores, no Residencial Júlio Domingos de Campos.

Além do tapa-buracos, o solo mais seco permitiu a ampliação de outros serviços essenciais, como patrolamento, limpeza de bocas de lobo, manutenção em redes de drenagem e implantação de meio-fio e sarjetas.

A Prefeitura reforça que o cronograma segue avançando por regiões e que a população pode acompanhar as ações, que continuarão ocorrendo nos próximos dias conforme o planejamento técnico da pasta.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

Goiás tem 42% dos casos de síndrome respiratória até 2 anos de idade

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O estado de Goiás decretou, nesta semana, situação de emergência de saúde pública em razão do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Em dados divulgados até o início da tarde deste domingo (19), pelo menos 42% dos casos estão relacionados a bebês (até dois anos de idade)

Segundo os números do painel, nessa faixa etária são 1.139 casos do total de 2.671 registrados.

Outra faixa etária que requer atenção especial é de pessoas acima de 60 anos de idade, com 482 casos (18% do total).

Emergência

Ao todo, já foram registradas 115 mortes no estado em vista da SRAG. Quando a Secretaria de Saúde decretou emergência, na quinta-feira (16), eram 2.560 casos. A medida estadual, estipulada em 180 dias, demandou, por exemplo, a instalação de um centro de operações para o monitoramento e a gestão da situação. 

Segundo o painel, 148 casos estariam relacionados à circulação do vírus da Influenza e 1.080 relacionados a outros vírus. Há alerta em relação à circulação da variante K do Influenza.

Outras ações do governo local foram a aquisição especial de insumos e materiais e contratação de serviços estritamente necessários ao atendimento da situação com dispensa de licitação.

“Nesse período, a administração pública estadual deverá providenciar o regular processo de licitação”.

O decreto ainda autoriza a contratação de pessoal por tempo determinado, com a finalidade de combate à epidemia.

“Tramitarão em regime de urgência e prioridade, em todos os órgãos e entidades da administração pública estadual, os processos referentes a assuntos vinculados ao decreto”.

Distrito Federal

Vizinho a Goiás, o Distrito Federal também monitora a situação. No entanto, a Secretaria de Saúde local informou que a variante K da Influenza já é predominante na América do Sul neste ano.

“Mas, até o momento, não há evidências de aumento da gravidade dos casos nem de perda de eficácia das vacinas disponíveis”, escreveu o secretário de Saúde Juracy Cavalcante.  

De acordo com informações da vigilância epidemiológica, até agora, foram registrados 67 casos de SRAG por influenza, incluindo um óbito.

“Apesar do cenário de 2026 sugerir, até o momento, a ocorrência dentro do padrão sazonal esperado de influenza, a dinâmica reforça a importância do monitoramento contínuo diante da possibilidade de aumento de casos nas próximas semanas. Seguimos com monitoramento permanente, e a população pode permanecer tranquila, mantendo a vacinação em dia”, disse o secretário do DF.

Em alta 

Nesta semana, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) havia divulgado, em boletim, que havia aumento de casos de SRAG em crianças menores de 2 anos em quatro das cinco regiões do país (Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste).

“A análise aponta que o crescimento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator de elevação dos casos nessa faixa etária”.

Esses casos que afetam bebês, segundo o boletim, aumentaram em todo o Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal), Sudeste (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo), e em estados do Norte.

Outra informação do boletim é que os casos graves por covid-19 seguem em baixa no Brasil.

Vacinação 

O Ministério da Saúde mantém campanha nacional de vacinação contra a influenza em todo o Brasil, com prioridade para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes, mais suscetíveis a desenvolver quadros graves. 

A vacina contra a covid-19 deve ser tomada por todos os bebês, aos 6 meses de idade.

Reforços periódicos são recomendados para idosos, gestantes, pessoas com deficiência e comorbidade ou imunosuprimidas e outros grupos vulneráveis. 

No ano passado, o Ministério da Saúde passou a oferecer também a vacina contra o vírus sincicial respiratório para grávidas, com o objetivo de proteger os bebês pequenos, principais alvos do vírus, que causa a bronquiolite.

Fonte: EBC Saúde

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